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Em Viseu à procura de segurança

Edição de 22 de março de 2019
24-03-2019
 

Está a fazer três anos que o brasileiro Igor Barros chegou a Portugal. Natural da cidade maravilhosa (Rio de Janeiro), veio para o nosso país por causa do “ritmo acelerado” que tinha no Brasil, para além “do medo da violência”. “Queria paz e segurança para poder ter filhos. Buscava menos stress para o dia a dia”, conta.

Quando chegou a terras lusitanas, Igor veio logo para Viseu. Escolheu a cidade de Viriato logo na primeira visita que fez. “Já não queria voltar... Não tive dúvidas que queria estar aqui”, diz.

Fisioterapeuta de formação, não foi a mudança de continente que o afastou da sua profissão. “Estou formado há 16 anos e não pensava fazer outra coisa”, salienta.

Igor Barros garante que nunca se sentiu discriminado por não ser português.

Acrescenta que sempre foi “muito bem tratado e atendido por todos”, ainda que conheça algumas pessoas que têm experiências menos positivas.

Este brasileiro, que se apaixonou por Portugal à primeira vista, não se poupa nos elogios a Viseu que considera uma “excelente cidade para se morar e trabalhar”. “Eu e a minha esposa tivemos um casal de gémeos que já nasceu cá. Estamos muito felizes de ter paz e tranquilidade para os criar”, refere, acrescentando que também por isso já não pensa regressar ao país natal.

De negativo a Viseu, Igor aponta o “deficiente” serviço de transportes públicos, lamentando a falta de incentivo a transportes alternativos, como a bicicleta. “Daqui a uns anos Viseu estará superlotado de automóveis. O que é mau”, aponta.





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