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	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 05 Jun 2026 10:08:33 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Cultura - Jornal do Centro</title>
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		<title>Teatro Viriato sai fora de portas com peça “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”  </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 10:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Jardim de Santo António, em Viseu, recebe esta sexta-feira e sábado, pelas 21h30, o espetáculo itinerante “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”, uma produção da companhia Trigo Limpo teatro ACERT apresentada pelo Teatro Viriato. A iniciativa convida o público a embarcar numa experiência teatral singular, instalada numa carrinha transformada em palco ambulante. Inspirado nas antigas bibliotecas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Jardim de Santo António, em Viseu, recebe esta sexta-feira e sábado, pelas 21h30, o espetáculo itinerante “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”, uma produção da companhia Trigo Limpo teatro ACERT apresentada pelo Teatro Viriato. A iniciativa convida o público a embarcar numa experiência teatral singular, instalada numa carrinha transformada em palco ambulante.</p>



<p>Inspirado nas antigas bibliotecas itinerantes e no cinema sobre rodas, o espetáculo recupera a dimensão comunitária do teatro de rua, promovendo a proximidade entre artistas e espectadores. A proposta procura levar a criação artística a espaços e públicos fora dos circuitos habituais, valorizando o encontro, a partilha e a palavra como elementos centrais da experiência.</p>



<p>A narrativa acompanha a história de um avô que decide deixar aos seus três netos uma inesperada herança: uma antiga carrinha de cinema e biblioteca ambulante. Apesar de desconhecerem muitos dos segredos do ofício, os três artistas, atualmente desempregados, assumem o compromisso de dar continuidade ao legado familiar.</p>



<p>Ao longo do espetáculo, sucedem-se episódios marcados por peripécias, memórias dispersas, histórias fragmentadas e momentos de improvisação, num percurso que coloca a oralidade e a relação direta com o público no centro da ação cénica.</p>



<p>A palavra surge como o principal elemento agregador da criação, cruzando teatro, música e cinema. Os criadores definem o projeto como &#8220;uma casa da hospitalidade&#8221;, um espaço de encontro onde a arte se torna acessível e próxima da comunidade.</p>



<p>A dramaturgia incorpora ainda referências textuais de José Saramago, João Maria André e Michel Séonnet, contribuindo para uma reflexão sobre temas como a memória, a hospitalidade e a transmissão de saberes entre gerações. Neste contexto, a palavra assume-se como matéria viva e estruturante da criação teatral.</p>



<p>O elenco é composto por Afonso Cortêz, José Abrantes, Maria Ferreira e Mia Henriques, que dão vida a esta proposta artística itinerante.</p>



<p>As apresentações decorrem no Jardim de Santo António, junto à Escola Emídio Navarro. A entrada é gratuita.</p>



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		<title>Músico camaronês Richard Bona regressa a Tondela para festival Tom de Festa</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/musico-camarones-richard-bona-regressa-a-tondela-para-festival-tom-de-festa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2026 15:14:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O músico camaronês Richard Bona estará em julho em Tondela, no festival Tom de Festa, regressando ao palco onde realizou o seu primeiro concerto em Portugal, há quase duas décadas. De 07 a 11 de julho, estarão no 34.º Tom de Festa &#8211; organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT) &#8211; artistas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O músico camaronês Richard Bona estará em julho em Tondela, no festival Tom de Festa, regressando ao palco onde realizou o seu primeiro concerto em Portugal, há quase duas décadas.</p>



<p>De 07 a 11 de julho, estarão no 34.º Tom de Festa &#8211; organizado pela Associação Cultural e Recreativa de Tondela (ACERT) &#8211; artistas e projetos dos Camarões/Estados Unidos da América, Gana/França, África do Sul, Brasil, Reino Unido e Portugal.</p>



<p>No ano em que a ACERT está a comemorar 50 anos, um dos seus objetivos foi reunir artistas que fizeram parte da história deste festival de músicas do mundo, sob o mote “Viagem de Regresso”.</p>



<p>Neste âmbito, no dia 08 acontecerá um dos momentos mais simbólicos, com o “regresso muito esperado” do baixista, compositor e multi-instrumentista Richard Bona, vencedor de um Grammy e que já colaborou com nomes como Herbie Hancock, Chick Corea, Pat Metheny, Sting ou Cesária Évora.</p>



<p>“Estabelecemos que deveria haver espetáculos-chave que marcaram as edições anteriores. Um deles recaiu em Richard Bona, que tinha um calendário ocupadíssimo e vem aqui apresentar um projeto do qual fez só cinco concertos em Itália o ano passado, com três músicos de igual grandeza”, disse aos jornalistas o codiretor da ACERT José Rui Martins.</p>



<p>No mesmo dia, subirá a palco João Palavra, com o seu álbum “Quarto Crescente”, produzido em Tondela.</p>



<p>“É o projeto de um músico que habita a ACERT desde quase sempre, o Paulo Nuno Martins, que convidou uma série de outros amigos para esta estreia do seu primeiro trabalho enquanto João Palavra”, explicou Daniel Nunes, um dos responsáveis pela programação.&nbsp;</p>



<p>Paulo Nuno Martins estará acompanhado de Miguel Cordeiro, Miguel Sampaio, Rui Bandeira, Rafael Gomes, Brian Carvalho, Nuno Coimbra, Duarte Cotta, Luísa Vieira e Cláudio Lima.</p>



<p>Para dia 09 está marcado o já habitual concerto em parceria com a Gira Sol Azul, de Viseu, responsável pelo festival Que Jazz é Este e que levará a Tondela o britânico Omar com o Colectivo, para um concerto que mistura soul, jazz, funk e influências afro-caribenhas.&nbsp;</p>



<p>“Esta relação entre os dois festivais faz sentido cada vez mais. Nós puxamos o público de Viseu para aqui, eles puxam o público de Tondela para lá na semana a seguir, e assim toda a gente pode ter uma fruição cultural mais rica”, sublinhou Daniel Nunes.</p>



<p>Nos cinco dias do festival, será ainda possível ouvir The Legendary Tigerman (com a participação especial dos Expresso Transatlântico), o concerto do Coimbra Jazz Ensemble “Como Um Sonho Lindo &#8211; Uma viagem através do cancioneiro de Fausto Bordalo Dias” e a banda franco-ganesa EYAA.</p>



<p>Outro momento especial do festival será vivido com os PAUS, no âmbito da digressão de despedida anunciada da banda.&nbsp;</p>



<p>No último dia, subirá a palco a formação de música nordestina brasileira Quinteto Violado, com o espetáculo “Sertão”, que percorre quase 55 anos de criação musical e de valorização da cultura popular do Nordeste do Brasil.</p>



<p>Segundo Daniel Nunes, “este espetáculo irá fazer outras apresentações noutras cidades, no âmbito de uma digressão também produzida pelo Novo Ciclo ACERT”.</p>



<p>A banda portuguesa Miss Universo, a cantora sul-africana Nomfusi e a DJ tondelense Francisca Urbano completam as sonoridades da última noite do Tom de Festa.</p>



<p>“Iniciamos e fechamos a programação musical com artistas tondelenses”, frisou.</p>



<p>José Rui Martins destacou um dos grandes projetos da comemoração dos 50 anos, que é a colocação de engenhos cénicos que integraram criações da ACERT: Golpe d’Asa, Passarola, Pequeno Grande Polegar, Elefante Salomão, Pinóquio e Ciclista Caramulo.</p>



<p>O primeiro, o Golpe d’Asa (criado no âmbito da Expo 2008), será colocado no dia 07 no Parque Urbano da Cidade, depois de restaurado.</p>



<p>“A cidade de Tondela iniciará uma nova fase da sua vida, que é de permitir um mapa dos engenhos cénicos que vão habitar vários espaços públicos de Tondela”, sublinhou o responsável.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/musico-camarones-richard-bona-regressa-a-tondela-para-festival-tom-de-festa/">Músico camaronês Richard Bona regressa a Tondela para festival Tom de Festa</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bienal “What’s Beyond That Border” entra na reta final com fim de semana intenso em Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/bienal-whats-beyond-that-border-entrance-entra-na-reta-final-com-fim-de-semana-intenso-em-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A bienal What’s Beyond That Border (O que está para lá da fronteira) esta na reta final com um fim de semana repleto de propostas artísticas e comunitárias em Viseu, concentradas na Escadaria de S. Teotónio e no Pátio da Freguesia. O programa inclui bailes comunitários com Bule Bule, conferências com o ativista José Baessa de Pinha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A bienal <em>What’s Beyond That Border </em>(O que está para lá da fronteira) esta na reta final com um fim de semana repleto de propostas artísticas e comunitárias em Viseu, concentradas na Escadaria de S. Teotónio e no Pátio da Freguesia.</p>



<p>O programa inclui bailes comunitários com Bule Bule, conferências com o ativista José Baessa de Pinha (Sinho), bem como oficinas de escrita cirílica e impressão botânica. A dança, o humor e o teatro de marionetas completam a programação de um evento que continua a cruzar linguagens e públicos e que junta artistas como Pepa Macua, Félix Lozano ou Christye Vanessa e Cláudia Sousa, entre outros. </p>



<p>Nos mesmos espaços encontra-se ainda patente o resultado das oficinas conduzidas por Carla Pinto e João Dias, desenvolvidas em colaboração com a comunidade imigrante residente no concelho.</p>



<p>Ao longo dos últimos dias, a bienal tem promovido encontros e debates em torno de temas como o racismo e a multiculturalidade, envolvendo também residências artísticas que trabalharam com estudantes e com comunidades habitualmente afastadas dos contextos artísticos formais.</p>



<p>Um dos momentos mais marcantes do programa tem sido o ciclo de performances curtas #People Like Us 3.0”, que levou duetos de dança, música e teatro para a Rua Formosa e Rua da Paz. Com duração entre 12 e 20 minutos, estas apresentações continuam disponíveis ao público este sábado.</p>



<p>“Foram momentos de encontro entre artistas profissionais, viseenses com raízes cá e pessoas que chegaram recentemente a este território, criando um diálogo através da arte”, explicou Rómulos Neagu, diretor artístico da bienal, destacando a emoção e o impacto gerado pelos encontros.</p>



<p>O responsável sublinha ainda a “generosidade” dos participantes, muitos deles não profissionais, que aceitaram expor-se artisticamente e partilhar experiências pessoais através da criação.</p>



<p>A bienal encerra no domingo com o espetáculo “Arte sem fronteiras”, que cruza música clássica e urbana, juntando alunos do Conservatório Regional de Música Dr. Azeredo Perdigão e jovens colaboradores dos artistas Sinho, DJ Ganso e MC Ghoya. Antes há “Maratona” de Félix Lozano e uma edição “alargada” do #People Like Us 3.0 com coordenação artística de Romuls Neagu e com intérpretes de várias nacionalidades. </p>



<p><em>What’s Beyond That Border Entrance</em>&nbsp;reúne participantes de diversas origens, incluindo comunidades portuguesa, chinesa, ucraniana, moçambicana, angolana, cabo-verdiana, argentina, brasileira, inglesa, espanhola, romena e francesa, reforçando o caráter multicultural do projeto.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/bienal-whats-beyond-that-border-entrance-entra-na-reta-final-com-fim-de-semana-intenso-em-viseu/">Bienal “What’s Beyond That Border” entra na reta final com fim de semana intenso em Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Parque Aquilino Ribeiro palco de festival cultural para a infância</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/parque-aquilino-ribeiro-palco-de-festival-cultural-para-a-infancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:26:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante dois dias, o Parque Aquilino Ribeiro, em Viseu, será palco de um verdadeiro festival dedicado à infância, reunindo teatro, música, narração de histórias e oficinas de artes plásticas. O Jardim das Artes e Letras (JAL) &#8211; Momento I envolve cerca de 1.200 crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo do concelho, distribuídas por 49 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante dois dias, o Parque Aquilino Ribeiro, em Viseu, será palco de um verdadeiro festival dedicado à infância, reunindo teatro, música, narração de histórias e oficinas de artes plásticas. O Jardim das Artes e Letras (JAL) &#8211;  Momento I envolve cerca de 1.200 crianças do pré-escolar e do 1.º ciclo do concelho, distribuídas por 49 turmas e 112 sessões. Acontece a 1 e 2 de junho.</p>



<p>A iniciativa, uma coprodução da Pausa Possível com a Junta de Freguesia de Viseu, afirma o acesso à cultura como um direito fundamental da infância, promovendo o contacto das crianças com a cidade e o espaço público através da imaginação, da criação e do jogo.</p>



<p>Segundo a organização, a escolha dos níveis de ensino envolvidos deve-se à escassez de programação cultural dirigida a estas idades, procurando assim colmatar uma lacuna importante na oferta artística local.</p>



<p>Ao longo do evento, as crianças terão acesso a nove estações de atividades: quatro dedicadas à narração de histórias, quatro oficinas centradas em poesia, imaginação e cidadania, e um palco para concertos e espetáculos.</p>



<p>O primeiro momento do JAL inspira-se na poética de Adília Lopes, a partir do poema “Dois pássaros a voar, mais vale”, explorando temas como liberdade, diversidade e respeito pela natureza.</p>



<p>“Tem a ver com a liberdade, o respeito pela natureza, a diversidade. E o mais vale [tem a ver] com mais horizonte”, explicou Sandra Oliveira, sublinhando a pertinência da escolha para o trabalho com crianças.</p>



<p>A programação inclui o espetáculo “Pó-de-pedra, Pode Pedra”, de Patrícia Portela em cocriação com a bailarina Natacha Campos, o concerto da pianista Joana Gama com o seu toy piano, e o espetáculo de teatro silencioso “Giraffes”, da companhia Xirriquiteula Teatre (Barcelona), premiada internacionalmente.</p>



<p>Integram ainda o programa oficinas conduzidas por artistas de Viseu, como Liliana Bernardo, Mariana Pamplona, Paula Magalhães e Ana Verónica, bem como sessões de narração de histórias por Sofia Correia, Rita Sineiro, Patanisca e Sardanisca e Cláudia Sousa.</p>



<p>Para além da programação estruturada, o festival oferece também espaços de brincadeira livre, como o playground sensorial, o parque de esculturas com novos “bichos de madeira”, a Cama Poema, o Barco à Vela de Areia, a Casinha da Floresta, a Árvore das Notícias e as Casas Abrigo.</p>



<p>“Interessa-nos que os miúdos possam brincar pelo brincar, serem autónomos e decidirem a sua própria brincadeira sem conteúdos programáticos impostos”, destacou a direção artística, sublinhando a importância da autonomia e da imaginação no desenvolvimento infantil.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/parque-aquilino-ribeiro-palco-de-festival-cultural-para-a-infancia/">Parque Aquilino Ribeiro palco de festival cultural para a infância</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Casa da Cultura de Santa Comba Dão recebe concerto da Filarmonia das Beiras</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/casa-da-cultura-de-santa-comba-dao-recebe-concerto-da-filarmonia-das-beiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 10:38:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Santa C. Dão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Casa da Cultura de Santa Comba Dão recebe, no próximo dia 6 de junho, pelas 21h30, um concerto da Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB), que contará com a participação de alunos do Conservatório de Música e Artes do Dão (CMAD) distinguidos com os prémios Solista e Estágio Orquestral da Fundação Lapa do Lobo. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Casa da Cultura de Santa Comba Dão recebe, no próximo dia 6 de junho, pelas 21h30, um concerto da Orquestra Filarmonia das Beiras (OFB), que contará com a participação de alunos do Conservatório de Música e Artes do Dão (CMAD) distinguidos com os prémios Solista e Estágio Orquestral da Fundação Lapa do Lobo.</p>



<p>O espetáculo destaca o talento e mérito dos jovens músicos envolvidos no projeto, com Cláudio Pereira, no trombone, e Francisco Abreu, no canto, a assumirem o papel de solistas da noite. Os alunos premiados no Estágio Orquestral integrarão igualmente a Filarmonia das Beiras, atuando lado a lado com os músicos profissionais da orquestra, sob direção do maestro Luís Carvalho.</p>



<p>O programa musical inicia-se com a abertura da ópera&nbsp;<em>Nabucco</em>, de Giuseppe Verdi, seguindo-se o&nbsp;<em>Concertino para Trombone</em>, de Ferdinand David, interpretado por Cláudio Pereira, e a ária&nbsp;<em>Non più andrai, farfallone amoroso</em>, de Mozart, pela voz de Francisco Abreu.</p>



<p>Na segunda parte do concerto, o público poderá assistir à interpretação integral da célebre&nbsp;<em>Sinfonia n.º 9</em>, de Antonín Dvořák, uma das obras mais emblemáticas do repertório sinfónico mundial.</p>



<p>Este concerto resulta de um projeto formativo desenvolvido em residência artística na Casa de Música, em Aveiro, promovendo a partilha de experiências entre jovens músicos e profissionais da Orquestra Filarmonia das Beiras, num contexto de valorização do ensino artístico e da formação musical.</p>



<p>A iniciativa integra a programação da Casa da Cultura 2024-2027 | Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses (RTCP), sendo promovida pelo Município de Santa Comba Dão em parceria com o Conservatório de Música e Artes do Dão e a Fundação Lapa do Lobo, contando ainda com financiamento da Direção-Geral das Artes.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/casa-da-cultura-de-santa-comba-dao-recebe-concerto-da-filarmonia-das-beiras/">Casa da Cultura de Santa Comba Dão recebe concerto da Filarmonia das Beiras</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8220;Não há filmes bons por terem bons temas, há filmes bons por terem temas bem filmados”</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/nao-ha-filmes-bons-por-terem-bons-temas-ha-filmes-bons-por-terem-temas-bem-filmados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2026 09:59:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A caminho da sua 10.ª edição, o vistacurta, festival de curtas-metragens, continua a movimentar o audiovisual da região de Viseu. Rodrigo Francisco,&#160;coordenador geral do Cine Clube de Viseu,revelou os critérios para a competição e defendeu que o público português sabe dar valor ao cinema nacional quando existe qualidade. Segundo Rodrigo Francisco, a expectativa é terem [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A caminho da sua 10.ª edição, o vistacurta, festival de curtas-metragens, continua a movimentar o audiovisual da região de Viseu. Rodrigo Francisco,&nbsp;coordenador geral do Cine Clube de Viseu,revelou os critérios para a competição e defendeu que o público português sabe dar valor ao cinema nacional quando existe qualidade.</p>



<p>Segundo Rodrigo Francisco, a expectativa é terem cerca de 300 curtas-metragens a concurso, filmadas nos dois anos anteriores. Destas três centenas, os jurados devem escolher apenas entre 16 a 18 finalistas para a competição. O júri de seleção tem sete pessoas com gostos diferentes e privilegia visões ousadas.&nbsp;&#8220;Não há filmes bons por terem bons temas, há filmes bons por terem temas bem filmados”&nbsp;afirma o coordenador do Cine Clube de Viseu, ressaltando, ainda que o festival recebe poucos documentários em comparação com filmes de ficção.</p>



<p>Uma das grandes inovações do festival é o Júri Jovem, composto por estudantes do ensino secundário, que avaliam os mesmos filmes que os realizadores adultos.&nbsp;&#8220;Os jovens de 15 a 17 anos procuram coisas totalmente diferentes no cinema do que os profissionais do setor,&nbsp;que são pessoas de 40 e 50 anos&#8221;, destaca Rodrigo Francisco, reforçando que esta é a melhor forma de perceber o que o público do futuro gostaria de ver.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Com um grande impacto na região, a categoria de produções locais tem um papel transformador. O vistacurta dá a oportunidade a jovens e estudantes de exibirem os seus filmes numa sala de cinema real, com um ecrã de sete metros e público verdadeiro. “O maior impacto de todos, é para os próprios autores dos filmes locais. Que nos dizem que nunca imaginaram poder passar um filme que eu fiz só com amigos”, afirma o responsável.&nbsp;</p>



<p>Rodrigo Francisco recusa a ideia de que os portugueses só valorizam o que vem de fora. Para ele, o público apoia o cinema quando o trabalho é bem feito e como exemplo de talento na região, relembra que alguns dos melhores diretores de fotografia de Portugal, como Leonardo Simões e Marta Simões, que nasceram em Viseu.</p>



<p>O verdadeiro sucesso do vistacurta não se mede apenas pelos números de produções ou pelos prémios. Rodrigo Francisco afirma que o maior impacto do festival é na criação de uma identidade e ver a cidade de Viseu transformada em um polo audiovisual, aproximando os jovens estudantes, os produtores e garantindo que o cinema da região seja visto e valorizado.</p>



<p>O festival do Cine Clube de Viseu atribui as seguintes distinções e valores: Competição Local (€1.500): Dedicada a filmes (ficção, documentário, animação ou videoclips) realizados no distrito de Viseu; e Competição Nacional (€1.500): Para produções portuguesas com duração até 20 minutos. A edição 2026 decorrerá nos dias 13 a 17 de outubro, e além dos filmes oferecerá também conversas com o público, aulas de cinema, workshops e concertos. As Inscrições estarão abertas até 30 de junho.</p>



<p></p>



<p>Por: Ana Luiza Ferreira e Maria Vilas Boas, alunas do 2.º ano do curso de Comunicação Social da Escola Superior de Educação de Viseu</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/nao-ha-filmes-bons-por-terem-bons-temas-ha-filmes-bons-por-terem-temas-bem-filmados/">“Não há filmes bons por terem bons temas, há filmes bons por terem temas bem filmados”</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Companhia Nacional de Bailado leva “Only Duos” ao Teatro Viriato</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/companhia-nacional-de-bailado-leva-only-duos-ao-teatro-viriato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 10:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Companhia Nacional de Bailado apresenta, no próximo dia 29 de maio, às 21h00, no Teatro Viriato, o espetáculo “Only Duos”, um programa exclusivo para circulação nacional que celebra a força, a intimidade e a expressividade do encontro entre duas presenças em palco. O programa reúne um conjunto de duos cuidadosamente selecionado de coreógrafos que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Companhia Nacional de Bailado apresenta, no próximo dia 29 de maio, às 21h00, no Teatro Viriato, o espetáculo “Only Duos”, um programa exclusivo para circulação nacional que celebra a força, a intimidade e a expressividade do encontro entre duas presenças em palco.</p>



<p>O programa reúne um conjunto de duos cuidadosamente selecionado de coreógrafos que exploram múltiplas linguagens coreográficas, do clássico ao contemporâneo, evidenciando a versatilidade técnica e interpretativa dos bailarinos da companhia. Através de diferentes abordagens estéticas, “Only Duos” propõe uma reflexão sobre as relações humanas em movimento — do conflito à harmonia, da dependência à autonomia — num diálogo constante entre corpo, espaço e música.</p>



<p>Nesta apresentação serão interpretadas três obras que passam a integrar o repertório da Companhia Nacional de Bailado: “O Espectro da Rosa”, de Michel Fokine, o dueto do bailado “Le Parc”, de Angelin Preljocaj, e “Swan Lake Dream”, de Filipe Portugal. O espetáculo inclui ainda estreias absolutas assinadas pelos coreógrafos Miguel Ramalho, Wubkje Kuindersma e Joseph Toonga.</p>



<p>A digressão de “Only Duos” integra a missão da Companhia Nacional de Bailado de democratizar o acesso à dança clássica e contemporânea, levando o seu repertório a diferentes públicos e regiões do país. O formato de duos proporciona uma experiência cénica mais próxima e intensa, onde cada gesto e interação assumem uma dimensão ampliada.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/companhia-nacional-de-bailado-leva-only-duos-ao-teatro-viriato/">Companhia Nacional de Bailado leva “Only Duos” ao Teatro Viriato</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>ZigurFest desvenda cartaz para três dias gratuitos de música portuguesa emergente</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/zigurfest-desvenda-cartaz-para-tres-dias-gratuitos-de-musica-portuguesa-emergente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 09:43:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Lamego]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O músico e criador sonoro Vasco Alves estará em residência artística em Lamego durante a edição deste ano do ZigurFest, desenvolvendo um trabalho de exploração psicoacústica em vários espaços da cidade, anunciou a organização. A residência surge como um dos destaques da programação do festival, que regressa entre 20 e 22 de agosto com entrada livre e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O músico e criador sonoro Vasco Alves estará em residência artística em Lamego durante a edição deste ano do ZigurFest, desenvolvendo um trabalho de exploração psicoacústica em vários espaços da cidade, anunciou a organização. A residência surge como um dos destaques da programação do festival, que regressa entre 20 e 22 de agosto com entrada livre e uma forte aposta na descoberta artística e na relação entre música e comunidade.</p>



<p>Ao longo de três dias (20 a 22 de agosto), o ZigurFest volta a ocupar espaços que o diferenciaram na primeira edição, há 15 anos,, como o Teatro Ribeiro Conceição, a Rua da Olaria, a Alameda e o Bairro da Ponte, transformando o espaço urbano num percurso de concertos.</p>



<p>O cartaz deste ano reúne propostas de diferentes universos sonoros emergentes e linguagens artísticas. Entre os nomes confirmados estão Aires e Dan Iro, com ambientes imersivos e eletrónicos; Plano Trifásico e a sua abordagem minimalista e experimental; La Familia Gitana, num registo festivo e comunitário; e ainda a energia de Mangualde e Prado, a introspeção de Riva Mut, o rock das Lesma, o punk de Clarisse e os Desviados, os ambientes feéricos dos Alomorfia e a libertação sónica dos KIK.</p>



<p>A programação inclui também um encontro especial da Tribo Improviso, dirigida por Bá Álvares com os utentes da Associação Portas Prá Vida, com Dora Vieira e David Machado, num momento pensado em torno da improvisação e da criação coletiva.</p>



<p>A organização realça que o ZigurFest mantém a identidade construída ao longo dos últimos anos, como sendo um espaço de proximidade, inclusão e experimentação artística, onde o encontro entre artistas, público e cidade continua a assumir um papel central. A organização reforça ainda o compromisso de preservar o festival como um lugar seguro de diversidade.</p>



<p>A edição deste amo marca também uma mudança simbólica na história do evento, ao ser anunciada como a última vez em que o ZigurFest acontece exclusivamente no pico do verão, deixando em aberto novas possibilidades para o futuro do festival em Lamego.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/zigurfest-desvenda-cartaz-para-tres-dias-gratuitos-de-musica-portuguesa-emergente/">ZigurFest desvenda cartaz para três dias gratuitos de música portuguesa emergente</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Vera Morais é a mais recente confirmação do festival Que Jazz É Este?</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/vera-morais-e-a-mais-recente-confirmacao-do-festival-que-jazz-e-este/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 11:44:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cantora e compositora&#160;Vera Morais&#160;é a mais recente confirmação do cartaz da 14.ª edição do&#160;Que Jazz É Este?, que regressa a&#160;Viseu&#160;entre os dias 8 e 19 de julho. Com entrada livre em todas as atividades e apelo ao donativo consciente, o festival mantém a sua identidade comunitária e descentralizada, afirmando-se como um espaço de encontro, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cantora e compositora&nbsp;Vera Morais&nbsp;é a mais recente confirmação do cartaz da 14.ª edição do&nbsp;Que Jazz É Este?, que regressa a&nbsp;Viseu&nbsp;entre os dias 8 e 19 de julho.</p>



<p>Com entrada livre em todas as atividades e apelo ao donativo consciente, o festival mantém a sua identidade comunitária e descentralizada, afirmando-se como um espaço de encontro, experimentação e participação, onde o jazz dialoga com diferentes linguagens artísticas e ocupa lugares inesperados da cidade e do concelho.</p>



<p>Vera Morais atua no dia 17 de julho, às 21h30, nos claustros do&nbsp;Museu Nacional Grão Vasco, apresentando o projeto “Eupnea”. A artista portuense, atualmente sediada em Amesterdão, propõe uma exploração da voz enquanto território de invenção, respiração e escuta partilhada, num concerto intimista e sensorial.</p>



<p>As novas confirmações juntam-se aos nomes já anunciados:&nbsp;Maria Luiza Jobim,&nbsp;AZUL PISCINA&nbsp;e o tradicional&nbsp;Workshop de Jazz de Viseu, que chega este ano à 18.ª edição.</p>



<p>O festival arranca a 8 de julho com uma das iniciativas mais emblemáticas da programação, o “Jazz ao Domicílio”. Nesta edição, a dixieband&nbsp;Chinfrim&nbsp;vai percorrer o Departamento de Psiquiatria do Hospital de Viseu, o Internato Dr. Vítor Fontes e o Estabelecimento Prisional de Viseu, levando a música a contextos pouco habituais e reforçando a dimensão humana e inclusiva do evento.</p>



<p>No dia 12 de julho, o festival desloca-se à aldeia de&nbsp;Várzea de Calde&nbsp;para uma tarde dedicada à comunidade, ao território e à criação contemporânea. O programa inclui uma oficina de videoarte orientada pela artista plástica&nbsp;Beatriz Rodrigues, além de concertos dos Chinfrim e do projeto&nbsp;Três Tempos, promovido pelo&nbsp;Teatro Viriato&nbsp;e orientado pelos músicos&nbsp;Xullaji&nbsp;e&nbsp;Bruno Pinto.</p>



<p>Já a 14 de julho, o “Jazz na Rua” invade a feira semanal de Viseu com um concerto ambulante protagonizado por alunos da&nbsp;Escola Profissional da Serra da Estrela, transformando o espaço público num lugar de escuta e aproximação ao jazz.</p>



<p>As tradicionais jam sessions regressam igualmente ao&nbsp;Carmo’81, promovendo encontros intergeracionais entre músicos profissionais, estudantes e público. No dia 16, o coletivo&nbsp;Batalha da Visa&nbsp;abre a sessão acompanhado pela nova geração de músicos da&nbsp;Gira Sol Azul. Já no dia 17, os&nbsp;Santa Combo, do&nbsp;Conservatório de Música e Artes do Dão, conduzem mais uma noite de improvisação e partilha musical.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/vera-morais-e-a-mais-recente-confirmacao-do-festival-que-jazz-e-este/">Vera Morais é a mais recente confirmação do festival Que Jazz É Este?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Adília Lopes e Manuel Alvess em destaque no Jardim das Artes e das Letras de Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/adilia-lopes-e-manuel-alvess-em-destaque-no-jardim-das-artes-e-das-letras-de-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 16:37:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Adília Lopes e Manuel Alvess são os artistas em destaque no Jardim das Artes e das Letras, em Viseu, que este ano terá um primeiro momento dedicado aos alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo, anunciou hoje a organização. “Vamos ter dois artistas em foco, um na área da poesia e outro na área das [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Adília Lopes e Manuel Alvess são os artistas em destaque no Jardim das Artes e das Letras, em Viseu, que este ano terá um primeiro momento dedicado aos alunos do pré-escolar e do primeiro ciclo, anunciou hoje a organização.</p>



<p>“Vamos ter dois artistas em foco, um na área da poesia e outro na área das artes visuais”, Adília Lopes e Manuel Alvess, respetivamente, porque “ambos comungam uma relação muito forte com a palavra”, justificou a diretora artística do Jardim das Artes e das Letras (JAL), Sandra Oliveira, durante a apresentação da programação.</p>



<p>A segunda edição do JAL, que decorrerá no Parque Aquilino Ribeiro, em Viseu, terá um primeiro momento dedicado aos mais novos, nos dias 1 e 2 de junho, no âmbito do Dia Mundial da Criança, e um segundo momento entre 25 de junho e 05 de julho.</p>



<p>“Há esta necessidade vital de que também possamos trabalhar com os públicos escolares de Viseu”, explicou Sandra Oliveira.</p>



<p>Durante dois dias, o Parque Aquilino Ribeiro receberá 1.200 crianças, que participarão em 112 atividades artísticas e de leitura.</p>



<p>O objetivo é que as escolas e as suas crianças tenham uma relação “com a cidade e com o espaço público num ambiente natural” e, ao mesmo tempo, esta seja “uma relação através do pensamento, da diversão, da criação e da imaginação”, acrescentou.</p>



<p>A escolha do pré-escolar e do primeiro ciclo prendeu-se com o facto de serem as idades para as quais há menos programação disponível.</p>



<p>As crianças e famílias terão à sua disposição nove estações de atividades: quatro dedicadas à narração de histórias, quatro a oficinas que abordam temas como poesia, imaginação e civilidade e um palco para concertos e teatro.</p>



<p>No primeiro momento do JAL, será trabalhada a poética de Adília Lopes, com base no título do seu poema “Dois pássaros a voar, mais vale”.&nbsp;</p>



<p>“Tem a ver com a liberdade, o respeito pela natureza, a diversidade. E o mais vale [tem a ver] com mais horizonte. Achámos uma frase muito bonita para trabalhar com as crianças”, explicou Sandra Oliveira.</p>



<p>A programação deste primeiro momento do JAL, realizado em coorganização com a Junta de Freguesia de Viseu, inclui o espetáculo “Pó-de-pedra, Pode Pedra”, com texto de Patrícia Portela e cocriação com a bailarina Natacha Campos, no dia 01 de junho.</p>



<p>Um concerto da pianista Joana Gama com o seu “toy piano (piano de brincar)”, o espetáculo intergeracional de teatro silencioso, mas hilariante, “Giraffes”, do Xirriquiteula Teatre (Espanha), oficinas com as artistas de Viseu Liliana Bernardo, Mariana Pamplona, Paula Magalhães e Ana Verónica, e histórias contadas por Sofia Correia, Rita Sineiro, Patanisca e Sardanisca e Cláudia Sousa integram o programa.</p>



<p>As crianças poderão também brincar sem hora marcada no “playground sensorial”, no parque de esculturas (que este ano receberá mais “bichos de madeira”), na Cama Poema, no Barco à Vela de Areia, na Casinha da Floresta, na Árvore das Notícias e nas Casas Abrigo.</p>



<p>“Interessa-nos que os miúdos possam brincar pelo brincar, serem autónomos e decidirem a sua própria brincadeira sem nós termos de ter conteúdos programáticos para lhes dar”, justificou a diretora artística.</p>



<p>A programação do segundo momento do JAL, mais focada em Manuel Alvess e que é coorganizada com a Câmara de Viseu, tem divulgação prevista para 15 de junho.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/adilia-lopes-e-manuel-alvess-em-destaque-no-jardim-das-artes-e-das-letras-de-viseu/">Adília Lopes e Manuel Alvess em destaque no Jardim das Artes e das Letras de Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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