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Tondela: Termas de Sangemil com objetivos até ao final do ano

Edição de 19 de outubro de 2018
20-10-2018
 

As Termas de Sangemil, localizadas na freguesia da Lajeosa do Dão, poderão chegar a uma frequência que pode atingir e até ultrapassar os 750 aquistas até ao  nal da época termal, que termina a 30 de novembro. Durante a época em curso, que arrancou no início de abril, as Termas de Sangemil foram mais frequentadas por clientes que usufruíram do termalismo clássico.

A informação foi revelada ao Jornal do Centro esta semana pela Câmara Municipal de Tondela.

A procura de tratamentos para as vias respiratórias tem aumentado de ano para ano, os tratamentos realizados, na esmagadora maioria, contam com uma duração terapêutica de 14 dias.

No entanto, foi possível apurar que muitos aquistas optam pelos tratamentos com uma duração de 21 dias, já que esta é a cura mais indicada tendo em conta os seus inúmeros benefícios.

No que se refere aos programas de bem-estar, estes têm registado alguma adesão, especialmente por pessoas com idades entre os 35 e os 50 anos, que procuram alguns banhos e massagens revitalizantes e de relaxamento. À semelhança de muitos outros balneários, as Termas de Sangemil também perderam clientes. O fim das comparticipações nos tratamentos foi a principal causa, assim como os incêndios de outubro do ano passado também contribuíram para alguma perda de curistas. Face a isto, o Município de Tondela tem apostado em inverter esta tendência, nomeadamente com tratamentos diferenciadores e ainda com atividades locais em parceria com outras instituições.

“O nosso balneário faz a diferença em termos de atendimento personalizado, com um excelente leque de profissionais, mas não podemos esquecer as características das nossas águas”, apontou Pedro Adão.

As Termas de Sangemil têm como primeira indicação terapêutica as patologias do foro reumatológico e algumas patologias músculo-esqueléticas como osteoartrites e espondiloses.

Como segunda indicação, destinam-se ao tratamento de patologias das vias respiratórias superiores (ORL), como sinusites, faringites, amigdalites, rinites, entre outras.

Porém há que destacar ainda os tratamentos de reabilitação motora com profissionais especializados.

“Apesar de algumas limitações em termos do edifício, continuamos a trabalhar para que se adaptem às novas realidades do setor, para além de continuarmos a apostar num corpo clínico e técnicos de balneoterapia de excelência”, concluiu Pedro Adão.





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