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Dérbi das Beiras em Viseu

Edição de 16 de agosto de 2019
17-08-2019
 

A segunda jornada da Segunda Liga arranca no sábado (16 de agosto) com um dérbi da região centro, em Viseu, no Estádio do Fontelo. O Académico vai receber a Académica, duas equipas que venceram nas respetivas partidas da primeira jornada. Os “estudantes” de Coimbra receberam e venceram o Leixões (3- 2), já o encontro dos viseenses pareceu uma reedição do jogo da Taça da Liga, mas, desta vez, a vitória sorriu à equipa de Viseu.

Objetivos distantes entram em campo no Estádio do Fontelo na manhã deste sábado. Se de um lado está uma equipa que se tem visto “aflita” para se manter na Segunda Liga, do outro lado está a Académica que assumiu cedo o objetivo em regressar ao escalão máximo do futebol português, um lugar que, dizem, “é deles por direito”.

Desde a temporada 2016/17 que as duas equipas se cruzam na competição da Segunda Liga. Dos seis encontros realizados, o Académico de Viseu foi sempre superior. Venceu três e apenas perdeu um. E registaram-se dois empates.

No arranque da época 2017/18, Académico/Académica jogou-se, também, em Viseu. E o resultado foi de 2-1 para a equipa da casa.

Rui Borges vs César Peixoto

A carreira de treinador é curta para os dois lados. Pelas mãos quer de Rui Borges (Académico de Viseu), quer de César Peixoto (Académica), apenas passaram duas equipas. O técnico natural de Guimarães chegou à cidade dos estudantes, depois de ter passado pelo Varzim, onde teve a primeira experiência como treinador principal. Foi o responsável pela permanência dos alvinegros na Segunda Liga, a nove jornadas do fim do campeonato.

Também Rui Borges tomou conta do Académico a meio da época (fevereiro de 2019), vindo do Mirandela (Campeonato de Portugal). Assumiu o comando técnico na 21ª jornada e também ajudou a equipa a evitar a despromoção, por isso foi convidado a continuar ao leme da equipa por mais duas épocas.

Ambos são jovens (Rui Borges tem 38 anos e César Peixoto 39), com fome de vencer. Em declarações ao zerozero, César Peixoto diz querer ser “proativo”. “Quero ter bola, valorizar o espetáculo, sair a jogar desde trás e quero, sobretudo, ganhar”. Assume-se como “muito competitivo”. “Tenho uma mentalidade muito vencedora, enquanto jogador, por onde passei, ganhei quase sempre títulos. Fui formatado para ganhar e espero, como treinador, também consegui-lo”.





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