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Julgamento em maio opõe antigo diretor à atual direção do Teatro Viriato

Edição de 15 de março de 2019
15-03-2019
 

O coreógrafo Paulo Ribeiro e a direção do Teatro Viriato não chegaram a acordo quanto ao pedido de indemnização por parte do antigo diretor e o caso vai a julgamento em maio. Ao que o Jornal do Centro apurou, o Teatro Viriato contestou o pedido depois de uma tentativa de conciliação entre as partes.

Frente a frente, no Tribunal do Trabalho vai estar o coreógrafo e a casa que o acolheu desde que abriu há 20 anos. Em causa, um pedido de indemnização feito por Paulo Ribeiro que alega que houve um despedimento ilícito e pede uma indemnização de cerca 50 mil euros.

Paulo Ribeiro deixou a direção artística da sala de espetáculos de Viseu em novembro de 2016 para assumir a direção da Companhia Nacional de Bailado (CNB) e da qual saiu em 2018. As funções de direção do Viriato passaram a ser assumidas por Paula Garcia que é a atual diretora e que já está na casa desde o início.

Foi em novembro de 2016 que o coreógrafo passou a ser diretor artístico da CNB. Quando foi convidado desempenhava as funções de diretor-geral e de programação do Teatro Viriato. Há quem alege que o também bailarino renunciou ao cargo e pediu a demissão das funções enquanto funcionário do CAEV (associação responsável pela gestão e programação do Teatro), mas também quem fale que apenas tirou uma licença sem vencimento. Argumentos que caberão agora ao Tribunal do Trabalho esclarecer.

O modelo de financiamento é repartido pelo Ministério da Cultura e pela Câmara de Viseu que já disse tratar-se de um assunto que diz respeito unicamente ao CAEV.





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