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Combate às fraudes na concessão de crédito passa pelo distrito de Viseu

Edição de 2 de agosto de 2019
03-08-2019
 

A agência de Viseu do Banco de Portugal é uma das “mais dinâmicas” do país e já ajudou a acabar com vários esquemas ilegais de concessão de crédito em todo o país. A informação foi avançada por Hélder Rosalino, administrador do banco central, que não poupa nos elogios ao trabalho que é feito na cidade de Viriato.

“Tem havido aqui uma intervenção muito importante no sentido de detetar pessoas que estão a oferecer crédito de forma ilegítima, até em alguns casos fraudulenta, a partir do contacto que se vai tendo com as populações que vêm à nossa agência. São detetados alguns indícios que permitem fazer alguma investigação e depois saem avisos e descobre-se que essa atividade é feita em outros sítios e não só em Viseu. Tem sido feito aqui um trabalho com grande resultado”, afirmou.

Para além deste combate ao crime, Hélder Rosalino destacou ainda aposta que os sete funcionários da instituição, que fica localizada no Rossio, têm feito na área da promoção da literacia financeira e na recolha de dados sobre a balança de pagamentos em toda a zona centro e norte do país.

“Na parte da balança de pagamentos, a agência de Viseu hoje tem à sua responsabilidade o contacto com mil empresas, que vão daqui até Bragança. Temos que fazer estatísticas da balança de pagamentos, temos que contactar as empresas para reportarem as transações com o exterior e a agência de Viseu tem uma cobertura geográfica enormíssima”, vincou administrador do Banco de Portugal.

Hélder Rosalino esteve em Viseu há cerca de uma semana para inaugurar as obras de requalificação do primeiro andar da agência do Banco de Portugal, onde agora funcionam a SRU – Sociedade de Reabilitação Urbana e os serviços de turismo da Câmara Municipal. O espaço que estava desocupado ganhou agora outra utilização, depois de requalificado. As obras custaram 110 mil euros.

Hélder Rosalino garantiu que “não há nenhum risco de segurança” para o banco central, por partilhar o mesmo espaço com serviços municipais.





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