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Freguesias de Mangualde apostam no reforço da Proteção Civil

Edição de 9 de fevereiro de 2018

11-02-2018
 

As freguesias de Moimenta de Maceira Dão e Lobelhe do Mato, Santiago de Cassurrães e Póvoa de Cervães, a Freguesia de Quintela de Azurara e Chãs de Tavares são as autarquias que recentemente criaram Unidades Locais de Proteção Civil. Em análise na Comissão Municipal de Proteção Civil está a candidatura apresentada pela União das freguesias de Mangualde, Mesquitela e Cunha Alta.

Segundo informações da Câmara Municipal, vários presidentes de junta têm manifestado interesse em avançar com a criação de uma unidade. “O objetivo é cobrir todo o concelho com Unidades Locais de Proteção Civil para prevenir e minimizar situações de catástrofe na respetiva freguesia e outras do concelho”, explica a fonte.

Para além do “kit de primeira intervenção”, a ULPC conta com diversos equipamentos como tratores, cisternas, máquinas de rasto e outras máquinas “que possam contribuir para as ações de proteção civil”, refere acrescentando que todo o material é adquirido e da responsabilidade das Juntas de Freguesia.

Organismo
O presidente da Junta de Freguesia é quem preside à Unidade Local de Proteção Civil rodeado por um conjunto de pessoas da freguesia que se disponibiliza para ajudar, por exemplo, na identificação de zonas de risco, no levantamento de caminhos rurais e na operacionalização dos kits de primeira intervenção, entre outras tarefas.

Segundo a fonte do município, a equipa é constituída por voluntários o que de certa forma “complica um pouco” porque “nem sempre as pessoas estão dispostas a despender do seu tempo gratuitamente”.

Primeira ULPC na Freguesia de Tavares
Criada em 2016 a primeira Unidade Local de Proteção Civil no concelho de Mangualde surgem na União das freguesias de Tavares.

Segundo o presidente Alexandre Constantino, a ideia nasceu da necessidade de uma intervenção mais precoce no combate aos incêndios florestais. Uma freguesia que conta com uma vasta mancha florestal e que ao longo dos anos tem sido fustigada pelas chamas.

Para o autarca quanto mais cedo for combatido o incêndio menos estragos provoca e desde que foi criada a ULPC na freguesia os incêndios têm continuado a acontecer mas com menor dimensão.

No ano passado a ULPC de Tavares fez 54 intervenções e 52 ocorrências foram combatidas e extinguidas pela unidade nos primeiros minutos. “Trabalhamos em colaboração com os postos de vigia, com a autarquia e com os bombeiros. Fazemos também prevenção e muitas vezes rescaldos”, explica Alexandre Constantino.





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