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Empresário de S.C. Dão sem acusação em alegada fraude milionária no Brasil

Edição de 3 de maio de 2019
03-05-2019
 

Nem a Polícia Federal, nem o Promotor Público de Caucaia conseguiram até ao momento materializar e provar a suspeita de envolvimento de Jorge Manuel Ferraz Festas (Engenheiro Civil) antigo sócio da insolvente Scoprolumba, com sede em Santa Comba Dão, nem do seu ex-sócio António Fernando Couto de Sousa, em alegada fraude milionária de 77 milhões de euros contra o Estado Brasileiro.

Segundo a defesa, “a suposta fraude anunciada”, serviu unicamente para abalar o prestígio e o peso político do sócio Marcos Correia, que em toda a região metropolitana de Fortaleza constitui uma referência importante no meio político local e empresarial.

Ao Jornal do Centro, quer Jorge Festas, quer o responsável da Socorpena, Engenharia e Construção Lda. (Portugal), que há cerca de duas semanas estavam incontactáveis, asseguram que “todas as alegações mencionadas no processo não fazem qualquer sentido, pois dizem respeito a supostos atos praticados completamente impossíveis de realizar. Dentro destes, os visados destacam “as alegadas irregularidades praticadas em obras publicas que dadas as entidades envolvidas na sua fiscalização e controle, nunca poderiam acontecer”.

Sobre as notícias da imprensa brasileira que anunciou a existência de mandatos de captura garantem que nada existe nem poderia existir, “porque a investigação ainda não terminou, nem sequer ainda chegou à fase de instrução” dizem.

Os visados garantem que “todo este processo foi desenvolvido com base em motivações políticas, acabando por envolver no mesmo ‘saco’ todas as pessoas que mantinham relações de interesse comercial, ou profissionais com o principal alvo desta operação, o português Marcos Correia”, residente em Caucaia (Fortaleza), no Estado do Ceará.

Fonte ligada ao processo garante que “a evidência dos factos ocorridos é demasiado clara para poder representar qualquer sinal de ameaça ao bem-estar e ao bom nome de todas as pessoas que, inocentemente, se viram envolvidas neste infeliz acontecimento”, tal como assegurou a defesa dos dois empresários portugueses envolvidos, entre os quais o empresário de Santa Comba Dão.





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