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Edição impressa: da Venezuela para Portugal, para jogar futebol

Edição de 8 de novembro de 2019
10-11-2019
 

Quem joga e aprecia futebol provavelmente já ouviu falar dele. Filho de pai português, o luso-venezuelano Marcos Bastidas chegou a Portugal há 17 anos. Deixou Caracas, a capital do país sul-americano, e rumou para o Porto, em 2002, para jogar futebol.

O primeiro clube por onde passou foi o Feirense, onde chegou a prestar provas, mas nunca alinhou pela equipa de Santa Maria da Feira por se ter lesionado. Depois disso, e já recuperado, o atleta rumou para os Açores para representar o Velense. Na época 2003/2004 vestiu as cores do Académico de Viseu.

O jogador passou também pelo Trofense, Mangualde, Lusitano, Ferreira de Aves e Sampedrense. Marcos Bastidas hoje já não joga futebol, mas não abandonou a modalidade. É agora treinador, tendo passagens pelo Repesenses, Roriz e Carvalhais, clube de onde foi dispensado a semana passada.

Na opinião do técnico, existem diversas diferenças entre o futebol venezuelano e português, sendo “as mais relevantes a intensidade, que é maior em Portugal, e a organização tática, que é mais trabalhada também em Portugal”.

Para além de treinador, Marcos Bastidas é também administrativo numa empresa ligada ao ramo informático em Viseu, funções que desempenha há 12 anos.

Da Venezuela o que sente mais saudades é do clima, mas não é isso que o vai fazer voltar ao continente americano. “O que está previsto é continuar por cá, mas nunca sabemos o que futuro nos reserva”, diz.

No nosso país e na região de Viseu, o que Marcos mais destaca “é qualidade de vida” que pode proporcionar à sua família. “O que gosto menos, não sendo assim tão relevante e que já estou habituado, são o frio e a chuva”, conta.





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