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Resende: é preciso dinheiro para requalificar o balneário das Caldas de Aregos

Edição de 2 de agosto de 2019
03-08-2019
 

O município de Resende vai avançar com a requalificação do balneário das Caldas de Aregos, um processo que para o presidente da autarquia não pode ter retrocessos, mas para o qual ainda falta financiamento. As obras de intervenção são “uma necessidade” e a requalificação “tem de ser feita”, sustenta Garcez Trindade. O valor da empreitada é superior a três milhões de euros.

“O projeto está a ser feito. Agora precisamos de arranjar o dinheiro. Vamos deitar a mão aos instrumentos financeiros que temos disponíveis. Já estamos em conversações com as várias entidades, nomeadamente a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte”, sublinhou o autarca.

O presidente da Câmara ressalvou, uma vez mais, que o espaço precisa de ser requalificado e que a autarquia não vai retroceder neste processo. “Somos os proprietários e temos a gestão. Privados, desculpe-me a expressão, mas mais não”, sustentou, aludindo ao negócio falhado no início do ano.

A parceria que envolvia a concessão por privados das Caldas de Aregos ficou sem efeito porque a empresa que ganhou a concessão informou que estaria interessada em transferir parte da sua posição neste negócio para uma outra empresa, situação que a autarquia não aceitou.

Na altura, a concessão das termas permitia que a empresa escolhida teria de gerir a estância termal nos próximos 30 anos, pagando ao município uma renda mensal de 15 mil euros. Estava ainda obrigada, por concurso, a construir um hotel de 70 quartos, pelo menos de quatro estrelas, com um SPA e a requalificar o balneário termal, num investimento a rondar os 7,2 milhões de euros.





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