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Academia ligada ao setor da hotelaria e restauração quer ser uma referência no país

Edição de 3 de maio de 2019
04-05-2019
 

Viseu vai ter uma academia para cozinheiros, baristas e pessoal afeto à hotelaria. A escola vai funcionar na incubadora Vissaium XXI, na Universidade Católica, e tem “mão” do conceituado instituto americano ICE (Institute of Culinary Education). Os formandos têm três anos para se tornarem “os melhores”.

O grande crescimento da procura de profissionais na área da hotelaria e a necessidade de formação de quem está no ativo levaram à criação desta academia que, como novidade, promove a cooperação com os países lusófanos e as escolas profissionais da região e vai ter uma cantina que pretende, num só espaço, “aliar refeições equilibradas e um preço justo”, como refere Luís Ferrão, um dos sócios da Academia Vissaium.

Para este profissional da área da hotelaria, o grande objetivo passa pela formação de quadros num setor cada vez mais exigente. Luís Ferrão destaca as parcerias que têm sido feitas no âmbito deste projeto, a começar pela “disponibilidade do município”. “São várias as pessoas envolvidas e que têm dado o seu contributo, cada uma na sua área. Desde os vereadores até outros membros, a disponibilidade tem sido enorme”, refere.

De outra forma, salienta, seria mais difícil concretizar este “sonho”, até porque envolve convénios com países lusófonos. “Pretende-se proporcionar a vinda de diversos formandos dos países com carência de quadros médios”, sustenta. Angola e Cabo Verde são já parceiros desta Academia.

Luís Ferrão explica que é objetivo proporcionar aos formandos as melhores instalações e formadores para que os resultados da formação sejam “uma referência no país”. “A Academia pretende ser um apoio à melhoria do serviço oferecido pelas inúmeras empresas hoteleiras que têm como objetivo a melhoria do seu serviço ao cliente”, realça, acrescentando que a formação passa pela “reciclagem” de quem já está na área, assim como melhorar as competências dos alunos que já frequentam escolas com esta vertente, além de, conclui, “formar mão de obra eficiente e eficaz para dar resposta às necessidades do mercado”.





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