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Bombeiros de Penalva do Castelo pedem incentivos para voluntariado

Edição de 4 de janeiro de 2019
05-01-2019
 

F undada em junho de 1949, a Associação Humanitária dos bombeiros de Penalva do Castelo tem vindo, ao longo do seu percurso, a reforçar a corporação quer seja em meios técnicos ou humanos. O objetivo tem passado por fazer dos voluntários, segundo diz o presidente, José Albuquerque, “um pilar no desenvolvimento local e um pilar no apoio ao socorro no nosso concelho”.

Nesta altura a corporação é constituída por 82 operacionais. Ao longo de 2019 os bombeiros penalvenses comemoram os 70 anos de atividade e a atual direção quer assinalar a data de forma “memorável”.

Ao longo do ano vão ser vários os eventos envolvendo não só o corpo ativo mas também a comunidade. “Queremos envolver a sociedade, desde as associações do concelho, as juntas de freguesia e a Câmara municipal. Vamos fazer de 2019 um ano memorável para a nossa associação”, explica o responsável.

Futuro passa pela formação

Uma das palavras de ordem, a pensar no futuro, da Associação Humanitária de Penalva do Castelo é formação. Aliás, uma aposta que também tem marcado o passado da corporação. José Albuquerque considera que, quanto mais formação tiverem os bombeiros, “melhor é executado o serviço e mais garantias de socorro são dadas à população”. Assim, durante 2019, os bombeiros de Penalva pretendem avançar com uma escola de estagiários para recrutamento de novos operacionais. “É importante existir uma constante renovação e precisamos de gente jovem. Na verdade temos um corpo ativo jovem e é necessário que assim se mantenha, não tirando o mérito dos mais velhos e das suas capacidades”, explica o presidente acrescentando que se trata de “um desafio para que a juventude se interesse cada vez mais pelo voluntariado”.

Incentivos precisam-se

Segundo o presidente dos bombeiros penalvenses nem sempre é fácil recrutar novos elementos e José Albuquerque aponta o dedo à falta de benefícios por parte do Estado. “O bombeiro voluntário deveria ter alguns incentivos, entre eles o tão falado Cartão Social”, que na opinião do responsável poderia esbater “todas as exigências” que são impostas aos bombeiros. “Somos a favor das exigências mas reconhecemos que os bombeiros portugueses merecem mais atenção da parte do poder autárquico e do poder central”, refere.





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