Empossadas personalidades da sociedade civil eleitas para o Conselho Geral do IPV

As nove personalidades da sociedade civil eleitas para o Conselho Geral do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), tomaram posse esta manhã. Os nomes cooptados são Alfredo Simões da Associação de Desenvolvimento Dão Lafões e Alto Paiva, António Mexia professor do Instituto Superior de Agronomia de Lisboa, Arlindo Cunha, presidente da Comissão Vitivinícola da Região do Dão, também Correia de Campos presidente do Conselho Económico e Social, João Cotta presidente do Conselho Empresarial da Região de Viseu, José Rui Martins diretor da ACERT, Marta Rodrigues diretora do Centro de Emprego de Viseu, Paula Garcia diretora do Teatro Viriato e Pedro Machado presidente do Turismo do Centro.

Fica assim constituído o Conselho Geral do Politécnico de Viseu, com os 21 membros eleitos na comunidade escolar, 16 professores e 5 alunos e os 9 nomes da sociedade civil. Conselho geral que em junho elege a nova equipa para a presidência do IPV.

No entanto, continua o mal estar entre a Câmara de Viseu e o presidente do Instituto Politécnico, depois de o município ter sido chumbado para integrar o Conselho Geral da instituição de ensino superior.

Almeida Henriques,  presidente da Câmara Municipal de Viseu, recusa-se a participar em atos oficiais do IPV enquanto não estiver em funções o novo presidente do Instituto Politécnico.

Esta manhã, na reunião pública do executivo, Almeida Henriques disse também que não gostou de ter visto o seu nome ir a votos para integrar o Conselho Geral do IPV.

O autarca garantiu, ainda, que a Câmara não vai deixar de colaborar com o Politécnico, apesar do que classificou como “um mau episódio”, e sustentou que a instituição de ensino superior deveria concentrar-se noutras matérias, nomeadamente, com o aproveitamento do atual Quadro Comunitário de Apoio.

Afastamento da Câmara de Viseu do Conselho geral do IPV também mereceu críticas dos vereadores do PS. Pela voz de Andreia Coelho, os socialistas lamentaram a rejeição a que foram sujeitas as autarquias de Viseu e Lamego, não esquecendo, também, a exclusão do Grupo Visabeira.

Afastamentos do Conselho Geral do IPV afiguram-se como um assunto que promete continuar a fazer correr muita tinta nos próximos tempos.

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