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Sátão ainda quer consensos intermunicipais para evitar falta de água

Edição de 23 de novembro de 2018
24-11-2018
 

Uma nova associação de municípios com o objetivo de criar uma empresa intermunicipal para a gestão da rede pública de abastecimento de água ao domicílio é uma possibilidade que a Câmara Municipal de Sátão não descarta para resolver o problema das constantes falhas de fornecimento à população.

O presidente da autarquia, Paulo Santos, disse ao Jornal do Centro que não vai desistir desta pretensão e adianta que pretende avançar em conjunto com outros municípios do norte do distrito de Viseu para um novo projeto intermunicipal.

O autarca adianta ainda que quer ver este problema resolvido o mais rápido possível, acrescentando que “o ideal seria antes do próximo verão de 2019”.

Após o fracasso da constituição da Empresa Intermunicipal “Águas de Viseu”, que envolvia oito concelhos, a Câmara de Sátão mantém-se empenhada em encontrar uma nova solução. Paulo Santos assegura que se trata de “uma prioridade que continua em cima da mesa” por ser um projeto “estruturante e de vital importância, para os utentes da rede pública de abastecimento de água, deste concelho, mas também para os restantes municípios à volta e que sofrem muito com esta realidade”.

“A ideia deste novo projeto passa pela captação de água suficiente que permita garantir um grau de maior autonomia e armazenagem para depois ser injetada na rede e que eventualmente poderá ter origem a partir da Barragem do Criz, ou, mesmo, da Barragem do Balsemão, no concelho de Tarouca”, sustenta o autarca. Paulo Santos diz ainda que para já tem mantido conversações com seu homólogo da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, a quem “já demonstrei a minha total disponibilidade para encontrar uma solução conjunta”.





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