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ETAR de Santa Comba Dão foi requalificada mas continua a funcionar mal

Edição de 1 de fevereiro de 2019
02-02-2019
 

As queixas sobre alegadas descargas de águas residuais para o Rio Dão mantém-se, tal como sucede em relação aos maus cheiros, que, de vez em quando, incomodam os moradores que residem nas imediações da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Santa Comba Dão, situada junto à Ribeira das Hortas que desagua no Rio Dão.

A Câmara Municipal investiu 76 mil euros na requalificação deste equipamento. Porém, as descargas das águas residuais “sem o devido tratamento” para o Rio Dão continuam. Os alertas têm sido feitos por populares e até o Bloco de Esquerda já esteve no local.

Maria Manuel Rola, deputada do BE, reconheceu que houve uma melhoria, mas alertou que há saída do coletor de águas residuais da ETAR de Santa Comba Dão “é visível uma cor esverdeada, com muita espuma à superfície a que se juntam os maus cheiros, situação que deve ser corrigida, ou afinada, em função da intervenção que a autarquia local ali realizou para melhorar o seu funcionamento”.

Leonel Gouveia, presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, discorda da deputada do Bloco de Esquerda e garantiu ao Jornal do Centro que as últimas análises que foram enviadas pela Administração das Regiões Hidrográficas (ARH) e certificadas pela Agência Portuguesa de Ambiente (APA) apontam para “excelentes indicadores, que revelam resultados positivos”.

“Em bom rigor cumprem com os parâmetros e os valores mínimos exigidos, tendo em conta o grande passo que foi dado para ajudar a melhorar a qualidade das águas e do meio ambiente, pois o facto de nos situarmos na zona sensível e protegida da Albufeira da Aguieira requer cuidados de proteção redobrados no que diz respeito aos resíduos provenientes das ETAR’s”, sustenta Leonel Gouveia.





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