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"Trilhos e Sarilhos" em duas rodas

Edição de 21 de junho de 2019
23-06-2019
 

O grupo motard “Trilhos e Sarilhos” de Penalva do Castelo foi criado em abril deste ano e apresentado no início deste mês de junho. A ideia partiu de um grupo de amigos que habitualmente se juntava para participar em iniciativas ligadas ao motocross. Devido à forte adesão de amantes das duas rodas, em várias vertentes, o grupo decidiu avançar com a criação do grupo.

Com pouco mais de dois meses, o “Trilhos e Sarilhos” é composto por 19 motociclistas do concelho penalvense, e nos últimos meses já têm participado em diversas concentrações e outras atividades, pela região, inseridos em eventos promovidos por outros grupos.

Contactado pelo Jornal do Centro, Miguel Ângelo Correia, da direção do grupo motard, refere que o objetivo da nova coletividade passa pela promoção do motociclismo nas vertentes do turismo, lazer e competição e também a promoção do concelho de Penalva do Castelo. O responsável sublinha que o grupo está aberto a toda a comunidade e não só aos apreciadores das motas.

“Há muita gente que não tem mota e que gosta de viver o espírito motard”, realça, acrescentando que já existem “várias ideias” para concretizar “ao longo de todo o ano”, como por exemplo, passeios todo o terreno, motociclismo e BTT. Outra ideia está focada também na realização de uma concentração motard, ainda que não exista qua lquer previsão da melhor altura do ano.

A mais próxima que existe acontece em Mangualde, no mês de agosto. Segundo Miguel Ângelo Correia, o concelho penalvense “é muito bonito e é uma zona muito boa para acolher uma concentração”.

“Ser motard não significa ser indisciplinado”

O grupo “Trilhos e Sarilhos” não se revê na ideia de que os motards possam ser “porcos, feios e maus”. “Isso é um mito que não corresponde à verdade, antes pelo contrário”, explica Miguel Ângelo Correia acrescentando que “muitas vezes somos nós que mantemos alguns caminhos rurais limpos e desobstruídos, por onde fazemos os nossos passeios, e que muitas vezes permitem o acesso ao combate aos incêndios”. “Ser motard não significa ser indisciplinado”, conclui.





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