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Herança opõe Santa Casa de Santa Comba Dão a sete beneficiários

Edição de 15 de março de 2019
17-03-2019
 

A Santa Casa da Misericórdia de Santa Comba Dão reclama 630 mil euros a cinco instituições e duas pessoas que terão, individamente, beneficiado de uma herança deixada por um utente do lar. A ação deu entrada no Tribunal de Viseu e a Misericórdia espera que fique provado que os sete beneficiários foram favorecidos com Contas Plano Poupança Reforma (PPR) feitas com dinheiro de uma herança que uma familiar do utente acabou por gerir.

Em causa, está a vontade de um ex-reformado da Marinha que em testamento terá deixado a sua fortuna à Santa Casa onde esteve como utente até morrer. À altura da morte, quem ficou fiel depositária da herança foi uma cunhada (Arlete Gomes), que foi quem terá “distribuído” o dinheiro.

“O que queremos provar é que o dinheiro que Arlete Gomes dispôs era, de facto, do cunhado, conforme consta da escritura do testamento que deixou em vida e que tinha como único destinatário a Santa Casa de Misericórdia”, admite a direção da instituição.

A Fábrica da Igreja de Santa Comba Dão, a Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Santa Comba Dão, a Cáritas Portuguesas, os Missionários Combonianos do Coração de Jesus e a Sociedade Filarmónica Santacombadense são as instituições beneficiárias.

Com contas PPR ficaram também Luísa Maria Varela de Sousa e Maria Emília Prata Ferreira, antigas funcionárias da Misericórdia que, entretanto, no seguimento deste caso, foram despedidas da Santa Casa da Misericórdia.





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