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Força máxima fora de casa

Campeonato de Portugal, Lusitano, Cinfães, Penalva do Castelo
06-01-2019
 

Antes do final do ano, o treinador do Penalva do Castelo, Filipe Amaral, confessava ao Jornal do Centro que a paragem durante as festas “vinha em boa altura”, sobretudo para recuperar atletas em falta no plantel. Para o jogo deste fim de semana com o Coimbrões, o primeiro do novo ano, e o penúltimo antes do fim da primeira volta do campeonato, as notícias são boas. “Já conseguimos recuperar os atletas lesionados. O Simão Marques, o Diogo Abdul e o Simão Batista já estão disponíveis, o que nos dá uma boa ajuda para este encontro”, confessa o técnico.

O clube penalvense, o segundo melhor classificado do distrito, ruma a Vila Nova de Gaia no 12º posto da tabela, com 19 pontos. Mas os últimos resultados são mais felizes para o emblema gaiense, que ocupa um lugar acima (11º) na tabela e que tem também mais um ponto (20).

O Coimbrões não perde há quatro jornadas, enquanto a de Terras de Castendo, não ganha há cinco. Mas, a aproveitar a viragem do ano, o técnico do Penalva do Castelo está confiante numa viragem de resultados.

“É um jogo frente a uma equipa que está junto a nós na classificação, que não perde há quatro jornadas, mas estamos confiantes na possibilidade de trazer um bom resultado de Coimbrões”, confessa Filipe Amaral, que espera, também neste arranque de 2019, novas possibilidades. “Infelizmente tivemos algumas limitações, aliadas a um ou dois jogos menos conseguidos, noutros não tivemos a capacidade para marcar em momentos-chave. Esperamos que agora, com o novo ano, tenhamos novas possibilidades e mais capacidade para conseguir controlar os jogos e somar pontos, que são fundamentais”, conclui o treinador do conjunto penalvense.

Lusitano quer dar continuidade às vitórias

Para o Lusitano de Vildemoinhos, a paragem durante o período festivo do Natal pode não ter vindo em boa altura. Mas, a viagem deste fim de semana a Maia, para o primeiro jogo do ano frente ao Pedras Rubras, pode vir a provar o contrário. “Só depois do jogo é que vamos saber se [a paragem] foi benéfica ou não. Temos de estar confiantes porque o histórico recente diz-nos que estamos bem e motivados”, lembra o treinador dos trambelos, Rogério Sousa.

“A paragem do campeonato tira o stress da competição e esta semana tivemos menos um dia de preparação. Psicologicamente temos de estar fortes e concentrados porque vai ser um jogo difícil, mas queremos dar continuidade às vitórias e continuar a recuperar pontos”, frisa o técnico. É no segundo lugar da tabela da série B que o conjunto viseense vai chegar a Pedras Rubras, mas um deslize frente ao 16º classificado do campeonato pode fazer com que os trambelos caiam na classificação.

“Sabemos que o campeonato é competitivo e que é difícil ganhar pontos, seja em casa, seja fora, e que nesta altura as equipas começam a definir-se”, afirma Rogério Sousa. Ao contrário do Lusitano, “o Pedras Rubras não está muito bem e está à procura de pontos para a manutenção”, por isso o timoneiro “espera dificuldades”.

Em Dia de Reis, Cinfães pede saída da zona vermelha

A equipa do norte do distrito conseguiu nas últimas duas jornadas quatro pontos (uma vitória e um empate), mas ainda que ainda não foram suficientes para saltar da zona de despromoção. O jogo deste fim de semana diante do Cesarense pode ditar importantes mudanças na tabela para o Cinfães caso o clube consiga chegar à vitória. O adversário de Oliveira de Azeméis está apenas um lugar acima dos cinfanenses, com mais dois pontos.

Apesar das várias tentativas, até ao fecho de edição do Jornal do Centro, não foi possível falar com Manuel Matias, técnico da formação do norte do distrito.





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