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Cerca de 1.500 militantes de Viseu escolhem o futuro presidente do PSD

Edição de 10 de janeiro de 2020
10-01-2020
 

José Cesário, deputado do PSD eleito pelo Círculo Fora da Europa, quebrou o “tabu” e anunciou o seu apoio a Luís Montenegro para liderar o PSD. Do lado de Rui Rio, os apoios contam-se nas concelhias. Tondela (João Figueiredo) ou Carregal do Sal (Manuel Tavares Santos) também já anunciaram estar ao lado do atual presidente do partido que se recandidata ao cargo. O terceiro candidato, Miguel Pinto Luz, conta em Viseu com apoios como os de Adriano Azevedo, vogal da Comissão Distrital de PSD Viseu e ex-vereador na Câmara de S. Pedro do Sul, ou Tiago Escada.

Nomes que se juntam a outros já anunciados. O antigo presidente do Instituto Politécnico de Viseu, Fernando Sebastião, é o mandatário distrital da candidatura de Rui Rio a presidente do PSD. Arlindo Cunha, presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão, e Domingos Nascimento, que entrou na lista de deputados estão ao lado do atual presidente, assim como Hugo Carvalho, o jovem de Viseu que foi eleito deputado pelo Porto.

Já do lado de Montenegro está, desde a primeira hora, Pedro Alves que é o presidente da Distrital de Viseu e foi escolhido para diretor de campanha. Nas anteriores eleições, há um ano, esteve ao lado de Rui Rio. Almeida Henriques, presidente da Câmara de Viseu, e Telmo Antunes, presidente da Assembleia Municipal de Vouzela e que foi candidato nas listas do PSD nas legislativas de outubro, são outros dos apoiantes.

As eleições do PSD realizam-se este sábado (11 de janeiro) entre as 14h00 e as 20h00. Se nenhum dos três candidatos obtiver mais de 50 por cento dos votos, haverá uma segunda volta uma semana depois.

Em Viseu, podem votar cerca de 1500 militantes com as quotas em dia, entre os mais de três mil simpatizantes.

Das oito eleições diretas já disputadas no PSD, em quatro apenas houve um candidato a líder, caso da primeira que consagrou Marques Mendes por este novo método e das três reeleições do anterior presidente, Pedro Passos Coelho.

Só por duas vezes as diretas foram disputadas entre dois candidatos: em 2007, entre Marques Mendes e Luís Filipe Menezes, que o segundo venceu com uma diferença de dez pontos percentuais; e em 2018, entre Rui Rio e Pedro Santana Lopes, que o atual presidente do PSD venceu com uma diferença de oito pontos.

Noutras duas ocasiões, as diretas no PSD foram disputadas entre quatro candidatos: em 2008, entre Manuela Ferreira Leite, Pedro Passos Coelho, Pedro Santana Lopes e Patinha Antão - as mais renhidas até hoje, com diferenças de menos de 10 pontos entre os três primeiros - e em 2010, entre Pedro Passos Coelho, Paulo Rangel, José Pedro Aguiar-Branco e Castanheira Barros.





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