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	<title>Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2026 17:23:30 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Jornal do Centro</title>
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		<title>Amortecedores dianteiros e traseiros desgastados têm estes sinais e a maioria dos condutores ignora-os</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 17:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos condutores só descobre que os amortecedores estão danificados quando já é tarde demais e a conta da oficina chega mais alta do que devia. Conhecer os sinais de desgaste cedo pode poupar dinheiro e, mais importante, evitar acidentes. Os amortecedores dianteiros e traseiros mantêm os pneus em contacto com o asfalto, cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos condutores só descobre que os amortecedores estão danificados quando já é tarde demais e a conta da oficina chega mais alta do que devia. Conhecer os sinais de desgaste cedo pode poupar dinheiro e, mais importante, evitar acidentes.</p>



<p>Os <a href="https://www.auto-doc.pt/pecas-sobresselentes/amortecedores-10221">amortecedores dianteiros e traseiros</a> mantêm os pneus em contacto com o asfalto, cada um com a sua função: os dianteiros suportam as forças de travagem e direção, enquanto os traseiros estabilizam a carroçaria durante a aceleração. Quando qualquer um deles falha, o carro demora mais a travar, perde estabilidade nas curvas e o conforto deteriora-se de forma progressiva. O problema é que o desgaste acontece aos poucos e muitos condutores habituam-se às novas sensações sem perceber que algo está errado.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O carro mergulha ao travar e perde o equilíbrio nas curvas</strong></li>
</ul>



<p>Se o veículo inclina visivelmente para a frente ao travar, ou balança de lado numa curva mais fechada, os amortecedores podem já não estar a controlar os movimentos da carroçaria. Este comportamento é especialmente perigoso a velocidades mais elevadas ou em travagens de emergência.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A viatura salta e demora a assentar no pavimento</strong></li>
</ul>



<p>Um amortecedor em boas condições absorve os impactos e estabiliza o carro rapidamente. Quando está desgastado, a viatura continua a &#8220;saltitar&#8221; depois de passar por uma lomba ou buraco. Se o carro demorar a assentar, preste atenção.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Os pneus desgastam-se de forma irregular e assimétrica</strong></li>
</ul>



<p>Zonas mais gastas do que outras, especialmente nas bordas, podem indicar um problema de amortecimento. Amortecedores defeituosos não deixam os pneus assentar uniformemente no asfalto, o que acelera o desgaste e reduz a aderência.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pancadas e rangidos surgem ao passar por irregularidades</strong></li>
</ul>



<p>Barulhos de pancada, rangidos ou estalidos ao passar por irregularidades no piso são avisos que não devem ser ignorados. Numa estrada lisa o carro pode parecer normal mas é nas más condições que os problemas se revelam.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Manchas oleosas nas hastes são um aviso claro</strong></li>
</ul>



<p>Observe os amortecedores por baixo do carro. Se as hastes metálicas estiverem cobertas de uma película oleosa ou com manchas escuras, há uma fuga. Amortecedores em bom estado devem estar secos. Uma fuga significa que o fluido interno está a escapar e o componente perdeu eficácia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como testar os amortecedores em dois minutos, sem ferramentas</strong></h3>



<p>Não precisa de equipamento nem de ir à oficina para fazer uma primeira verificação. O método é simples e qualquer condutor consegue fazê-lo em menos de dois minutos no lugar onde estaciona habitualmente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="572" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image-1024x572.jpg" alt="" class="wp-image-120633" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image-1024x572.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image-300x168.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image-768x429.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Empurre com força para baixo cada canto do carro dianteiro e traseiro, esquerdo e direito. Depois de soltar, o veículo deve voltar à posição normal em apenas uma oscilação. Se continuar a balançar duas ou três vezes, como mostra o resultado &#8220;Problema&#8221; no esquema acima, os amortecedores desse lado já não trabalham como deviam.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quando é hora de substituir e quais marcas valem a pena</strong></h3>



<p>Os especialistas recomendam verificar os amortecedores a partir de aproximadamente 80 000 quilómetros. Se detetar algum dos sinais acima, a substituição não deve ser adiada.</p>



<p>Na hora de escolher, a marca faz diferença. As opções mais recomendadas em 2026:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>#</strong></td><td><strong>Marca e modelo</strong></td><td><strong>Perfil ideal</strong></td></tr><tr><td><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f947.png" alt="🥇" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></td><td><strong>BILSTEIN B4</strong></td><td>Uso diário com máxima fiabilidade</td></tr><tr><td><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f948.png" alt="🥈" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></td><td><strong>SACHS 318 202</strong></td><td>Maior durabilidade, regiões com mau tempo</td></tr><tr><td><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f949.png" alt="🥉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></td><td><strong>MONROE C2516S</strong></td><td>Veículos VAG com suspensão adaptativa</td></tr><tr><td>4</td><td><strong>MEYLE 126 725 0024</strong></td><td>Qualidade OEM, exigência de oficina</td></tr><tr><td>5</td><td><strong>RIDEX 854S0086</strong></td><td>Melhor relação qualidade-preço</td></tr><tr><td>6</td><td><strong>KONI 8705-1332</strong></td><td>Carrinhas e veículos comerciais</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A BILSTEIN lidera pela tecnologia de pressão a gás e amortecimento consistente. A SACHS, do Grupo ZF, é instalada de fábrica em muitos veículos europeus e destaca-se pela longevidade. Para orçamentos mais contidos, a RIDEX oferece desempenho sólido no dia a dia com vedantes em PTFE de boa resistência ao desgaste.</p>



<p>A substituição deve ser sempre feita por eixo os dois amortecedores ao mesmo tempo. Após a montagem, um alinhamento de direção preserva os pneus e a geometria da suspensão.</p>



<p>Para quem procura peças de qualidade sem sair de casa, o AUTODOC MARKETPLACE expandiu-se recentemente para Portugal, oferecendo uma seleção alargada de amortecedores das principais marcas do mercado. A plataforma está disponível tanto no site como na app da AUTODOC, com acesso a milhões de referências para as mais diversas marcas e modelos.</p>



<p>Cuidar dos amortecedores é cuidar da sua segurança e da de quem viaja consigo.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/amortecedores-dianteiros-e-traseiros-desgastados-tem-estes-sinais-e-a-maioria-dos-condutores-ignora-os/">Amortecedores dianteiros e traseiros desgastados têm estes sinais e a maioria dos condutores ignora-os</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>IP3 cortado ao trânsito na noite de terça para quarta-feira em Tondela</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/ip3-cortado-ao-transito-na-noite-de-terca-para-quarta-feira-em-tondela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 14:02:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Itinerário Principal 3 (IP3), que liga Viseu e Coimbra, estará cortado no concelho de Tondela&#160;na noite de terça para quarta-feira devido à requalificação da via, anunciou hoje a Infraestruturas de Portugal (IP). Numa nota de imprensa, a IP referiu que “será necessário proceder ao corte temporário do trânsito no troço entre o nó de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Itinerário Principal 3 (IP3), que liga Viseu e Coimbra, estará cortado no concelho de Tondela&nbsp;na noite de terça para quarta-feira devido à requalificação da via, anunciou hoje a Infraestruturas de Portugal (IP).</p>



<p>Numa nota de imprensa, a IP referiu que “será necessário proceder ao corte temporário do trânsito no troço entre o nó de Canas de Santa Maria e o nó de São Miguel de Outeiro”, no concelho de Tondela, distrito de Viseu.</p>



<p>“Os trabalhos e o respetivo condicionamento de trânsito decorrem entre as 21:00 do dia 09 de junho e as 06:00 do dia 10 de junho. Durante este período, deverá ser utilizada a EN2 [Estrada Nacional 2] como percurso alternativo”.</p>



<p>A IP justificou o corte para “garantir as condições adequadas à realização dos trabalhos prévios de colocação de sinalização temporária e de instalação de guardas de betão ao longo da plataforma rodoviária”.</p>



<p>Este corte decorre no âmbito da empreitada de duplicação e requalificação do troço do IP3, da atual plataforma dessa via entre Santa Comba Dão e Viseu, numa extensão de 27,5 quilómetros, um investimento de cerca 103 milhões de euros.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/ip3-cortado-ao-transito-na-noite-de-terca-para-quarta-feira-em-tondela/">IP3 cortado ao trânsito na noite de terça para quarta-feira em Tondela</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lar Viscondessa de São Caetano (Viseu) celebra 130 anos</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/lar-viscondessa-de-sao-caetano-viseu-celebra-130-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Viseu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Santa Casa da Misericórdia de Viseu assinala esta sexta-feira os 130 anos do Lar Viscondessa de São Caetano, uma das mais antigas e emblemáticas respostas sociais do concelho, dedicada ao acolhimento e acompanhamento de pessoas idosas. As comemorações terão lugar nas instalações do lar, a partir das 15h30, reunindo residentes, familiares, colaboradores, voluntários, membros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Santa Casa da Misericórdia de Viseu assinala esta sexta-feira os 130 anos do Lar Viscondessa de São Caetano, uma das mais antigas e emblemáticas respostas sociais do concelho, dedicada ao acolhimento e acompanhamento de pessoas idosas.</p>



<p>As comemorações terão lugar nas instalações do lar, a partir das 15h30, reunindo residentes, familiares, colaboradores, voluntários, membros dos órgãos sociais e convidados, num momento de celebração da história, da missão e do legado desta resposta social centenária.</p>



<p>A sessão comemorativa terá início com a receção aos convidados, seguindo-se uma atuação do Rancho e Grupo de Cantares do Lar Viscondessa de São Caetano. O programa inclui ainda uma intervenção do provedor da Santa Casa da Misericórdia de Viseu, o corte do bolo comemorativo e um momento musical que encerrará as celebrações.</p>



<p>Para a Santa Casa da Misericórdia de Viseu, esta efeméride constitui uma oportunidade para homenagear todos aqueles que, ao longo de várias gerações, contribuíram para a construção da história da instituição e para reafirmar o compromisso da Misericórdia com a prestação de cuidados de qualidade e com o serviço à comunidade.</p>



<p>&#8220;Ao longo dos seus 130 anos de existência, o Lar Viscondessa de São Caetano acompanhou as transformações sociais e os desafios de diferentes épocas, mantendo como princípios fundamentais o cuidado, a proximidade e o respeito pela dignidade humana. Com um edifício de elevado valor histórico e patrimonial, que foi ampliado e remodelado em 2003, a instituição continua a apostar na promoção da qualidade de vida e do bem-estar dos seus residentes”, salienta a direção.</p>



<p>A data evoca a cerimónia de lançamento da primeira pedra do edifício, realizada a 12 de junho de 1896 e presidida na altura pela rainha D. Amélia de Orleães, esposa do Rei D. Carlos I. </p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/lar-viscondessa-de-sao-caetano-viseu-celebra-130-anos/">Lar Viscondessa de São Caetano (Viseu) celebra 130 anos</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Arranca esta quinta-feira em Viseu a fase final do Campeonato Nacional de Andebol Feminino Sub-16</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/arranca-esta-quinta-feira-em-viseu-a-fase-final-do-campeonato-nacional-de-andebol-feminino-sub-16/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Desporto]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viseu recebe, a partir desta quinta-feira (11 de junho), a fase final do Campeonato Nacional de Andebol Feminino Sub-16, competição que reúne as 12 melhores equipas portuguesas do escalão na luta pelo título de campeã nacional. Ao longo de quatro dias, a cidade será a capital nacional do andebol feminino de formação, acolhendo atletas, treinadores, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Viseu recebe, a partir desta quinta-feira (11 de junho), a fase final do Campeonato Nacional de Andebol Feminino Sub-16, competição que reúne as 12 melhores equipas portuguesas do escalão na luta pelo título de campeã nacional.</p>



<p>Ao longo de quatro dias, a cidade será a capital nacional do andebol feminino de formação, acolhendo atletas, treinadores, dirigentes e familiares provenientes de vários pontos do país e da Madeira. A organização estima a presença de mais de 500 visitantes, num evento que alia competição desportiva e promoção do território.</p>



<p>Organizado pela Federação de Andebol de Portugal, Associação de Andebol de Viseu e Lusitano Futebol Clube, em parceria com o Município de Viseu, o Encontro Nacional de Sub-16 decorrerá nos pavilhões do Fontelo e Cidade de Viseu.</p>



<p>Depois de ultrapassarem as fases regional e nacional, as equipas qualificadas chegam agora à derradeira etapa da competição. Em prova estarão o P. Rebordosa Andebol ‘A’, CDE Gil Eanes ‘A’, EFE Os Tigres/Nusens, UD Serra, Sporting CP, CD Feirense ‘A’/Hospvet, CD B. Perestrelo, ARC Alpendorada, CALE, Lagoa AC, CJ A. Garrett e o Lusitano FC, que representa o concelho anfitrião.</p>



<p>Na primeira fase, a 12 de junho, três equipas de cada grupo vão jogar entre si, no chamado “sistema de todos contra todos a uma só volta”, com duas delas, de cada agrupamento, a assegurar o seu lugar na etapa seguinte. A 13 de junho, disputam-se os quartos de final e a meia final e, a 14, o dia está reservado para as grandes decisões e o clube campeão.</p>



<p>A cerimónia de abertura realiza na noite de quarta-feira, no Mercado 2 de Maio, marcando o início oficial de uma competição que coloca Viseu no centro do andebol feminino nacional.</p>



<p>Durante a apresentação do evento, os responsáveis destacaram a importância da prova para a valorização do andebol feminino e para a promoção do concelho. O vice-presidente da Associação de Andebol de Viseu, Joaquim Escada, sublinhou o crescimento da modalidade e o impacto económico da iniciativa, enquanto o presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo, reforçou a aposta do município no desporto como fator de desenvolvimento e projeção do território.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/arranca-esta-quinta-feira-em-viseu-a-fase-final-do-campeonato-nacional-de-andebol-feminino-sub-16/">Arranca esta quinta-feira em Viseu a fase final do Campeonato Nacional de Andebol Feminino Sub-16</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Cinfães acolhe Laboratório de Democracia Local para dar voz às comunidades de montanha</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/cinfaes-acolhe-laboratorio-de-democracia-local-para-dar-voz-as-comunidades-de-montanha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 13:44:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinfães]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cinfães recebe a 27 de junho, na Biblioteca Municipal, o Laboratório de Democracia Local – Vozes da Montanha, uma iniciativa integrada no projeto europeu MOVES – Voices of the Mountains for Participatory and Sustainable Democracy. Promovido pela Casa d’Abóbora, o evento pretende reunir cidadãos, jovens, representantes de organizações da sociedade civil e agentes locais para refletir sobre [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Cinfães recebe a 27 de junho, na Biblioteca Municipal, o Laboratório de Democracia Local – Vozes da Montanha, uma iniciativa integrada no projeto europeu MOVES – Voices of the Mountains for Participatory and Sustainable Democracy.</p>



<p>Promovido pela Casa d’Abóbora, o evento pretende reunir cidadãos, jovens, representantes de organizações da sociedade civil e agentes locais para refletir sobre os desafios e oportunidades da participação democrática nos territórios de montanha. O objetivo passa por fomentar o diálogo, a partilha de experiências e a construção colaborativa de soluções para responder às necessidades das comunidades locais.</p>



<p>Ao longo da manhã, os participantes terão oportunidade de integrar diversas atividades participativas, incluindo debates dinâmicos, mapeamento de desafios e oportunidades do território, conversas abertas sobre participação cívica e confiança nas instituições, bem como momentos de trabalho conjunto para o desenvolvimento de propostas destinadas a reforçar a democracia local.</p>



<p>A iniciativa enquadra-se no programa europeu Cidadãos, Igualdade, Direitos e Valores (CERV), da União Europeia, e procura promover o envolvimento cívico e a participação democrática das comunidades, com especial enfoque nos territórios de montanha e em grupos tradicionalmente sub-representados nos processos de decisão.</p>



<p>O projeto MOVES é desenvolvido por um consórcio internacional liderado pela Casa d’Abóbora, em parceria com a ANCI Lazio – Associação Nacional dos Municípios Italianos do Lazio (Itália), a People in Focus (Albânia) e a House of Europe – Shtëpia e Europës (Albânia). Através da cooperação entre diferentes países europeus, o projeto pretende reforçar a participação cidadã, promover a inclusão social e contribuir para uma governação mais próxima, transparente e participativa.</p>



<p>A realização deste Laboratório de Democracia Local em Cinfães representa uma oportunidade para que os cidadãos contribuam ativamente para o futuro dos seus territórios, identificando prioridades, partilhando preocupações e propondo soluções que promovam comunidades mais resilientes, inclusivas e sustentáveis.</p>



<p>A participação é aberta à comunidade, reforçando a importância do envolvimento dos cidadãos na construção de uma democracia mais participativa e próxima das realidades locais.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cinfaes-acolhe-laboratorio-de-democracia-local-para-dar-voz-as-comunidades-de-montanha/">Cinfães acolhe Laboratório de Democracia Local para dar voz às comunidades de montanha</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>GNR sinalizou mais de 11.800 terrenos por limpar e deteve 109 pessoas</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/gnr-sinalizou-mais-de-11-800-terrenos-por-limpar-e-deteve-109-pessoas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 11:31:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=120619</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou, até 30 de maio deste ano, 2.921 incêndios florestais, enquanto no mesmo período de 2025 foram registados 795, fez 109 detenções e mais de 11.800 sinalizações de terrenos por falta de limpeza. Segundo avançou à Lusa a GNR, no âmbito da operação Floresta Segura, até 30 de maio, foram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Guarda Nacional Republicana (GNR) registou, até 30 de maio deste ano, 2.921 incêndios florestais, enquanto no mesmo período de 2025 foram registados 795, fez 109 detenções e mais de 11.800 sinalizações de terrenos por falta de limpeza.</p>



<p>Segundo avançou à Lusa a GNR, no âmbito da operação Floresta Segura, até 30 de maio, foram registadas “2.921 ocorrências de incêndio rural, em comparação com 795 ocorrências no período homólogo de 2025”.</p>



<p>Relativamente à área ardida, arderam “10.501,1 hectares, comparativamente com 3.673,4 ha no período homólogo do ano transato”, referiu a força de segurança, acrescentando que, até ao fim de maio, “foram registados 68 autos de contraordenações a queimadas ilegais, bem como 141 autos de contraordenações a queimas e fogueiras diversas (dados provisórios), tendo sido detidas 109 pessoas”.</p>



<p>Em comparação, até 30 de maio de 2025, tinham sido “registados 43 autos de contraordenações a queimadas ilegais e 123 autos de contraordenações a queimas e fogueiras diversas, tendo sido detidas 19 pessoas neste âmbito”.</p>



<p>Na gestão de combustível, para prevenção de fogos rurais, a GNR “realizou 8.548 sinalizações de terrenos para serem limpos”, enquanto no mesmo período do ano passado “foram realizadas 10.417 sinalizações”, números até 30 de maio, mas que se reportam ao final de abril.</p>



<p>Nas sinalizações por distrito, Leiria lidera com 1.908 (2.606 até 30 de abril de 2025), seguido de Bragança com 1.213 (1.162), Santarém com 667 (941), Viseu com 526 (798) e Coimbra com 501 (818), enquanto Évora é o menos sinalizado, com 43 terrenos (51 em 2025).</p>



<p>No entanto, apesar das sinalizações relacionadas com a gestão de combustíveis serem menores este ano, a GNR teve “um reforço” da sua atividade no âmbito da tempestade Kristin, nos distritos de Leiria, Castelo Branco, Coimbra e Santarém, que resultaram “à volta de 3.100 monitorizações” até 30 de abril de “carga combustível que não foi recolhida dos terrenos”, afirmou em maio fonte da força de segurança.</p>



<p>Em relação às sinalizações nas áreas afetadas pela tempestade Kristin, a GNR sugeriu contactar diretamente o Comando Integrado de Prevenção e Operações (CIPO), em Leiria, que integra a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais (AGIF), GNR e Forças Armadas.</p>



<p>Ainda assim, embora os dados relativos aos quatro distritos sejam reportados pelo CIPO, fonte da GNR salientou que a força de segurança registou até 30 de maio “cerca de 3.300 sinalizações” de carga combustível por recolher, o que, juntamente com as 8.548 registadas no resto do país, eleva para pelo menos 11.848 terrenos por limpar.</p>



<p>Na sequência das ações, o Serviço da Proteção da Natureza e do Ambiente (Sepna) da GNR remeteu os ficheiros de georreferenciação com as áreas por limpar para os municípios e as entidades gestoras de infraestruturas para a regularização da situação, apesar de os prazos para limpeza ainda decorrerem.</p>



<p>O prazo para os trabalhos de gestão de combustível na rede secundária, no âmbito das medidas de prevenção de incêndios rurais, foi prolongado pelo Governo até 30 de junho, para todo o território nacional, após numa primeira fase apenas vigorar nos concelhos abrangidos por declaração de calamidade, devido às tempestades de janeiro e fevereiro.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/gnr-sinalizou-mais-de-11-800-terrenos-por-limpar-e-deteve-109-pessoas/">GNR sinalizou mais de 11.800 terrenos por limpar e deteve 109 pessoas</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cultura e barbárie, música e religião</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/a-cultura-e-a-barbarie-a-musica-e-a-religiao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jun 2026 08:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O pensamento de George Steiner tem sido visita constante aqui no Olho de Gato. E isso por uma razão simples: ao longo dos já mais de 24 anos desta coluna, tenho com frequência tratado aqui dos livros que fui lendo e de Steiner tenho lido muito.&#160;Em “No Castelo do Barba Azul, Algumas Notas para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O pensamento de George Steiner tem sido visita constante aqui no Olho de Gato. E isso por uma razão simples: ao longo dos já mais de 24 anos desta coluna, tenho com frequência tratado aqui dos livros que fui lendo e de Steiner tenho lido muito.&nbsp;<br>Em “No Castelo do Barba Azul, Algumas Notas para a Redefinição da Cultura”, um livro de 1975 reeditado pela Relógio de Água em 2025, aquele sábio admirável constata um óbvio que é muitas vezes deliberadamente amnesiado: a cultura não é, nunca foi, nem nunca será, uma profilaxia para a barbárie — à noite, nas suas casas, os comandantes dos campos de concentração apreciavam a grande música e a grande literatura.<br>Para além disso, neste livro, Steiner entrevê muito do que hoje, meio século depois, nos parece evidente:&nbsp;<br>— o recuo da linguagem (estreitamento vocabular);<br>— a inflação verbal (multiplicação de emissores em disputa por atenção);&nbsp;<br>— a saturação sonora contínua em todo o lado;<br>— o declínio da “atenção profunda”, da concentração num só objecto ou tarefa;<br>— o avanço daquilo a que, mais tarde, Katherine Hayles viria a chamar de “hiperatenção”, um&nbsp;<em>zapping</em>&nbsp;perpétuo, fragmentário, hiper-estimulado, incapaz de lidar com o aborrecimento;<br>— a erosão da interioridade;<br>— a dificuldade de expressão de pensamento sequencial.&nbsp;</p>



<p>Vejamos agora um recorte da página 118 deste livro: “A cada encruzilhada, das palavras dos homens de Estado ao idioma dos sonhos, a linguagem surge-nos entretecida de mentira. A falsidade é inseparável da vida que a anima. A música pode vangloriar-se, pode afogar-se em sentimento, pode suscitar impulsos de crueldade. Mas não mente. (Onde haverá em Mozart uma mentira só que seja?) Talvez seja neste ponto que as afinidades da música com as exigências da sensibilidade outrora referidas ao religioso calam mais fundo.”<br>É certo que a linguagem está apanhada pelos vírus da propaganda, da ideologia, da mentira, da retórica, da política. Uma vez perguntei a Steiner «<em>Is language a virus?</em>», ele respondeu-me «<em>No!</em>», sorriu para mim e eu sorri para ele. Claro que a linguagem não é sempre um vírus, mas é-o muitas vezes.<br>Mas foquemo-nos na ideia steineriana da música como lugar onde outrora esteve o religioso. Olhemos para os festivais de Verão:&nbsp;<br>— os peregrinos já lá estão;&nbsp;<br>— as liturgias já lá estão;<br>— os cânticos colectivos já lá estão;<br>— os calendários festivos já lá estão;<br>— os símbolos identitários dos fandoms já lá estão.<br>Por alturas em que Steiner escrevia este livro, o xamã Jim Morrison, dos The Doors, em “<em>An American Prayer / Uma Oração Americana</em>”, depois de anunciar “<em>The ceremony is about to begin / A cerimónia está para começar</em>”, sussurrava “<em>We could plan a murder, or start a religion / Nós podíamos planear um assassínio, ou fundar uma religião</em>”.<br>Os festivais de Verão talvez sejam isso: cerimónias para uma época que já não acredita em teologia, mas continua a precisar de transcendência.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/a-cultura-e-a-barbarie-a-musica-e-a-religiao/">Cultura e barbárie, música e religião</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Quartel da GNR de Vila Nova de Paiva requalificado com investimento de 900 mil euros</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/quartel-da-gnr-de-vila-nova-de-paiva-requalificado-com-investimento-de-900-mil-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 14:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[V.N. Paiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O posto da GNR de Vila Nova de Paiva, hoje inaugurado após uma requalificação de 900 mil euros, é exemplo do que o ministro da Administração Interna deseja em outros locais do país para dignificar os profissionais. “Num território como Vila Nova de Paiva, a presença da Guarda tem um significado que vai muito para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O posto da GNR de Vila Nova de Paiva, hoje inaugurado após uma requalificação de 900 mil euros, é exemplo do que o ministro da Administração Interna deseja em outros locais do país para dignificar os profissionais.</p>



<p>“Num território como Vila Nova de Paiva, a presença da Guarda tem um significado que vai muito para além das suas funções de segurança. Representa proximidade num concelho com população dispersa, com centenas de idosos sinalizados, onde toda a proximidade faz toda a diferença. A Guarda é, muitas vezes, a primeira presença do Estado e, não raras vezes, a primeira mão estendida a quem precisa. É sempre um porto de abrigo”, defendeu o ministro da Administração Interna, Luís Neves.</p>



<p>O governante falava para uma plateia composta por militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) e população do concelho de Vila Nova de Paiva, assim como autarcas de concelhos vizinhos, também do distrito de Viseu, na inauguração das obras de requalificação do posto territorial.</p>



<p>Com ênfase na interioridade de um território como Vila Nova de Paiva, o governante reforçou o papel da GNR junto da população e o “foco e empenho” do Governo na “valorização das forças de segurança”, que também se “mede nas condições de trabalho” que são oferecidas, dos equipamentos e da formação.</p>



<p>Assim como “na capacidade de atrair” gente para essa “missão exigente, mas indispensável ao funcionamento” do país, defendeu o ministro, que disse garantir que as pessoas “são sempre a prioridade” nas negociações que estão em curso com os representantes dos profissionais de segurança.</p>



<p>Outro dos focos do governante é a nova lei de infraestruturas e equipamentos das forças e serviços de segurança para os próximos cinco anos, que deverá estar pronta no final deste ano.</p>



<p>Luís Neves realçou que, no passado, o cumprimento desse plano “foi muito mau, bastante mau, dinheiro que não foi aproveitado em prol de equipamentos para as forças, que bem necessários são, mas sobretudo para as instalações”.</p>



<p>“Servir as pessoas exige que haja qualidade, que as pessoas tenham gosto de estar na sua instalação. Em três meses de ação governativa, já vi muito, muitas instalações e quero dizer que não gostei nada do que vi. Só consegue estar motivado, orgulhoso, feliz, no seu posto de trabalho, quem tem condições para exercer a sua missão”, disse.</p>



<p>No final, aos jornalistas, o ministro escusou-se a indicar quem tinha responsabilidade no incumprimento do plano, destacando que “só o presente e futuro importam”, e realçando que liderou um périplo pelos 18 distritos do continente para ouvir forças de segurança e proteção civil e “muitos, dezenas, se não centenas” de autarcas que querem “dar melhores condições” aos policias.</p>



<p>Luís Neves reconheceu que estão “largas dezenas de viaturas identificadas e as reais necessidades”, e “há, de facto, falta de equipamentos na área da proteção civil e dos bombeiros”, mas “tem que ser feita uma seriação para que haja justiça na distribuição destes meios e nem todos os meios são direcionados para o combate aos incêndios”.</p>



<p>Sobre os incêndios em si, destacou que está a ser feito “um grande trabalho na região Centro do país, onde houve de facto uma maior calamidade, há milhares de quilómetros de caminhos destruídos, caminhos rurais e municipais” e “tudo isso está a ser recomposto com uma equipa que foi constituída pela primeira vez e que está a fazer esse trabalho”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/quartel-da-gnr-de-vila-nova-de-paiva-requalificado-com-investimento-de-900-mil-euros/">Quartel da GNR de Vila Nova de Paiva requalificado com investimento de 900 mil euros</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>A Terra entra em sobrecarga ecológica a 30 de julho</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/a-terra-entra-em-sobrecarga-ecologica-a-30-de-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 14:14:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia da sobrecarga ecológica do planeta, em que a humanidade esgota os recursos naturais da Terra disponíveis anualmente e passa a viver “a crédito”, assinala-se a 30 de julho. Segundo os dados da organização internacional ‘Global Footprint Network’, o planeta vai entrar em sobrecarga a 30 de julho, poucos dias mais tarde do que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O dia da sobrecarga ecológica do planeta, em que a humanidade esgota os recursos naturais da Terra disponíveis anualmente e passa a viver “a crédito”, assinala-se a 30 de julho.</p>



<p>Segundo os dados da organização internacional ‘Global Footprint Network’, o planeta vai entrar em sobrecarga a 30 de julho, poucos dias mais tarde do que em 2025, quando a data se assinalou a 24 de julho.</p>



<p>A organização explica que “a aparente data mais tardia” para esgotar os recursos da Terra este ano tem por base a revisão dos dados usados para calcular o dia da sobrecarga, que leva a recalcular também os dados de anos anteriores.</p>



<p>Em 2026, explicou, a organização, a principal mudança para efeitos de cálculo teve a ver com a revisão em alta da capacidade dos oceanos absorverem dióxido de carbono, para além de mais alguns pequenos ajustamentos, o que “empurrou o Dia da Sobrecarga da Terra” seis dias para a frente face a 2025.</p>



<p>“Esta mudança reflete informação atualizada, não uma efetiva redução da sobrecarga”, sublinha a organização.</p>



<p>Pelo contrário, apesar de acontecer mais tarde do que em 2025, a data deste ano representa “o nível mais elevado de sobrecarga ecológica alguma vez registado”.</p>



<p>Esgotar os recursos que o planeta é capaz de regenerar no espaço de um ano a cinco meses do final de 2026 demonstra, segundo a ‘Global Footprint Network’, o “quanto a economia depende da sobreutilização da natureza”.</p>



<p>Segundo os cálculos da organização internacional para a sustentabilidade, a humanidade está atualmente a usar os recursos naturais 73% mais rápido do que o planeta é capaz de os regenerar, o que equivale ao uso de 1,73 planetas Terra.</p>



<p>“É o nível mais elevado de sobrecarga na história da humanidade. Este nível de sobreutilização é possível porque é possível esgotar o capital natural. Um esgotamento como este compromete a segurança a longo prazo dos recursos. As consequências visíveis são a desflorestação, a erosão dos solos, a perda de biodiversidade e a acumulação de dióxido de carbono na atmosfera, contribuindo para fenómenos climáticos extremos mais frequentes e para o declínio da produção alimentar”, lê-se no comunicado da ‘Global Footprint Network’.</p>



<p>A organização salienta que a dívida ecológica acumulada para com o planeta é já de 20,6 anos de sobrecarga, o tempo que seria necessário para a regeneração da Terra, se isso fosse possível, o que a ‘Global Footprint Network’ diz ser improvável.</p>



<p>Se a sobrecarga continuar a aumentar aos níveis atuais, a dívida ecológica vai crescer ao ritmo de 0,73 planetas ao ano, sendo a consequência mais mensurável o aumento do dióxido de carbono na atmosfera.&nbsp;</p>



<p>Em 2026, a organização vai focar o Dia da Sobrecarga da Terra na forma como os países estão a responder a esse problema, avaliando a prioridade dada à matéria e a forma como estão a preparar as economias para um “futuro inevitavelmente marcado” pela disrupção climática e pela escassez de recursos.</p>



<p>Portugal assinou a 07 de maio o seu dia de sobrecarga, dois dias mais tarde do que em 2025, segundo a ‘Global Footprint Network’.</p>



<p>O país começa a exceder os recursos disponíveis para alimentar o estilo de vida dos portugueses decorridos menos de cinco meses do ano. Tal quer dizer que se cada pessoa na Terra vivesse como uma pessoa média portuguesa a humanidade exigiria cerca de 2,9 planetas para sustentar as suas necessidades de recursos.&nbsp;</p>



<p>O resultado coloca Portugal na média da União Europeia (UE), que este ano teve o dia de sobrecarga em 03 de maio, uma ligeira melhoria também em relação ao ano passado.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/a-terra-entra-em-sobrecarga-ecologica-a-30-de-julho/">A Terra entra em sobrecarga ecológica a 30 de julho</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Teatro Viriato sai fora de portas com peça “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”  </title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/teatro-viriato-sai-fora-de-portas-com-peca-teatro-paraiso-palavra-ambulante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 10:08:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Jardim de Santo António, em Viseu, recebe esta sexta-feira e sábado, pelas 21h30, o espetáculo itinerante “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”, uma produção da companhia Trigo Limpo teatro ACERT apresentada pelo Teatro Viriato. A iniciativa convida o público a embarcar numa experiência teatral singular, instalada numa carrinha transformada em palco ambulante. Inspirado nas antigas bibliotecas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Jardim de Santo António, em Viseu, recebe esta sexta-feira e sábado, pelas 21h30, o espetáculo itinerante “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”, uma produção da companhia Trigo Limpo teatro ACERT apresentada pelo Teatro Viriato. A iniciativa convida o público a embarcar numa experiência teatral singular, instalada numa carrinha transformada em palco ambulante.</p>



<p>Inspirado nas antigas bibliotecas itinerantes e no cinema sobre rodas, o espetáculo recupera a dimensão comunitária do teatro de rua, promovendo a proximidade entre artistas e espectadores. A proposta procura levar a criação artística a espaços e públicos fora dos circuitos habituais, valorizando o encontro, a partilha e a palavra como elementos centrais da experiência.</p>



<p>A narrativa acompanha a história de um avô que decide deixar aos seus três netos uma inesperada herança: uma antiga carrinha de cinema e biblioteca ambulante. Apesar de desconhecerem muitos dos segredos do ofício, os três artistas, atualmente desempregados, assumem o compromisso de dar continuidade ao legado familiar.</p>



<p>Ao longo do espetáculo, sucedem-se episódios marcados por peripécias, memórias dispersas, histórias fragmentadas e momentos de improvisação, num percurso que coloca a oralidade e a relação direta com o público no centro da ação cénica.</p>



<p>A palavra surge como o principal elemento agregador da criação, cruzando teatro, música e cinema. Os criadores definem o projeto como &#8220;uma casa da hospitalidade&#8221;, um espaço de encontro onde a arte se torna acessível e próxima da comunidade.</p>



<p>A dramaturgia incorpora ainda referências textuais de José Saramago, João Maria André e Michel Séonnet, contribuindo para uma reflexão sobre temas como a memória, a hospitalidade e a transmissão de saberes entre gerações. Neste contexto, a palavra assume-se como matéria viva e estruturante da criação teatral.</p>



<p>O elenco é composto por Afonso Cortêz, José Abrantes, Maria Ferreira e Mia Henriques, que dão vida a esta proposta artística itinerante.</p>



<p>As apresentações decorrem no Jardim de Santo António, junto à Escola Emídio Navarro. A entrada é gratuita.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/teatro-viriato-sai-fora-de-portas-com-peca-teatro-paraiso-palavra-ambulante/">Teatro Viriato sai fora de portas com peça “Teatro Paraíso – Palavra Ambulante”  </a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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