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	<title>Jornal do Centro</title>
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	<description>Diário online</description>
	<lastBuildDate>Mon, 17 Jun 2013 09:00:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Edição 587 – Edição Completa</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 09:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição impressa]]></category>

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		<description><![CDATA[06 a 12  de junho de 2013 Partilhar no Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><iframe src="http://e.issuu.com/embed.html#1211605/3375551" frameborder="0" width="525" height="372"></iframe><br />06 a 12  de junho de 2013</p>
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		<title>“Há falta de debate de ideias em Viseu”</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 08:30:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emilia Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[À Conversa]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[Manuela Antunes, conhecida entre os seus amigos por Né, nasceu em Viseu há 46 anos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_11431" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/manuela-antunes.jpg"><img class="size-medium wp-image-11431" title="manuela antunes" src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/manuela-antunes-300x224.jpg" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Manuela Antunes</p></div>
<p>Manuela Antunes, conhecida entre os seus amigos por Né, nasceu em Viseu há 46 anos. Professora de educação física, atleta, dirigente sindical e artista, é a Viseu que dedica toda a sua atividade cívica e a energia que todos lhe reconhecem. A deputada na Assembleia Municipal de Viseu desde março em substituição de Carlos Vieira, é dirigente do Sindicato dos Professores da Região Centro. Foi presidente da Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco de Viseu, de 2008 a abril de 2013, e está ligada ao teatro amador. No mês passado anunciou a sua candidatura à Câmara de Viseu pelo Bloco de Esquerda (BE). Militante do BE há 15 anos revela que chegou a hora de avançar para um novo desafio. As suas prioridades passam por “reabilitar”, uma área em que aponta o dedo à gestão de Fernando Ruas. Cita a “rua das bocas”, artéria onde cresceu e ainda vive, como exemplo de abandono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Aonde vai buscar essa energia positiva que toda a gente lhe reconhece?</p>
<p>Eu penso que é por gostar muito de viver e achar que tudo pode ser a última vez que se faz, ou seja, viver todos os momentos com muita intensidade, claro que com muita responsabilidade, mas é o que me leva a estar envolvida em muitas coisas e a habituar os meus filhos a isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porque tomou a decisão de se candidatar à Câmara de Viseu?</p>
<p>Um pouco porque os meus camaradas do Bloco acharam que neste momento seria a pessoa ideal, talvez pelo meu percurso. Estive sempre no Bloco desde a sua constituição (15 anos), acompanhei campanhas, fiz parte de listas, mas o facto de ter terminado a minha representação na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, estava na altura de ter uma participação mais interventiva na minha cidade e no meu concelho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É falsa a ideia que fica na população, de que nos pequenos partidos há três ou quatro pessoas que vão rodando em tempo de eleições?</p>
<p>Não me revejo nada nisso. Eu comungo das ideias do Bloco. Tenho as minhas próprias ideias e algumas até diferentes, mas identifico-me muito com o Bloco, porque há muitas ideias diferentes que se aproveitam e se debatem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A candidatura de Manuela Antunes surgiu a partir desse debate?</p>
<p>Fomos falando de pessoas que poderiam encabeçar a lista, até que surgiu o meu nome. No início fiquei um pouco assustada, apesar da relação que tenho com a cidade, pensando que a partir do anúncio da minha candidatura as pessoas passariam a olhar para mim de maneira diferente, mas é mais um desafio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Já sente essa nova atitude dos viseenses?</p>
<p>Já estou a sentir um pouco isso, mas é positivo. E mais: provoca-me uma sensação de responsabilidade e o facto de serem sempre os mesmos [candidatos] ao longo de muitos anos, a minha candidatura cria nas pessoas alguma curiosidade. Em Viseu existem dois grandes partidos e acaba por ser só um, ou seja, há muitos anos que nem a rotatividade se verifica, uma vez que, o dr. Fernando Ruas esteve 24 anos na Câmara.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fez uma estreia na penúltima sessão da Assembleia Municipal de Viseu, ao substituir o deputado do BE, Carlos Vieira. Qual a impressão que tem daquele orgão Municipal?</p>
<p>Está tudo a falar do mesmo. Não há debate de ideias. Eu levei uma serie de questões à Assembleia e, apesar de achar que muitas pessoas dos outros partidos concordavam com elas, não o manifestaram. Quero dizer publicamente que me faz muita confusão concordar com uma coisa e não a aprovar só porque tem que votar em concordância com o seu partido. Se o PSD apresentar uma medida que eu entenda ser válida para o concelho, votarei favoravelmente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tem algum exemplo concreto?</p>
<p>Li na semana passada no jornal que foi aprovado na Câmara, por unanimidade, a proposta de redução do IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis), quando o Bloco de Esquerda já tinha levado a proposta à Assembleia Municipal, que foi chumbada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fernando Ruas vai agora levar a proposta à apreciação da Assembleia Municipal.</p>
<p>Vai e vou fazer questão de lembrar que o Bloco já tinha apresentado esta proposta e vou votar a favor. Claro que a Câmara não o vai dizer, mas indiretamente vai dar-nos razão. Nós levámos à Assembleia uma moção contra as portagens na A25 e na A24, ela foi chumbada com os votos contra do PSD e do CDS e com a abstenção do PS, mas verdade é que está toda agente contra as portagens. Custa muito levar propostas válidas para os munícipes e, depois, só porque é o Bloco que as apresenta, chumbam-se essas propostas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Isso acontece porquê?</p>
<p>Só por falta de debate de ideias. Acho que há falta de debate de ideias em Viseu. Esta é uma cidade bonita, boa para se viver, mas temos que discutir ideias. As pessoas têm medo de perder alguma coisa, e não posso dizer mais nada porque ainda ando à procura de respostas para isso. O Bloco candidata-se a colocar pessoas nos sítios onde devem estar para debater o concelho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os deputados preparam-se mal?</p>
<p>Não é tanto isso. Na votação do Relatório de Contas (2012), o Bloco votou contra, não porque achasse que as contas estavam mal, mas porque considerou que algumas rubricas deveriam ser para investimento noutras áreas. Mas houve uma discussão tão acesa pelo segundo partido da oposição (PS) que me levou a pensar que o PS ia votar contra comigo. Só que, no momento da votação absteve-se e eu fiquei um pouco chocada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Manuela Antunes anunciou que está a preparar um pacote de medidas para “incentivar a democracia participativa”. Já pode adiantar algumas dessas medidas?</p>
<p>Nós temos medidas para o que chamamos de três grandes joias da coroa. A reabilitação do centro histórico, que para nós está com duas décadas de atraso. Reconhecemos que já foram dados grandes passos, mas tem muitas casas devolutas, está despovoado e esse é que é o problema. Sempre considerámos que devia ser um local privilegiado para a habitação e comércio. Recordo-me de ter lido declarações do dr. Fernando Ruas a dizer que a saída da Farmácia Pinto [do Largo Pintor Gata] era boa, porque atraia menos carros. Nunca é bom ver sair um serviço do centro histórico. Defendemos uma política ativa a favor do mercado de arrendamento por acharmos que é muito importante e fundamental em termos de habitação social, a criação de uma bolsa de habitação para fogos a preços controlados, urgente para tirar esta ideia de construir bairros sociais em que se metem as pessoas todas lá dentro.</p>
<p>Quais são as outras “joias da coroa”?</p>
<p>A segunda é a Cava do Viriato. Muita gente não sabe que é o único monumento muçulmano na Europa neste estado de conservação e que no mundo só existe outro, na cidade de Samarra, no Iraque. Defendemos como prioridade a construção do centro de interpretação da Cava de Viriato porque seria fundamental para dinamizar o espaço. A Cava de Viriato parece que é apenas uma estátua de Viriato que está ali, mas tem um peso histórico muito grande. Teria sido mais importante essa aposta do que, por exemplo, desbaratar fundos do programa Polis, que levou a obras inúteis como o túnel ou o funicular. Não levou gente ao centro histórico que era um dos grandes objetivos em termos turísticos, e quantas pessoas o utilizam por dia?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qual é a proposta da candidatura para o turismo?</p>
<p>Os turistas ficam em Viseu no máximo até dois dias, porque existe, por exemplo, o problema de não haver um parque de campismo municipal em Viseu e muitos turistas fogem para S. Pedro do Sul ou Vouzela. Portanto, defendemos a municipalização do parque de campismo, voltando a abrir no Fontelo. A nossa terceira joia da coroa é exatamente a mata do Fontelo. Tem uma diversidade vegetal muito grande, com espécies raras em Portugal e muitas espécies que são só desta região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como está a mata do Fontelo na sua opinião?</p>
<p>Um pouco ao abandono. Uma das propostas é a sua reflorestação. Quem conhece e quem treina na mata como é o meu caso, verifica que há uma necessidade muito grande de substituir árvores e proteger outras. Continuando a falar das nossas propostas, reforço o problema dos Bombeiros Municipais de Viseu. O corpo de bombeiros tem apenas 39 elementos e seis estão à espera de aposentação, o que, para um concelho que tem 100 mil habitantes, não é digno mesmo considerando que existe o corpo dos Bombeiros Voluntários. Aconteceu uma situação em janeiro em que estavam sete bombeiros de prevenção. Os sete tiverem que sair e se acontecesse outra tragédia não havia bombeiros. O dr. Fernando Ruas chegou a dizer que, por vontade dele, não haveria bombeiros municipais, mas duas corporações de voluntários, quando já há poucos países no mundo inteiro com bombeiros voluntários, são todos profissionais. Atualizaremos também o plano municipal de emergência e criaremos uma comissão municipal de proteção civil que se tem vindo a arrastar há alguns anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das bandeiras que já avançou prende-se com o tão criticado Mercado 2 de Maio, requalificado ao abrigo de um projeto do arquiteto Siza Vieira. O que pensa apresentar ao eleitorado?</p>
<p>Reforço que não só o mercado mas toda a zona envolvente sofreram muito com a sua saída. A Rua Direita foi uma delas. Eu penso que o arquiteto Siza Vieira fez assim porque lhe pediram, se calhar, se lhe tivessem pedido outra coisa com objetivos concretos, ele faria uma coisa útil que se pudesse rentabilizar. A atual praça (Rua 21 de Agosto) não existe e não vai faltar muito para que seja uma zona abandonada, porque já está semiabandonada. Consideramos que seria possível promover no Mercado 2 de Maio um projeto de loja aberta com produtos frescos. Defendemos ainda a criação de um banco de terras, porque o concelho é muito rico em terrenos que estão ao abandono.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os projetos que apresenta estão muito direcionados para a cidade como zona urbana…</p>
<p>Claro que não vamos esquecer o concelho no seu todo. Defendemos, por exemplo, um novo plano para os transportes públicos. Quem vive nas zonas limítrofes da cidade não tem uma ligação fácil para vir, por exemplo, ao cinema à noite.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muitas das ideias que apresenta foram anunciadas há quatro anos aquando da candidatura de Graça Pinto.</p>
<p>É natural. É o nosso projeto, só que pouca coisa conseguimos alterar, mesmo estando na Assembleia Municipal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>De semana para semana os viseenses apercebem-se que os vários candidatos à Câmara apresentam propostas muito parecidas, desde animar a economia, criar empresas, gerar emprego, encontrar um projeto para o centro histórico&#8230; Onde podemos encontrar a diferença no projeto da Manuela Antunes?</p>
<p>Se calhar a diferença está no facto de que os principais candidatos, o dr Almeida Henriques (PSD) e o dr. José Junqueiro (PS) estiveram anos no Governo. O dr. Junqueiro até foi secretário de Estado da Administração Local, o sítio ideal para poder mudar alguma coisa. Hoje reivindicam muito e querem alterar muita coisa, mas têm estado sempre ligados a estruturas do poder. A questão da ligação alternativa ao IP3, a questão do comboio&#8230; O comboio é muito importante, mas não vamos enganar as pessoas, é muito caro fazer nesta altura uma linha daqui até Mangualde. Tem muito mais lógica criar uma ligação rodoviária rápida e direta à Estação de Mangualde. É mais rápido ir da Central de Camionagem de Viseu à Estação de Mangualde do que da Central de Sete Rios a Santa Apolónia. Já sugerimos a Fernando Ruas que tentasse negociar com a empresa Berrelhas (concessionária das carreiras dos STUV).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Que caminho abriria para a criação de emprego no concelho de Viseu?</p>
<p>É fundamental para uma economia sustentável do concelho, a criação de emprego. Quer atraindo indústrias não poluentes, quer fomentando a criação de empresas ligadas ao turismo e à cultura, tirando partido da localização de Viseu como charneira de vias de comunicação estratégicas e do riquíssimo património natural e cultural da cidade e da região, já dotadas de agentes culturais de elevado nível e dinamismo, carentes de mais e melhores apoios. Eu acho que a parte turística tem que ser muito potenciada em Viseu, ou seja, fazer com que venham turistas. Viseu é uma cidade histórica o que permite trazer gente, mas temos que as manter cá mais dias. Isso tem que ser trabalhado num plano anual. Culturalmente, a cidade tinha que ser ativa para atrair pessoas. A cultura é uma indústria e tem que se pensar como tal, na perspetiva de que tem de ser rentável. Houve uma política ao longo dos anos, que incentivou a fazer de Viseu a cidade dormitório, e não houve o espírito de investir e manter cá as pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Que críticas aponta ao projeto de Fernando Ruas?</p>
<p>O facto de ter gerido bem as contas é um dado positivo, mas aponto alguns defeitos na questão das prioridades. Deu demasiada prioridade ao betão, a cidade está bonita, mas depois vamos ao cerne a verificamos que está velha apesar da cara lavada em algumas zonas. Deu-se prioridade à construção e não houve prioridade em reabilitar. Aqui é importante falar no Bairro Municipal que está a ser deitado abaixo. Não tinha condições de habitabilidade mas para nós Bloco era fundamental reabilitar aquelas casas. Nós propomo-nos recuperar as casas devolutas e em ruínas que os proprietários não tenham vontade ou meios para o fazer, tomando posse administrativa e colocando-as para arrendar. Em dez anos, a autarquia recuperará o investimento, não apenas em rendas mas no repovoamento. E, entretanto, cria emprego, requalifica o espaço público, densifica a cidade. Depois de ressarcida, a Câmara devolverá as casas aos seus proprietários.</p>
<p>Mudava alguma coisa na Feira de S. Mateus?</p>
<p>Eu não gosto do espaço atual da Feira de S. Mateus. Podia ter-se modernizado o antigo espaço com aquela fonte atrás do antigo palco que não se sabe onde está e muitos outros aspetos. Se perguntar às pessoas da cidade ninguém gosta desta nova estrutura da Feira de S. Mateus. A programação dos últimos dois anos melhorou, mas pode ir mais longe, porque movimenta muita gente. Modernizar não pode ser confundido com estragar e aquele espaço tinha coisas de que toda a gente gostava.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Bloco de Esquerda continua a defender a universidade politécnica para Viseu?</p>
<p>Afinal a ideia não era utópica porque hoje ouvimos [o presidente do IPV e outros] a defendê-lo. Nós não mudamos o discurso de um dia para o outro. Consideramos que os atuais candidatos à Câmara de Viseu enganaram os viseenses com modelos de universidade quase da treta e nós temos a convicção de que aconteceu isso para não prejudicar os interesses privados. A transformação do Instituto Politécnico em Universidade Politécnica já evoluiu há algum tempo em muitos países, agora até já tem outro nome de Universidade de Ciências Aplicadas entendida como um ensino mais prático, e Viseu (IPV) tem as condições ideais para o fazer. Aveiro tem quatro escolas politécnicas que estão incluídas na universidade, portanto, não é sequer uma inovação, são coisas normais que não aconteceram em Viseu e isso é mau. As pessoas que estão agora a querer tudo para a cidade já o podiam ter feito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como está o processo de constituição das listas?</p>
<p>Está a decorrer. Nós não trabalhamos para a política a tempo inteiro e isso, às vezes, dificulta bastante. Estamos numa fase confortável em final de constituição de listas. Temos militantes do Bloco, temos independentes em várias áreas… E há uma esquerda mais ligada ao PS que está um pouco zangada e que participa nas nossas discussões ou simplesmente diz o que pensa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É verdade que muitos jovens e independentes aceitaram candidatar-se nas listas do BE?</p>
<p>É verdade. E sinto que há cidadãos que querem ver pessoas diferentes e ideias diferentes nas estruturas municipais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Qual é o objetivo para estas eleições?</p>
<p>O grande objetivo é aumentar o número deputados na Assembleia Municipal e fazer entrar vereadores na Câmara. Tem que ser um objetivo, porque quando entramos num jogo é para ganhar, claro que depois há fatores que condicionam.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O BE continua a ter dificuldades em se instalar nas zonas rurais do concelho?</p>
<p>É a nossa maior dificuldade. São freguesias há muitos anos ligadas ao partido que está no poder.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O Bloco de Esquerda em 2009 concorreu em 11 das 34 freguesias (hoje são 25). Vai pelo menos manter este objetivo.</p>
<p>É um objetivo, mas não será vergonha nenhuma se não o conseguirmos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O painel de candidatos é interessante…</p>
<p>E eu sou a única mulher é isso que quer dizer? Eu não quero estar aqui pelo facto de ser mulher, seria redutor, a verdade é que há muita gente válida, seja homem ou seja mulher. O Bloco abre as portas e nós precisamos de toda a gente que tenha algo a dizer pela sua cidade. Uma das coisas que propomos é criar uma Assembleia Municipal mais participativa, mais virada para as pessoas, e que os orçamentos da Câmara também sejam participativos, ou seja, deixar uma parte do orçamento para aplicar em propostas das pessoas do concelho. O Bloco quer renovar a cidade e quer a participação de todos.</p>
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		<title>Ponte pedonal vai ligar Rua Serpa Pinto ao recinto da Feira de S. Mateus</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 15:51:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emilia Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[arquitetura]]></category>
		<category><![CDATA[engenharia]]></category>
		<category><![CDATA[pontes]]></category>
		<category><![CDATA[viseu]]></category>

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		<description><![CDATA[A sociedade de reabilitação urbana Viseu Novo inicia na próxima segunda-feira, dia 17 a construção de uma ponte pedonal que fará a ligação entre a Rua Serpa Pinto e o Parque da Feira de S. Mateus, sobre o Rio Pavia, em Viseu. A ponte terá 13 metros de extensão e será constituída por 19 painéis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/ponto-serpa-pinto.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11460" title="ponto serpa pinto" src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/ponto-serpa-pinto-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>A sociedade de reabilitação urbana Viseu Novo inicia na próxima segunda-feira, dia 17 a construção de uma ponte pedonal que fará a ligação entre a Rua Serpa Pinto e o Parque da Feira de S. Mateus, sobre o Rio Pavia, em Viseu.</p>
<p>A ponte terá 13 metros de extensão e será constituída por 19 painéis de laje em material compósito, betão armado e aço.</p>
<p>O projeto resultou de uma colaboração entre a Viseu Novo e o departamento de Engenharia Civil e Arquitetura do Instituto Superior Técnico da Universidade Técnica de Lisboa, “no seguimento de uma investigação sobre estruturas hídricas”. EA</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11459" target="_blank"><img src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/plugins/add-to-facebook-plugin/facebook_share_icon.gif" alt="Partilhar no Facebook" title="Partilhar no Facebook" /></a><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11459" target="_blank" title="Partilhar no Facebook">Partilhar no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Viseu: Cavalhadas de Teivas prontas para voltar à cidade</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 15:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emilia Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culturas]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Região]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[santos populares]]></category>
		<category><![CDATA[Teivas]]></category>
		<category><![CDATA[viseu]]></category>

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		<description><![CDATA[As Cavalhadas de Teivas voltam a desfilar na manhã do próximo domingo, dia 16, pelas ruas de Viseu. O cortejo está a assinalar 360 anos. A Associação Cultural, Recreativa e Social de Teivas promete oferecer à cidade uma manhã diferente, com um desfile que envolve mais de 600 participantes. As seculares Cavalhadas de Teivas surgiram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_11456" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/cavalhadas-teivas.jpg"><img class="size-medium wp-image-11456" title="OLYMPUS DIGITAL CAMERA" src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/cavalhadas-teivas-300x266.jpg" alt="" width="300" height="266" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Emília Amaral/Jornal do Centro: Cavalhadas de Teivas 2011</p></div>
<p>As Cavalhadas de Teivas voltam a desfilar na manhã do próximo domingo, dia 16, pelas ruas de Viseu.</p>
<p>O cortejo está a assinalar 360 anos. A Associação Cultural, Recreativa e Social de Teivas promete oferecer à cidade uma manhã diferente, com um desfile que envolve mais de 600 participantes.</p>
<p>As seculares Cavalhadas de Teivas surgiram em 1653 levando à Freguesia de São João de Lourosa, no concelho de Viseu, tudo o que é tradicional das festividades são joaninas.</p>
<p>O cortejo sofreu alguns interregnos ao longo das várias décadas, mas com a criação da associação em 1984, as cavalhadas ganharam novo ânimo, saíram dos limites da Freguesia e passaram a desfilar nas ruas centrais de Viseu, incorporando ainda hoje a dança típica e original “Morgadinha”, assim como carros alegóricos, cavalos e muita música.</p>
<p>A organização prevê que o cortejo chega á cidade no domingo, às 9h30. EA</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11455" target="_blank"><img src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/plugins/add-to-facebook-plugin/facebook_share_icon.gif" alt="Partilhar no Facebook" title="Partilhar no Facebook" /></a><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11455" target="_blank" title="Partilhar no Facebook">Partilhar no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Lusitano promove treinos de captação</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 15:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micaela Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>

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		<description><![CDATA[O Lusitano Futebol Clube vai levar a cabo, no próximo dia 15 de Junho, no Estádio dos Trambelos em Vildemoinhos, Viseu, treinos de captação para todos os escalões de futebol do Clube. Ao longo de todo o dia, os treinadores do clube irão observar diversos jogadores que poderão vir a entrar nos quadros do Clube [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Lusitano Futebol Clube vai levar a cabo, no próximo dia 15 de Junho, no Estádio dos Trambelos em Vildemoinhos, Viseu, treinos de captação para todos os escalões de futebol do Clube.</p>
<p>Ao longo de todo o dia, os treinadores do clube irão observar diversos jogadores que poderão vir a entrar nos quadros do Clube mais antigo de Viseu.</p>
<p>De lembrar que o Lusitano assinou em 2008 um protocolo de cooperação com o Sporting Clube de Portugal, protocolo esse que já levou dezenas de atletas do Lusitano a prestar provas na Academia de Alcochete, uma das melhores Academias de Formação da Europa.</p>
<p>Da parte da manhã, entre as 9h30 e as 12h30 os atletas nascidos entre 2001 e 2009, inclusive, poderão mostrar todo o seu potencial. Por seu turno, a parte da tarde, dedica-se em exclusivo aos escalões de Futebol de 11, tais como, Juniores, Juvenis e Iniciados, ou seja, atletas nascidos entre 1995 e 2000, inclusive.</p>
<p>Todos os Atletas deverão comparecer no Estádio com equipamento próprio e acompanhados de um responsável maior de idade.</p>
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		<title>Capa – Edição 587</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Jun 2013 09:49:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marcos Rebelo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Edição impressa]]></category>

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		<description><![CDATA[06 a 12  de junho de 2013 Partilhar no Facebook]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/ed587.jpg"><img class="aligncenter size-large wp-image-11424" title="ed587" src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/ed587-434x1024.jpg" alt="" width="434" height="1024" /></a></p>
<p>06 a 12  de junho de 2013</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11423" target="_blank"><img src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/plugins/add-to-facebook-plugin/facebook_share_icon.gif" alt="Partilhar no Facebook" title="Partilhar no Facebook" /></a><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11423" target="_blank" title="Partilhar no Facebook">Partilhar no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Viskott organiza workshop de &#8220;Reconstrução sustentável&#8221;</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 16:49:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Micaela Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[A Viskott, empresa de construção civil, organiza sexta-feira, 14 de junho de 2013, das 14h00 às 18h00, um workshop com o tema &#8220;Reconstrução Sustentável&#8221;. A ação terá terá lugar no edifício Soíma, na Escola de Negócios de Viseu. No workshop pretende-se abordar as vantagens do isolamento térmico pelo exterior e a utilização de produtos naturais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Viskott, empresa de construção civil, organiza sexta-feira, 14 de junho de 2013, das 14h00 às 18h00, um workshop com o tema &#8220;Reconstrução Sustentável&#8221;.</p>
<p>A ação terá terá lugar no edifício Soíma, na Escola de Negócios de Viseu.</p>
<p>No workshop pretende-se abordar as vantagens do isolamento térmico pelo exterior e a utilização de produtos naturais para o isolamento térmico e acústico.</p>
<p>As empresas participantes são o Grupo Marilina e o Grupo Corticeira Amorim.</p>
<p>A presença é gratuita e o workshop fica aberto a todos os interessados. Será emitido um certificado de presença.</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11418" target="_blank"><img src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/plugins/add-to-facebook-plugin/facebook_share_icon.gif" alt="Partilhar no Facebook" title="Partilhar no Facebook" /></a><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11418" target="_blank" title="Partilhar no Facebook">Partilhar no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Mangualde: Piscinas exteriores abrem ao público</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 16:34:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emilia Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Mangualde]]></category>
		<category><![CDATA[piscinas]]></category>
		<category><![CDATA[verão]]></category>

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		<description><![CDATA[As Piscinas exteriores de Mangualde já se encontram abertas ao público desde o dia 1 de junho. O complexo tem lotação para cerca de 400 pessoas. Dispõe de um amplo espaço relvado, com e sem sombra, de uma piscina grande, um tanque infantil, de um tanque de receção e de dois escorregas. No espaço existe, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_11414" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/mangualde_piscinas.jpg"><img class="size-medium wp-image-11414" title="mangualde_piscinas" src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/mangualde_piscinas-300x291.jpg" alt="" width="300" height="291" /></a><p class="wp-caption-text">Piscinas exteriores de Mangualde</p></div>
<p>As Piscinas exteriores de Mangualde já se encontram abertas ao público desde o dia 1 de junho.</p>
<p>O complexo tem lotação para cerca de 400 pessoas. Dispõe de um amplo espaço relvado, com e sem sombra, de uma piscina grande, um tanque infantil, de um tanque de receção e de dois escorregas.</p>
<p>No espaço existe, ainda, um quiosque de apoio aos utentes.</p>
<p>As piscinas vão estar abertas ao público até dia 15 de setembro, entre as 10h00 e as 20h00.</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11413" target="_blank"><img src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/plugins/add-to-facebook-plugin/facebook_share_icon.gif" alt="Partilhar no Facebook" title="Partilhar no Facebook" /></a><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11413" target="_blank" title="Partilhar no Facebook">Partilhar no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Marchas populares levaram centenas de pessoas a Oliveira de Frades</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 16:14:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emilia Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Culturas]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Oliveira de Frades]]></category>
		<category><![CDATA[santos populares]]></category>

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		<description><![CDATA[Sete marchas concorreram ao evento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_11410" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/oliveira-de-frades_marchas.jpg"><img class="size-medium wp-image-11410" title="oliveira de frades_marchas" src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/oliveira-de-frades_marchas-300x157.jpg" alt="" width="300" height="157" /></a><p class="wp-caption-text">Foto direitos reservados: Marchas populares em Oliveira de Frades</p></div>
<p>Sete grupos do concelho de Oliveira de Frades participaram no concurso de Marchas Populares, promovidas, pela Câmara Municipal, no sábado à noite, 8 de junho, na Avenida. Dr. António José de Almeida.</p>
<p>A Marcha Popular da Associação Cultural e Recreativa dos Jovens de Vilarinho obteve o primeiro lugar atribuído pelo júri, mas o espetáculo atraído por centenas de pessoas contou ainda com a participação das marchas da Banda de Música de Oliveira de Frades, da Associação Académica de Santa Cruz, do projeto FicActivo, da Misericórdia Nossa Senhora dos Milagres, Associação Cultural e Recreativa de Nespereira-ACRENE e da Freguesia de Arcozelo das Maias.</p>
<p>O programa incluiu ainda a atuação da Banda Play e uma sardinhada organizada pelo</p>
<p>Agrupamento de Escuteiros de S. Pelágio e pelo Grupo de Jovens Novos Horizontes.</p>
<p>“Com esta iniciativa, o município pretendeu em simultâneo fomentar o convívio entre gerações e dinamizar o associativismo concelhio, adiantou o presidente da Câmara de Oliveira de Frades numa nota à imprensa.</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11409" target="_blank"><img src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/plugins/add-to-facebook-plugin/facebook_share_icon.gif" alt="Partilhar no Facebook" title="Partilhar no Facebook" /></a><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11409" target="_blank" title="Partilhar no Facebook">Partilhar no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Tondela: Biblioteca sensibiliza crianças do pré-escolar para a preservação do ambiente</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 15:51:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Emilia Amaral</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autarquias]]></category>
		<category><![CDATA[Tondela]]></category>
		<category><![CDATA[ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Iniciativa integrou-se no projeto "A Hora do Conto".]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_11406" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a class="highslide" onclick="return vz.expand(this)" href="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/biblioteca1.jpg"><img class="size-medium wp-image-11406" title="biblioteca" src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/biblioteca1-300x192.jpg" alt="" width="300" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">Foto Direitos reservados: Tondela: A Hora do Conto</p></div>
<p>Os Serviços Educativos da Biblioteca Municipal Tomás Ribeiro, de Tondela apresentaram aos alunos do pré-escolar a dramatização do conto “O dia em que o mar desapareceu” para assinalar o Dia Mundial do Ambiente.</p>
<p>“O dia em que o mar desapareceu” é um livro de José Fanha com ilustrações da Maria João Gromicho que alerta para a preservação da vida nos delicados ambientes marinhos e lembra aos mais pequenos os cuidados a ter no que respeita à não poluição das praias e do mar.</p>
<p>A iniciativa integrou-se no projeto “A Hora do Conto”. Para explicar que “a preservação do meio ambiente depende de todos”, depois de ouvirem a história, as crianças ajudaram na separação do lixo.</p>
<p>A atividade contou com a participação de 34 crianças dos infantários de Parada de Gonta, Mosteiro de Fráguas e Tonda.</p>
<p>A Hora do Conto regressa à Biblioteca Municipal de Tondela em Setembro.</p>
<p class="facebook"><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11405" target="_blank"><img src="http://www.jornaldocentro.pt/wp-content/plugins/add-to-facebook-plugin/facebook_share_icon.gif" alt="Partilhar no Facebook" title="Partilhar no Facebook" /></a><a href="http://www.facebook.com/share.php?u=http://www.jornaldocentro.pt/?p=11405" target="_blank" title="Partilhar no Facebook">Partilhar no Facebook</a></p>]]></content:encoded>
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