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Viseu primeiro, Ucrânia depois

Edição de 9 de março de 2018
12-03-2018
 

Chama-se Vladyslav Dulyanskyy, mas é por Vlad que os amigos o conhecem e tratam. Nasceu em Chernivtsi, na Ucrânia, e veio para Viseu há 12 anos, cidade para a qual os pais tinham emigrado quatro anos antes à procura de melhores condições de vida.

Vlad estudou por cá e foi aqui que começou a sua carreira musical. É rapper e no mundo artístico assina com o nome “Adjoint”.

O ucraniano considera “enormes” as diferenças entre a cidade natal de Chernivtsi e Viseu. “Nas aulas, na maneira de ser, enfim, tudo é diferente, até na educação. Não estou a dizer que um sítio é melhor que o outro, apenas diferente. A cultura portuguesa e a ucraniana diferem muito uma da outra, e cada uma tem as suas vantagens”, diz.

Antigamente este estudante de tecnologias de design e multimédia no Instituto Politécnico de Viseu regressava à Ucrânia para visitar os avós, mas agora já não visita a terra natal “tantas vezes”. Regressar de vez no futuro não está nos seus planos. “Não tenciono ir para lá viver. Viver, vivo aqui em Viseu. Lá é só para visitar”, conclui.





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