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Primeira pedra foi lançada na Secundária de Vouzela e já se pede uma nova intervenção

Edição de 12 de abril de 2019
14-04-2019
 

Ainda agora foi lançada a primeira pedra das obras de requalificação da Secundária de Vouzela e a direção do estabelecimento de ensino e a Câmara Municipal reivindicam já uma segunda fase de trabalhos numa escola que é frequentada por 382 estudantes.

José Alberto Pereira, diretor do Agrupamento de Escolas Vouzela Campia, sediado na Secundária, aproveitou a presença da delegada regional de Educação do Centro no lançamento das obras na instituição de ensino para pedir que a reabilitação do edifício não se fique apenas pela primeira fase que vai custar 1,2 milhões de euros. A empreitada deverá começar no próximo mês.

O dirigente disse que a intervenção prevista “vai ser uma mais-valia para toda a comunidade escolar”, mas “importa não esquecer” que a escola precisa “de um conjunto de melhoramentos em espaços considerados importantes” e que ficaram de fora. “Falamos da remodelação da cozinha e dos seus equipamentos, da criação de um auditório interior condigno à realização de atividades face à dinâmica da escola. Também da criação de espaços lúdicos exteriores, importantes na dinâmica de uma escola e como é óbvio a substituição de toda a vedação que circunda a escola, situação premente e de extrema importante até pela nossa localização”, declarou, fazendo votos para que a segunda fase de obras possa avançar “o mais breve possível”.

O presidente da Câmara de Vouzela, Rui Ladeira, também “bateu na mesma tecla”, defendendo que a remodelação da escola, com mais de 30 anos, não pode ficar pelo que está agora previsto. O autarca salientou a urgência de intervir na portaria e no pavilhão municipal que é usado sobretudo pelos alunos da Secundária. “Tem que haver uma segunda fase de recursos públicos, comunitários para que este trabalho [de requalificação] continue”, declarou.

Na resposta aos desejos da Câmara e da Escola, a delegada regional de Educação do Centro sustentou que “a segunda fase dependerá muito dos fundos comunitários”. Cristina Oliveira desafiou ainda Rui Ladeira a tentar incluir a obra na reprogramação do atual quadro de apoio de Bruxelas.





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