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Concurso público para construir museu do Estado Novo ficou deserto

Edição de 18 de janeiro de 2019
18-01-2019
 

O concurso público para as obras da primeira fase de construção do Centro Interpretativo do Estado Novo na Escola Cantina Salazar, no Vimieiro, concelho de Santa Comba Dão, ficou deserto. Em causa, está o valor de adjudicação proposto pela Câmara Municipal - 140 mil euros -, que acabou por afastar os quatro construtores que pretendiam candidatar-se para ficarem com a obra. A autarquia anunciou que está já a estudar “outras soluções” para avançar com um projeto que considera estruturante para o Turismo do Património Histórico e Cultural do concelho.

Sobre os conteúdos que vão fazer parte do Centro Interpretativo do Estado Novo, o Jornal do Centro sabe que a Câmara Municipal já está a trabalhar com uma empresa especializada na conceção de tecnologias multimédia.

Segundo o presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, Leonel Gouveia, “esta primeira fase apenas contempla a requalificação de uma parte de todo o edifício relacionada com a recuperação dos tetos, do piso das salas, janelas e portas, bem como toda a estrutura interior”.

O que o executivo pretende, tendo em conta que adquiriu recentemente todos os imóveis que pertenciam à família de Oliveira de Salazar, “é a implementação faseada ao longo de 10 anos de um projeto que tenha em conta não só o recurso às tecnologias multimédia, mas também a exposição de documentação e objetos ligados aquele período da nossa História”, revelou o autarca.

Leonel Gouveia acredita que no próximo verão a 1ª fase do Centro Interpretativo do Estado Novo “esteja totalmente concluída e aberta ao público”.





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