A OUVIR 98.9 FM
           00:00:00 | 00:00:00        
      
  
 
        

Os avós também vão ao rock no Karma

Edição de 10 de maio de 2019
15-05-2019
 

Na segunda semana do festival Karma – Is a Fest, em Viseu, a programação tem uma vertente mais prática. O grupo A Voz do Rock levará música até ao Internato Vítor Fontes, no dia 15 de maio, e à Escola Básica de Paradinha no dia 22.

Os A Voz do Rock e o Carmo’81 já têm uma relação próxima?

Podemos dizer que sim.

Como é que vai ser a tour no festival Karma?

Vai ser diferente porque a relação que nós temos é mais indoor no espaço mesmo do Carmo’81. Já fizemos lá algumas apresentações nos aniversários anteriores e agora é assim um ‘abrir portas’ e através do Carmo’81 irmos, também, a outros sítios e também integrados num cartaz que inclui outras coisas dentro da música... acho que vai ser muito fixe.

O reportório vai mudar em cada concerto?

Há um alinhamento que fizemos comum aos três concertos. É um pouco extenso já a contar com essa questão... por exemplo, se há uma canção solista e nesse dia está rouco ou doente ou teve que ir a uma consulta ou aconteceu outra coisa qualquer, pronto temos um alinhamento maior do que aquilo que vamos fazer. Portanto, é possível que de uns concertos para outros algumas canções estejam e noutros estão outras.

Que temas principais é que o público pode ouvir no Karma?

Temos os míticos Xutos e Pontapés até porque em outubro temos um concerto especial que vamos fazer com o Kalú (um elemento da banda). Depois temos Trabalhadores do Comércio, os Clã e os míticos Batatas a Murro, tudo coisas boas.

Como é que são os ensaios?

Fazemos sempre um aquecimento. Temos alguns exercícios até corporais para o pessoal se libertar e ficar mais à vontade e, também, desenvolver toda essa questão de mobilidade e coordenação que, com a idade, vai ficando mais debilitada. Fazemos sempre um aquecimento vocal onde tentamos trabalhar um bocadinho a questão da afinação e, até, esticar um bocadinho os limites da voz que, mais uma vez, com a idade os nossos limites, quer os nossos graves quer os agudos, vão ficando mais curtos. Depois há um misto... por exemplo, agora estamos a montar um reportório novo, então dedicamos imenso tempo do ensaio a ver uma canção nova. Se for preciso estamos metade do ensaio, ou mais, só a ver uma canção, os pormenores da letra, da melodia, a questão de entradas e saídas... às vezes solistas e depois o coro todo, outras vezes dedicamo-nos a fazer a passagem do reportório todo como se estivéssemos em concerto. E, só se houver assim uma coisa mesmo de ‘bradar aos céus’ é que interrompemos e vamos, então, ali batalhar e alternando. Também depende se vamos ter concertos e precisamos de treinar o reportório todo ou se está fixe e vamos batalhar uma canção nova... vai variando.





  • 2002 - 2019 - Jornal do Centro é uma marca registada da Legenda Transparente, lda
  • Desenvolvido por: WLC.PT