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Aterro de Bigorne atingiu o máximo de capacidade e vai ser alargado

Edição de 3 de maio de 2019
05-05-2019
 

O aterro de Bigorne, em Lamego, está a atingir a sua capacidade para a qual foi projetado. A Resinorte, responsável pelo equipamento, já anunciou que até ao ano de 2023 vai entrar em funcionamento uma nova célula.

O vereador Fernando Silvério, representante do município na Resinorte, anunciou que a empresa vai construir uma nova célula para permitir a receção de mais 500 mil toneladas de resíduos. Acrescentou ainda que a ampliação irá ocorrer dentro dos próprios terrenos da empresa, não sendo necessária a expropriação, para além dos limites que já existem. Informou também que, segundo os dados fornecidos, a recolha seletiva aumentou 14 por cento, relativamente ao período homólogo do ano de 2018.

“Este é o resultado da forte aposta por parte da empresa em colaboração com o Município na colocação das novas eco-ilhas”, esclareceu.

Inaugurado em 2002, o aterro de Bigorne foi projetado para receber 790 mil toneladas de resíduos sólidos, sendo que até 31 de dezembro de 2018 já recebeu 732 mil toneladas. Serve todos os municípios da região Douro Sul.





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