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Sátão: Moradores da Quinta das Vigárias aguardam que ruas sejam alcatroadas

Edição de 11 de maio de 2018
13-05-2018
 

Os moradores da Quinta das Vigárias, em Sátão, estão ainda à espera que as ruas sejam alcatroadas cinco meses depois de ter sido assinado com a empresa responsável um contrato de empreitada.

O prazo para a execução da obra era de 30 dias, mas 150 dias depois é que a autarquia garantiu que as máquinas vão chegar ao local para procederam à pavimentação e alcatroamento das três ruas que estavam por concluir.

O Município de Sátão comprometeu-se com os moradores que as obras ficariam concluídas a 11 de maio e que no dia seguinte todos poderiam circular com as suas viaturas sem qualquer tipo de restrições.

A garantia foi dada ao Jornal do Centro, pelo presidente da Câmara Municipal de Sátão. Paulo Santos, assegurou que as máquinas chegaram ao local esta passada quinta-feira (10 de maio) para começarem a trabalhar com o cilindro que vai planar todo o piso que se encontrava em terra batida e brita para depois levar duas camadas de tapete em alcatrão.

O contrato das obras foi feito por ajuste direto à empresa Embeiral por pouco mais de 145 mil euros, tendo sido assinado a 22 de dezembro de 2017. Tinha um prazo de execução de 30 dias.

Alguns dos habitantes dizem desconhecer os motivos para que as obras tivessem tido um atraso tão grande, “pelo menos, na última quarta-feira não eram visíveis sinais de presença de máquinas”.

Na realidade, a meio desta semana, “as ruas ainda estavam por alcatroar” o que tem causado um enorme transtorno a todos os residentes, que nas redes sociais, alguns deles, chegam a ironizar, quando se referem ao atraso que se tem verificado para o arranque das obras. “Devem estar à espera que passe o Rally de Portugal (em terra batida) para alcatroarem a rua. Obrigado Câmara Municipal de Sátão…” pode-se ler numa publicação.

O caso chegou a ser levantado na última reunião da Assembleia Municipal de Sátão (de sexta-feira, 27 de abril), quando António José Carvalho, do grupo de cidadãos Pela Nossa Terra, presidente da Junta da Freguesia de Sátão, questionou o presidente da Câmara sobre as razões “porque é que as referidas obras foram interrompidas e ainda continuam paradas”. Paulo Santos justificou o atraso com o tempo chuvoso que se fez sentir nas últimas semanas.





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