A OUVIR 98.9 FM
           00:00:00 | 00:00:00        
      
  
 
        

Centenas de pessoas estiveram no 'festival' da ASSOL

Edição de 12 de julho de 2019
14-07-2019
 

Oliveira de Frades recebeu o ASSOL Fest, uma iniciativa criada pela Associação de Solidariedade Social de Lafões. O evento teve espetáculos e workshops e serviu para comemorar os 30 anos de atividade.

Para o presidente, Gil Almeida, esta foi uma forma de juntar toda a família da ASSOL. “Já somos muitas pessoas apoiadas e muitos colaboradores. Uma vez por ano, gostamos de fazer qualquer coisa para nos juntarmos. Como fazemos 30 anos, quisemos fazer um festival de verão, diferente e melhor”, explicou, garantindo que há a intenção de continuar a fazer esta iniciativa.

Só em termos de público ligado à associação, o festival contou com a participação de entre 300 a 400 pessoas. Número que foi reforçado com a adesão do público em geral, o que, segundo Gil Almeida, “são, pelo menos, três vezes mais pessoas”.

Já o presidente da Câmara de Oliveira de Frades, Paulo Ferreira, que esteve presente na abertura do festival, enalteceu o papel que a ASSOL desempenha junto das comunidades na região e disse que, hoje, “há gente muito mais valorizada e capacitada porque a ASSOL abriu as portas”. O concerto do músico Samuel Úria foi um dos momentos altos e que levou várias centenas de pessoas ao festival. Só no acampamento dormiram 100. Os artistas estiveram em Oliveira de Frades de forma solidária. Gil Almeida disse que o apoio foi “quase imediato”.

“Foi só fazer o telefonema e eles disseram logo que sim, não foi preciso insistir. O mais difícil foi organizar o resto”, acrescentou.

Os workshops

Foram várias as atividades que tiveram uma boa adesão do público que passou pelo Largo da Feira. Uma delas foi o zumba, que contou com a orientação de uma utente da ASSOL. Melanie Oliveira explicou que a sessão consistia em fazer “dançar, ou seja, se fizer um passo, a outra pessoa tem de repetir. São sempre passos diferentes”.

Por seu turno, Raquel Antunes, colaboradora da ASSOL, esteve na atividade de bolas de sabão gigantes, onde foi possível “dar a oportunidade às pessoas de terem novas experiências com outras texturas e coisas diferentes face ao dia-a-dia”. “As bolas são feitas com detergente da louça, glicerina, farinha maizena e água, e depois tem de ser trabalhada a consistência que permite que a bola de sabão consiga sair”, explicou.

Por fim, Graça Oliveira promoveu com uma outra colega a atividade do ‘photo booth’, onde se tiravam fotografias. “Estivemos sempre ocupadas e as pessoas aderiram muito bem”, disse.

Os utentes

Uma das participantes, Ana Anjo, disse que gostou da atividade de defesa pessoal e do zumba. Melanie Oliveira referiu que gostou de tudo do festival, incluindo a música e o convívio.

E para o próximo ano, os participantes já deixaram algumas sugestões. Enquanto uns preferiam ver Toy (que chegou a ser convidado para o festival) ou Tony Carreira, outros não esconderam o desejo de ver artistas como a dupla Calema.





  • 2002 - 2019 - Jornal do Centro é uma marca registada da Legenda Transparente, lda
  • Desenvolvido por: WLC.PT