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Obras na Secundária de S. Pedro do Sul só em alguns blocos

Edição de 11 de janeiro de 2019
12-01-2019
 

2019 pode ficar na história para os alunos, professores e auxiliares de educação que trabalham na Escola Secundária de S. Pedro do Sul. As tão desejadas e prometidas obras de requalificação do estabelecimento de ensino podem avançar já este ano, caso o concurso público da empreitada e o visto do Tribunal de Contas não atrasem o arranque dos trabalhos que são da responsabilidade da Câmara Municipal.

O projeto de intervenção numa instituição de ensino, com mais de 30 anos, está pronto e já foi alvo de uma candidatura aos fundos comunitários por intermédio da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões. A obra está orçada em cerca de 1,2 milhões de euros, sendo comparticipada a 85 por cento por dinheiros europeus. A comparticipação nacional será paga a meias entre o Estado e o município local.

A empreitada deixa de fora o espaço exterior e do edifício onde funciona a cantina e a cozinha e onde estão as salas da direção, dos professores e os serviços administrativos. Os únicos blocos que vão sofrer uma remodelação são o A, o B e ainda o Pavilhão Gimnodesportivo.

“Como o valor que estava mapeado (mais de 1 milhão de euros) não dava para fazer uma reformulação de toda a escola, para tal precisávamos de bastante mais dinheiro, em articulação com a direção da escola foram definidas prioridades”, explicou o vereador com o pelouro das obras públicas na Câmara Municipal, Nuno Almeida, salientando que foi dada “prioridade à remodelação das salas de aulas e aos espaços onde estão os alunos”. “A ideia é dar outras condições e conforto que os estudantes do nosso concelho infelizmente não têm comparativamente com outros concelhos vizinhos e da nossa região”, disse.

O que vai ser feito

Nos pavilhões de aulas vão ser requalificadas as salas, as casas de banho, as caixilharias vão ser mudadas, assim como o piso, as portas, a iluminação e a rede de telecomunicações. Nas salas dos últimos andares, dos dois blocos, será colocado teto falso para melhorar a acústica e sobretudo a climatização. Será instalado também novo mobiliário e computadores.

No Pavilhão Gimnodesportivo também será posto um novo piso. Os balneários vão ser igualmente reformulados. Será ainda construída uma sala de atividades multiusos, anexa ao edifício.

A intervenção que está prevista não esqueceu a eficiência energética. Vão ser instalados sistemas solares para aquecer as águas e para produzir energia, duas infraestruturas que vão ajudar a reduzir os gastos energéticos e consequentemente poupar o meio ambiente.

As obras, segundo os planos existentes, têm um prazo de duração de 18 meses. “O nosso objetivo era iniciar a intervenção ainda em 2019, agora estamos sempre dependentes de várias entidades, como o Tribunal de Contas”, referiu Nuno Almeida.

Ainda sem data para o arranque dos trabalhos, o que se sabe é que a empreitada será feita de forma faseada para não perturbar os alunos em tempos de aulas e exames. Está ainda previsto o aluguer de contentores, onde parte dos estudantes terão aulas pelo menos durante meio ano.





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