Com a tortura do sono andava de gatas na cela

Jovem, cheia de vontade de mudar a história para um fim vitorioso, Maria da Graça Pinto cedo começou a lutar contra a opressão do Estado Novo. Aos 20 anos foi presa, torturada… mas “não dobrou”. Passou à clandestinidade, altura em que nasceu a primeira filha, e só acreditou que o país estava livre, pós 25 de Abril, quando ouviu os nomes dos presos políticos em Caxias a serem libertados. Magaça é o nome pelo qual é conhecida entre os amigos que a consideram ser também sinónimo de lutadora, antifascista e sempre mulher de causas (…)

Ouça a entrevista na íntegra na Rádio Jornal do Centro (em 98.8 ou em www.jornaldocentro.pt/radio) esta terça feira (dia 25 de abril) às 10h00, 15h00 e às 22h00

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