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Voltalia perde mais de metade dos trabalhadores em Oliveira de Frades

Edição de 31 de maio de 2019
01-06-2019
 

A Voltalia Portugal, empresa de energias renováveis, vai ficar só com um terço dos funcionários que possui em Oliveira de Frades. A companhia francesa abriu a meio da semana (29 maio) novos escritórios na cidade do Porto para onde transitaram 75 dos 153 trabalhadores, permanecendo na vila oliveirense cerca de meia centena de pessoas. Os restantes colaboradores encontram-se a trabalhar no terreno, em serviços de operação e manutenção de parques solares em todo o país.

“Os escritórios de Oliveira de Frades permanecerão abertos e com as mesmas funcionalidades que tinham, continuando a ser a sede principal da Voltalia em Portugal. Em Oliveira de Frades temos instalado o campus tecnológico, onde está em curso a instalação de mais um projeto piloto que integrará várias tecnologias renováveis com sistema de armazenamento e gestão inteligente de energia”, adianta a empresa ao Jornal do Centro.

A Voltalia garante que a passagem dos funcionários para os escritórios do Porto foi feita de forma “transparente”, tendo os colaboradores decidido se se mantinham a trabalhar em Oliveira de Frades ou na cidade invicta.

“Foi ainda implementado um sistema de mobilidade entre os dois escritórios, de forma a manter a proximidade e o espírito de equipa. Para tal foram adquiridos carros elétricos dedicados para a mobilidade. Foi também flexibilizado o horário de trabalho, com entrada e saída flexível (entradas entre as 8h00 e as 10h00 e saídas entre as 17h00 e as 19h00). Adicionalmente, os colaboradores podem acordar com as suas chefias a trabalhar a partir de casa. Todas estas opções foram extremamente bem acolhidas pelos colaboradores, não tendo havido qualquer baixa por desacordo”, salienta a companhia ligada às energias renováveis.

Com menos funcionários, a unidade de Oliveira de Frades será agora alvo de melhoramentos. A empresa não descarta a possibilidade de alugar parte ou mesmo a totalidade das instalações. “Obviamente há ainda a possibilidade de vender quer o armazém, quer a fábrica, quer os escritórios, mas se tal vier a acontecer, todos os colaboradores serão instalados num espaço em Oliveira de Frades”, adianta o grupo francês.





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