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	<title>Negócios - Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Wed, 09 Sep 2026 09:07:53 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Negócios - Jornal do Centro</title>
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		<title>Gerir custos operacionais numa PME: por onde começar quando cada euro conta</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/gerir-custos-operacionais-numa-pme-por-onde-comecar-quando-cada-euro-conta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 09:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gerir uma pequena ou média empresa em Portugal significa, na prática, tomar dezenas de decisões financeiras por semana com informação incompleta. Ao contrário das grandes corporações, que têm departamentos inteiros dedicados a controlo de gestão, o dono de uma PME acumula funções: é ele quem negoceia com fornecedores, aprova despesas, resolve imprevistos e ainda tenta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Gerir uma pequena ou média empresa em Portugal significa, na prática, tomar dezenas de decisões financeiras por semana com informação incompleta. Ao contrário das grandes corporações, que têm departamentos inteiros dedicados a controlo de gestão, o dono de uma PME acumula funções: é ele quem negoceia com fornecedores, aprova despesas, resolve imprevistos e ainda tenta olhar para o futuro do negócio. Nesse contexto, controlar os custos operacionais deixa de ser uma tarefa contabilística e passa a ser uma questão de sobrevivência e de margem.</em></p>



<p>Gerir uma pequena ou média empresa em Portugal significa, na prática, tomar dezenas de decisões financeiras por semana com informação incompleta. Ao contrário das grandes corporações, que têm departamentos inteiros dedicados a controlo de gestão, o dono de uma PME acumula funções: é ele quem negoceia com fornecedores, aprova despesas, resolve imprevistos e ainda tenta olhar para o futuro do negócio. Nesse contexto, controlar os custos operacionais deixa de ser uma tarefa contabilística e passa a ser uma questão de sobrevivência e de margem.</p>



<p>O primeiro passo, embora pareça óbvio, é muitas vezes ignorado: perceber para onde vai o dinheiro. Sem visibilidade sobre os custos, qualquer tentativa de poupança é adivinhação. Vale a pena separar as despesas em categorias claras recursos humanos, renda e instalações, tecnologia, marketing, logística e mobilidade e acompanhar cada uma ao longo do tempo. É este acompanhamento que revela padrões: um fornecedor que subiu preços sem aviso, uma subscrição de software que já ninguém usa, ou uma rota de entrega que consome mais do que devia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A diferença entre cortar custos e otimizar custos</h3>



<p>Há uma distinção importante que separa gestores experientes dos que estão a começar. Cortar custos é reduzir despesa de forma indiscriminada, e quase sempre traz consequências: menos qualidade, equipas desmotivadas, clientes insatisfeitos. Otimizar custos é diferente é obter o mesmo resultado, ou melhor, gastando menos. Renegociar um contrato de fornecimento, automatizar uma tarefa repetitiva ou consolidar pagamentos são exemplos de otimização que não sacrificam a operação.</p>



<p>A tecnologia tornou-se uma aliada natural nesta batalha. Ferramentas de faturação eletrónica, plataformas de gestão de tesouraria e sistemas que centralizam informação permitem hoje a uma empresa de cinco pessoas ter um nível de controlo que há uma década estava reservado a grandes grupos. O segredo está em escolher soluções que reduzam trabalho administrativo em vez de acrescentar complexidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O combustível: um custo que pesa mais do que parece</h3>



<p>Para qualquer negócio que dependa de veículos desde o eletricista que se desloca a casa dos clientes até à empresa de distribuição com dezenas de carrinhas o combustível é frequentemente uma das maiores fatias de custo variável, e também uma das mais difíceis de controlar. Os preços oscilam semanalmente, seguindo as cotações internacionais e o câmbio, e a carga fiscal em Portugal é significativa: o país fica sistematicamente acima da média da União Europeia na tributação do gasóleo, o que reduz a competitividade logística face a vizinhos como Espanha. Segundo dados da Confederação Empresarial de Portugal, a maioria das empresas industriais e logísticas aponta a subida dos custos de combustível como principal fator de erosão das margens.</p>



<p>É aqui que instrumentos de gestão fazem a diferença. Um&nbsp;<a href="https://www.radius.com/pt-pt/cartoes-de-combustivel/"><u>cartão de combustível</u></a>&nbsp;permite consolidar todos os abastecimentos numa fatura semanal detalhada, definir limites de gasto por condutor, monitorizar consumos anómalos e reduzir o risco de utilização indevida. Em vez de acumular talões e reembolsos avulsos, o gestor passa a ter uma visão única de quanto gasta, onde e por quem dados que, sozinhos, já justificam a poupança administrativa. Para frotas que operam entre Portugal e Espanha, soluções multimarca que funcionam nas várias redes evitam desvios de rota só para abastecer no posto certo, o que se traduz em menos quilómetros e menos tempo perdido. Quem quiser acompanhar a evolução dos preços pode consultar os&nbsp;<a href="https://www.dgeg.gov.pt/"><u>dados oficiais da DGEG</u></a>, que publica os valores de referência semanais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pessoas e processos valem tanto quanto os números</h3>



<p>Reduzir custos operacionais não é apenas uma questão de contratos e ferramentas. Muito do desperdício numa PME nasce de processos mal desenhados: tarefas duplicadas, aprovações que demoram dias, informação que se perde entre emails. Mapear como o trabalho realmente acontece e não como se imagina que acontece costuma revelar oportunidades de melhoria que não custam nada a implementar.</p>



<p>Da mesma forma, uma equipa que compreende o porquê das medidas de contenção colabora muito mais do que uma equipa que apenas recebe ordens. Explicar que a poupança em combustível ou em fornecedores protege postos de trabalho e permite investir no crescimento muda a relação com o esforço pedido.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um plano simples para começar já</h3>



<p>Para quem sente que os custos estão a fugir ao controlo, o caminho não precisa de ser complicado. Comece por reunir três meses de despesas e identificar as cinco maiores rubricas. Escolha uma delas normalmente combustível, fornecedores ou tecnologia e concentre esforços aí, porque é onde uma pequena percentagem de poupança tem maior impacto absoluto. Renegoceie, automatize ou substitua, e meça o resultado ao fim de um trimestre.</p>



<p>A gestão de&nbsp;<a href="https://www.gov.pt/servicos/criar-uma-empresa-online"><u>custos numa PME</u></a>&nbsp;é um exercício contínuo, não um evento único. As empresas que prosperam não são necessariamente as que faturam mais, mas as que sabem exatamente o que gastam e porquê. Num mercado onde as margens são apertadas e cada euro conta, essa clareza é, muitas vezes, a verdadeira vantagem competitiva.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/gerir-custos-operacionais-numa-pme-por-onde-comecar-quando-cada-euro-conta/">Gerir custos operacionais numa PME: por onde começar quando cada euro conta</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fábrica da Stellantis em Mangualde atinge marco de dois milhões de veículos produzidos</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/fabrica-da-stellantis-em-mangualde-atinge-marco-de-dois-milhoes-de-veiculos-produzidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 13:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fábrica da Stellantis em Mangualde atingiu na quarta-feira o marco histórico de dois milhões de veículos produzidos, numa unidade que emprega diretamente cerca de 900 pessoas e representa 27% da produção automóvel nacional, anunciou a empresa. O veículo que assinalou a produção dos dois milhões foi um Citroën ë-Berlingo Van, de cor cinzenta e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A fábrica da Stellantis em Mangualde atingiu na quarta-feira o marco histórico de dois milhões de veículos produzidos, numa unidade que emprega diretamente cerca de 900 pessoas e representa 27% da produção automóvel nacional, anunciou a empresa.</p>



<p>O veículo que assinalou a produção dos dois milhões foi um Citroën ë-Berlingo Van, de cor cinzenta e edição especial “Berlingo 30 anos”, destinado a um cliente nacional da região de Leiria.</p>



<p>“Atingir o marco dos dois milhões de veículos produzidos é um testemunho vivo do rigor, da paixão e do empenho de várias gerações de colaboradores em Mangualde”, afirmou o diretor do Centro de Produção de Mangualde da Stellantis, Múcio Brasileiro.</p>



<p>Para o responsável, o marco “demonstra o papel fulcral que esta fábrica desempenha no ecossistema industrial da Stellantis e no tecido económico de Portugal”, acrescentando que a unidade continuará focada na transição para a mobilidade elétrica, aliando tradição, inovação e sustentabilidade.</p>



<p>Fundada em 1962, sob a designação de Citroën Lusitânia, a unidade iniciou a produção em 1964, com o Citroën 2CV AZL.</p>



<p>Ao longo das mais de seis décadas de atividade, a fábrica produziu modelos como o Citroën DS, Méhari, AX e Saxo, tendo também ficado ligada à história do 2CV ao fabricar, em 27 de julho de 1990, a última unidade mundial daquele modelo.</p>



<p>Em 1998, com o início da produção do Citroën Berlingo e do Peugeot Partner, a unidade de Mangualde entrou numa nova fase, especializando-se na produção de veículos comerciais ligeiros e versões de passageiros.</p>



<p>Atualmente, a fábrica produz modelos térmicos e elétricos de quatro marcas do Grupo Stellantis: Peugeot, com o Partner e Rifter, Citroën, com o Berlingo e Berlingo Van, Opel, com o Combo e Combo Life, e Fiat, com o Qubo e Doblò.</p>



<p>A unidade emprega diretamente cerca de 900 trabalhadores e gera mais de mil empregos indiretos, segundo a empresa.</p>



<p>Em 2025, alcançou o seu recorde histórico de produção, com 91.670 veículos, e atualmente produz 372 veículos por dia, distribuídos por três turnos.</p>



<p>Cerca de 95% da produção é destinada à exportação, enquanto a unidade representa 27% do total de veículos produzidos em Portugal, de acordo com dados referentes a 2025.</p>



<p><strong>Primeira fábrica portuguesa a produzir elétricos em grande série</strong></p>



<p>A fábrica de Mangualde foi a primeira unidade em Portugal a produzir, em grande série, veículos de passageiros e comerciais ligeiros totalmente elétricos a bateria, assumindo-se como uma das unidades industriais do grupo na transição para a mobilidade elétrica.</p>



<p>A empresa destaca a aposta contínua na descarbonização e na produção de veículos destinados a uma mobilidade considerada mais segura, acessível e ambientalmente responsável.</p>



<p>A competitividade da unidade é também reforçada com a produção da nova “Smart Compact Van”, apresentada em junho pela Stellantis Pro One.</p>



<p>A gama inclui o Citroën Berlingo FIRST, Fiat Doblò EASYPRO, Opel Combo START e Peugeot Partner ACTIVE, destinados a consolidar a presença do grupo no segmento dos furgões compactos.</p>



<p>A fábrica dispõe ainda do “CustomFit Center”, uma área dedicada à transformação e personalização de frotas diretamente na linha de produção, permitindo adaptar os veículos às necessidades dos clientes e, segundo a empresa, assegurar padrões de qualidade e segurança e prazos de entrega mais competitivos.</p>



<p>O marco dos dois milhões de veículos produzidos reforça, segundo a Stellantis, o peso estratégico da unidade de Mangualde no tecido industrial português e no desenvolvimento socioeconómico da região Centro, bem como a importância da aquisição de produção nacional para a competitividade da indústria e criação de riqueza no país.</p>



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		<title>Aldeia envelhecida em Oliveira de Frades recebe investimento privado de três milhões de euros</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/aldeia-envelhecida-em-oliveira-de-frades-recebe-investimento-privado-de-tres-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo hotel junto ao rio Vouga, em Oliveira de Frades, tem as suítes suspensas, situa-se na aldeia envelhecida de Virela e resulta de um investimento de três milhões de euros (3 ME), disse hoje à agência Lusa o proprietário. Fernando Almeida é natural de Oliveira de Frades e há 20 anos mudou-se para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo hotel junto ao rio Vouga, em Oliveira de Frades, tem as suítes suspensas, situa-se na aldeia envelhecida de Virela e resulta de um investimento de três milhões de euros (3 ME), disse hoje à agência Lusa o proprietário.</p>



<p>Fernando Almeida é natural de Oliveira de Frades e há 20 anos mudou-se para a costa alentejana, onde investiu numa unidade hoteleira em Vila Nova de Milfontes, em Odemira, Beja, mas manteve “sempre o desejo de regressar e investir” na sua terra.</p>



<p>“Achei que Oliveira de Frades estava sem grande oferta turística e escolhi aquele local bonito do meu concelho, junto ao rio Vouga e à barragem de Ribeiradio, para proporcionar um espaço diferenciado” a quem visitar o Vale do Éden.</p>



<p>O novo ‘resort’, que abre no dia 28, situa-se em Virela, “uma aldeia envelhecida na freguesia de Arcozelo das Maias”, no concelho de Oliveira de Frades, no distrito de Viseu, e resulta de um investimento da sua empresa familiar de 3 ME.</p>



<p>“À semelhança do que acontece no Alentejo, com a Herdade do Amarelo, é um turismo diferenciador, porque resulta de uma ideia que projeto, enquanto hóspede, no espaço que tenho”, disse o proprietário à agência Lusa.</p>



<p>O empreendimento é constituído por uma vila, que tem duas suítes, e depois mais 12 suítes, “todas elas com jacúzi e lareira, com grandes áreas e muito amplas, mais do que é normal” encontrar, disse.</p>



<p>Segundo o proprietário, há 10 suítes, as panorâmicas, que “têm a particularidade de estarem suspensas em pilares, algumas elevadas a seis metros, para proporcionarem uma vista diferenciada sobre o vale encantado, o rio Vouga e as serras”.</p>



<p>“Foi o que me apaixonou naquele sítio que não é a minha aldeia natal, mas achámos que era o local ideal para o que queríamos”, admitiu Fernando Almeida, que também aproveitou construção existente, “mas que estava abandonada”, para fazer a vila e o salão das refeições, “aproveitando e enquadrando” elementos como pedra e madeira.</p>



<p>Fernando Almeida reconheceu que ali, “não há, nem é, um polo de destino turístico, mas o objetivo é cativar pessoas para o local e dinamizar também a aldeia e o concelho”, assim como a sua economia.</p>



<p>“A nossa ideia é usar produtos locais, principalmente na cozinha. Também falámos com as pessoas de Virela, que continuam a trabalhar na agricultura, apesar da idade, para haver a disponibilidade de venderem os seus produtos de qualidade aos hóspedes”, adiantou.</p>



<p>Com esta construção, Virela e “toda a envolvente ganham novos acessos, porque antes havia arruamentos de terra batida e, agora, a Câmara de Oliveira de Frades está a terminar a obra numa estrada de acesso à aldeia, de forma a ficar transitável”.</p>



<p>“Outra coisa que já se nota é que Virela, que estava tão abandonada e envelhecida, já tem as casas valorizadas e o turismo ainda não abriu. A edificação proporcionou outra procura no local e até a reabilitação das casas existentes”, adiantou.</p>



<p>O Vale do Éden Natura e SPA tem ainda passadiços em madeira, em cerca de um quilómetro, “construídos com o propósito de embelezar, enquadrar e permitir melhor acesso” ao rio Vouga.</p>



<p>“A ideia é ser o mais natural e na natureza possível, mas com todas as comodidades possíveis”, afirmou Fernando Almeida que indicou a título de exemplo o parque para veículos elétricos existente, inclusive para “o carro de serviço, também ele elétrico”.</p>



<p>Para este empresário, “hoje não faz sentido de outra forma, tem que se ser sustentável” e isso também passa pelo aproveitamento de águas “das várias minas ali existentes e que ia parar ao rio, agora, vai na mesma, mas primeiro rega os jardins”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/aldeia-envelhecida-em-oliveira-de-frades-recebe-investimento-privado-de-tres-milhoes-de-euros/">Aldeia envelhecida em Oliveira de Frades recebe investimento privado de três milhões de euros</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nearing Visabeira compra Carter Electric e reforça presença nos EUA</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/nearing-visabeira-compra-carter-electric-e-reforca-presenca-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nearing Visabeira, subsidiária da Visabeira e participada pela Goldman Sachs Alternatives, comprou a norte-americana Carter Eletric, empresa de instalações elétricas, por um valor não revelado, reforçando a sua presença nos EUA, foi hoje divulgado. A aquisição foi feita através da subsidiária Sargent Eletric, de acordo com o grupo Visabeira, que adianta que a Carter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nearing Visabeira, subsidiária da Visabeira e participada pela Goldman Sachs Alternatives, comprou a norte-americana Carter Eletric, empresa de instalações elétricas, por um valor não revelado, reforçando a sua presença nos EUA, foi hoje divulgado.</p>



<p>A aquisição foi feita através da subsidiária Sargent Eletric, de acordo com o grupo Visabeira, que adianta que a Carter Electric Inc, sediada na Flórida, tem receitas previstas para este ano superiores a 50 milhões de dólares (mais de 43 milhões de euros, à taxa de câmbio atual) e mais de 300 colaboradores.&nbsp;</p>



<p>A Nearing Visabeira opera na área de serviços de engenharia e construção para os setores da energia e das telecomunicações.</p>



<p>&#8220;Esta aquisição representa mais um passo na estratégia de expansão da Nearing Visabeira nos EUA, atualmente um dos principais motores de crescimento do grupo, reforçando a sua posição num dos mercados de infraestruturas de energia e eletrificação mais dinâmicos do mundo&#8221;, refere a empresa, em comunicado.&nbsp;</p>



<p>Esta operação, &#8220;amplia a plataforma operacional da Nearing Visabeira na Flórida e cria novas oportunidades para os clientes da Carter Electric beneficiarem de uma oferta mais abrangente de serviços e da experiência do grupo na execução de projetos de elevada complexidade e âmbito nacional&#8221;.</p>



<p>Atualmente, &#8220;a Carter Electric desempenha um papel particularmente relevante na prestação de serviços de infraestruturas de baixa e média tensão em toda a região da Flórida Central, incluindo a Universal Studios e a Space Coast, para clientes de referência como a SpaceX e a Blue Origin&#8221;, lê-se no comunicado.</p>



<p>Em conjunto com outras empresas do Grupo Nearing Visabeira, &#8220;nomeadamente a Sargent Electric, a JF Edwards Construction Company e a Verità, a Carter Electric passará a beneficiar de um conjunto significativamente mais alargado de competências, reforçando a sua capacidade para servir novos setores de atividade e expandir a sua presença junto de novos clientes na crescente economia da Flórida&#8221;.</p>



<p>A oferta inclui áreas como &#8220;a produção de energia, sistemas de armazenamento de energia em baterias, transporte e distribuição de energia elétrica e infraestruturas de telecomunicações, serviços que a Nearing Visabeira já presta a clientes estratégicos em todo o território norte-americano&#8221;.</p>



<p>A Nearing Visabeira &#8220;tem vindo a reforçar de forma consistente a sua presença no mercado dos &#8216;data centers&#8217;, capitalizando a experiência adquirida na execução de projetos de elevada dimensão, complexidade técnica e ritmo de execução acelerado&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Esta compra &#8220;reforça igualmente a capacidade do grupo para acompanhar o forte ciclo de investimento associado à eletrificação da economia, ao crescimento dos data centers e ao desenvolvimento da inteligência artificial [IA] nos EUA&#8221;.</p>



<p>A atual equipa de gestão da Carter Electric, liderada por Doug Carter, continuará à frente da empresa.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Esta parceria estratégica permitirá acelerar ainda mais o nosso crescimento, disponibilizando serviços e competências adicionais aos nossos clientes atuais e dando igualmente a conhecer a Carter Electric aos clientes da Nearing Visabeira&#8221;, afirma o presidente executivo (CEO) da Carter Eletric, Doug Carter, citado em comunicado.&nbsp;</p>



<p>Esta aquisição permitirá às operações da Nearing Visabeira ultrapassar os mil milhões de dólares de receitas anuais&#8221; nos EUA e &#8220;atingir cerca de 2,5 mil milhões de euros de volume de negócios a nível global&#8221;.</p>



<p>Os EUA &#8220;assumem hoje um papel central na estratégia de crescimento da Nearing Visabeira e esta aquisição reforça de forma muito significativa a nossa presença num dos mercados mais atrativos e dinâmicos do setor&#8221;, afirma Nuno Marques, CEO da Nearing Visabeira, citado em comunicado.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/nearing-visabeira-compra-carter-electric-e-reforca-presenca-nos-eua/">Nearing Visabeira compra Carter Electric e reforça presença nos EUA</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Resultados da Visabeira são reflexo do trabalho das equipas e da estratégia, assume CEO</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/resultados-da-visabeira-sao-reflexo-do-trabalho-das-equipas-e-da-estrategia-assume-ceo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:23:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente executivo (CEO) do grupo Visabeira considera que os resultados alcançados no primeiro semestre, em que lucro subiu 50% para 50,3 milhões de euros, são reflexo do trabalho das equipas e da execução consistente da estratégia implementada. &#8220;Os resultados alcançados no primeiro semestre de 2026 são, acima de tudo, o reflexo do extraordinário trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente executivo (CEO) do grupo Visabeira considera que os resultados alcançados no primeiro semestre, em que lucro subiu 50% para 50,3 milhões de euros, são reflexo do trabalho das equipas e da execução consistente da estratégia implementada.</p>



<p>&#8220;Os resultados alcançados no primeiro semestre de 2026 são, acima de tudo, o reflexo do extraordinário trabalho das nossas equipas e da execução consistente da estratégia que temos vindo a implementar&#8221;, refere Nuno Terras Marques, citado em comunicado.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Voltar a superar os níveis de atividade e rentabilidade de anos anteriores, demonstra a capacidade do grupo Visabeira para continuar a crescer organicamente de forma sustentável, mesmo num contexto global exigente e imprevisível&#8221;, prossegue o gestor.</p>



<p>A confiança &#8220;que os nossos clientes continuam a depositar no grupo Visabeira resulta da consistência, qualidade e rigor com que desenvolvemos a nossa atividade em todos os mercados onde estamos presentes&#8221; e &#8220;esta abordagem tem permitido reforçar, de forma contínua, o nosso desempenho operacional e traduzir-se numa evolução sustentada dos principais indicadores económicos e financeiros&#8221;, salienta o CEO.</p>



<p>Quanto ao futuro, este é encarado &#8220;com confiança&#8221;, suportado &#8220;por uma carteira de encomendas em níveis historicamente elevados, que nos proporciona elevada visibilidade sobre a atividade futura e cria as condições necessárias para prosseguirmos uma estratégia de crescimento sólido, rentável e sustentável&#8221;, conclui.</p>



<p>&#8220;O resultado líquido semestral do grupo Visabeira voltou a ter um resultado positivo de 50,3 milhões de euros, um incremento significativo relativamente aos 33,6 milhões de euros contabilizados no primeiro semestre do ano anterior&#8221;, refere a empresa, em comunicado.</p>



<p>Os primeiros seis meses de 2026 &#8220;reforçaram o crescimento sustentado do grupo Visabeira, ao alcançar um volume de negócios consolidado pró-forma de 1.443 milhões de euros&#8221;, o que corresponde a um aumento de 8% que se traduziu &#8220;num valor superior a cerca de 112 milhões de euros&#8221;, adianta o grupo.&nbsp;</p>



<p>O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) teve um desempenho positivo, &#8220;ultrapassando os 179 milhões de euros, face aos 157 milhões de euros apurados no período homólogo&#8221;. Ou seja, um aumento homólogo de 14%.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/resultados-da-visabeira-sao-reflexo-do-trabalho-das-equipas-e-da-estrategia-assume-ceo/">Resultados da Visabeira são reflexo do trabalho das equipas e da estratégia, assume CEO</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cristiano Ronaldo despede-se dos Mundiais após o Mundial de 2026</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/cristiano-ronaldo-despede-se-dos-mundiais-apos-o-mundial-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 13:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Campeonato do Mundo de 2026 marcou o fim de uma era no futebol. Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo disputou aquele que foi oficialmente o último Mundial da sua carreira, encerrando um percurso que atravessou mais de duas décadas ao serviço da seleção portuguesa. Mesmo sem conquistar o título, o número 7 voltou a ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Campeonato do Mundo de 2026 marcou o fim de uma era no futebol. Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo disputou aquele que foi oficialmente o último Mundial da sua carreira, encerrando um percurso que atravessou mais de duas décadas ao serviço da seleção portuguesa. Mesmo sem conquistar o título, o número 7 voltou a ser um dos protagonistas do torneio e ajudou Portugal a alcançar mais uma campanha de destaque.</p>



<p>A despedida do melhor marcador da história das seleções nacionais encerra um capítulo importante do futebol mundial e reforça o legado construído por um dos atletas mais longevos da história do desporto.</p>



<p>Para quem pretende acompanhar as probabilidades dos jogos de Cristiano Ronaldo nas competições em que participa, existem&nbsp;<a href="https://oddsscanner.com/pt"><u>informações adicionais disponíveis</u></a>&nbsp;no Odds Scanner, plataforma dedicada à comparação de cotações de casas de apostas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Cristiano Ronaldo confirma despedida dos Mundiais</strong></h2>



<p>Após a eliminação de Portugal no Campeonato do Mundo de 2026, Cristiano Ronaldo confirmou que não disputará outra edição do torneio. O avançado termina a sua participação em Mundiais após seis Campeonatos do Mundo consecutivos, consolidando uma das carreiras mais longas do futebol internacional.</p>



<p>A despedida acontece num momento em que diversas lendas do desporto também deixaram o principal palco do futebol mundial, tornando a edição de 2026 um marco de transição para uma nova geração de jogadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Uma carreira marcada por recordes</strong></h2>



<p>Mesmo antes do Mundial de 2026,&nbsp;<a href="https://www.jornaldocentro.pt/acionista-da-visabeira-entusiasmado-com-entrada-de-cristiano-ronaldo-na-vista-alegre/"><u>Cristiano Ronaldo</u></a>&nbsp;já acumulava marcas históricas. Com a participação na competição, reforçou ainda mais um currículo que inclui recordes de internacionalizações, golos por seleções e participações em grandes torneios.</p>



<p>Ao longo da carreira, tornou-se o primeiro jogador a marcar em cinco edições diferentes do Campeonato do Mundo e encerra o seu percurso como um dos atletas que mais vezes disputaram o torneio.</p>



<p>Além dos números pela seleção portuguesa, Ronaldo segue entre os maiores goleadores da história do futebol profissional, mantendo uma longevidade raramente vista entre atletas de elite.</p>



<p>O percurso de Cristiano Ronaldo desperta interesse não apenas entre os adeptos, mas também entre quem acompanha o desempenho das seleções em competições internacionais e o mercado de apostas desportivas. Para consultar probabilidades, estatísticas e cotações atualizadas dos jogos internacionais, existem plataformas especializadas na comparação entre operadores licenciados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Portugal assina uma campanha consistente</strong></h2>



<p>Portugal voltou a demonstrar a força da sua geração durante o Mundial de 2026. A equipa contou com jogadores experientes e jovens que já jogam entre os principais clubes da Europa, mantendo um plantel competitivo durante toda a competição.</p>



<p>Cristiano Ronaldo dividiu o protagonismo com atletas como Bernardo Silva, Bruno Fernandes, Vitinha, João Neves, Nuno Mendes e Rúben Dias, mostrando que a seleção portuguesa vive um processo de renovação sem perder competitividade.</p>



<p>Apesar da eliminação antes da final, Portugal encerrou o torneio entre as seleções de maior destaque da competição.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>O Mundial de 2026 entrou para a história</strong></h2>



<p>O Mundial realizado nos Estados Unidos, Canadá e México foi histórico por diversos motivos. Além de ser a primeira edição com&nbsp;<strong>48 seleções</strong>, a competição registou novos recordes de jogos, golos e público.</p>



<p>O alargamento do formato trouxe mais jogos e permitiu que diversas seleções alcançassem campanhas inéditas, tornando o torneio um dos mais marcantes da história da FIFA.</p>



<p>Também foi um Campeonato do Mundo marcado pelas despedidas de alguns dos maiores nomes da geração que dominou o futebol nas últimas duas décadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>A última dança de uma geração</strong></h2>



<p>Cristiano Ronaldo fez parte do grupo de jogadores que utilizaram o Mundial de 2026 como despedida da principal competição do futebol. Ao lado de outros veteranos, o português encerrou a sua participação em Mundiais, deixando um legado assente em títulos, recordes e exibições decisivas.</p>



<p>A edição ficou marcada justamente pela transição entre gerações, abrindo espaço para novos protagonistas enquanto ídolos históricos encerravam os seus ciclos em seleções nacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>O legado de Cristiano Ronaldo</strong></h2>



<p>Mais do que os números, Cristiano Ronaldo deixa como herança uma carreira construída com regularidade, profissionalismo e capacidade de adaptação ao longo de diferentes fases do futebol mundial.</p>



<p>A sua permanência ao mais alto nível até aos 41 anos reforça a importância da preparação física, da disciplina e da evolução constante ao longo da carreira.</p>



<p>Embora o&nbsp;<a href="https://www.fifa.com/en/tournaments/mens/worldcup/canadamexicousa2026"><u>Mundial de 2026</u></a>&nbsp;tenha representado a sua despedida da competição, o legado de Cristiano Ronaldo permanece entre os maiores da história do desporto. Os seus recordes dificilmente serão igualados no curto prazo, e a sua influência continuará a servir de referência para futuras gerações de jogadores portugueses e do futebol internacional.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cristiano-ronaldo-despede-se-dos-mundiais-apos-o-mundial-de-2026/">Cristiano Ronaldo despede-se dos Mundiais após o Mundial de 2026</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Stellantis Mangualde conclui Agenda GreenAuto e reforça aposta na mobilidade elétrica</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/stellantis-mangualde-conclui-agenda-greenauto-e-reforca-aposta-na-mobilidade-eletrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Mangualde]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Stellantis Mangualde assinalou a conclusão da Agenda Mobilizadora GreenAuto, projeto desenvolvido no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com a participação no 3.º Encontro das Agendas Mobilizadoras, onde apresentou os principais resultados alcançados ao longo da iniciativa. Segundo a empresa, o projeto de 120 milhões de euros impulsionou a produção de veículos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Stellantis Mangualde assinalou a conclusão da Agenda Mobilizadora GreenAuto, projeto desenvolvido no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), com a participação no 3.º Encontro das Agendas Mobilizadoras, onde apresentou os principais resultados alcançados ao longo da iniciativa. Segundo a empresa, o projeto de 120 milhões de euros impulsionou a produção de veículos elétricos, a modernização da fábrica e a criação de emprego qualificado, consolidando a unidade como referência da indústria automóvel nacional.</p>



<p>O encontro reuniu dezenas de consórcios e entidades institucionais, constituindo uma mostra nacional dos projetos de inovação apoiados pelo PRR. A Stellantis marcou presença com a exposição de dois veículos 100% elétricos produzidos na fábrica de Mangualde – um modelo de passageiros e outro comercial –, evidenciando a capacidade instalada em Portugal para a produção de veículos de baixas emissões.</p>



<p>Liderada pela Stellantis e desenvolvida em parceria com 36 entidades, a Agenda GreenAuto representou um investimento global de cerca de 120 milhões de euros. O projeto permitiu desenvolver 21 produtos e processos inovadores, contribuindo para reforçar a competitividade da indústria automóvel portuguesa e o seu posicionamento na cadeia de valor da mobilidade elétrica.</p>



<p>Entre os resultados mais relevantes destaca-se o arranque, em 2024, da produção de veículos elétricos na unidade de Mangualde, um marco que consolidou a fábrica como a primeira em Portugal a produzir, em grande escala, veículos elétricos a bateria, tanto de passageiros como comerciais ligeiros.</p>



<p>A implementação da Agenda GreenAuto implicou igualmente uma profunda transformação industrial da unidade, através da modernização das áreas de montagem e ferragem. Entre os investimentos realizados sobressai a criação de uma linha de montagem de baterias, instalada numa área superior a 800 metros quadrados, onde são atualmente montadas todas as baterias dos veículos elétricos produzidos na fábrica.</p>



<p>O projeto permitiu ainda criar 63 novos postos de trabalho qualificados, acompanhados por formação técnica especializada, reforçando as competências da unidade para responder aos desafios da transição energética e da inovação tecnológica.</p>



<p>Atualmente, a fábrica de Mangualde produz os modelos elétricos Citroën ë-Berlingo, Peugeot e-Partner, Opel Combo-e e Fiat e-Doblò, nas versões de passageiros e comerciais ligeiros, assumindo um papel estratégico na aposta da Stellantis na mobilidade sustentável.</p>



<p>Com a conclusão da Agenda GreenAuto, a Stellantis Mangualde reforça o seu posicionamento como um dos principais polos nacionais de inovação e sustentabilidade no setor automóvel, contribuindo para a modernização da indústria portuguesa e para a aceleração da transição para uma mobilidade de baixas emissões.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/stellantis-mangualde-conclui-agenda-greenauto-e-reforca-aposta-na-mobilidade-eletrica/">Stellantis Mangualde conclui Agenda GreenAuto e reforça aposta na mobilidade elétrica</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Amortecedores dianteiros e traseiros desgastados têm estes sinais e a maioria dos condutores ignora-os</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/amortecedores-dianteiros-e-traseiros-desgastados-tem-estes-sinais-e-a-maioria-dos-condutores-ignora-os/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 17:23:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A maioria dos condutores só descobre que os amortecedores estão danificados quando já é tarde demais e a conta da oficina chega mais alta do que devia. Conhecer os sinais de desgaste cedo pode poupar dinheiro e, mais importante, evitar acidentes. Os amortecedores dianteiros e traseiros mantêm os pneus em contacto com o asfalto, cada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A maioria dos condutores só descobre que os amortecedores estão danificados quando já é tarde demais e a conta da oficina chega mais alta do que devia. Conhecer os sinais de desgaste cedo pode poupar dinheiro e, mais importante, evitar acidentes.</p>



<p>Os <a href="https://www.auto-doc.pt/pecas-sobresselentes/amortecedores-10221">amortecedores dianteiros e traseiros</a> mantêm os pneus em contacto com o asfalto, cada um com a sua função: os dianteiros suportam as forças de travagem e direção, enquanto os traseiros estabilizam a carroçaria durante a aceleração. Quando qualquer um deles falha, o carro demora mais a travar, perde estabilidade nas curvas e o conforto deteriora-se de forma progressiva. O problema é que o desgaste acontece aos poucos e muitos condutores habituam-se às novas sensações sem perceber que algo está errado.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>O carro mergulha ao travar e perde o equilíbrio nas curvas</strong></li>
</ul>



<p>Se o veículo inclina visivelmente para a frente ao travar, ou balança de lado numa curva mais fechada, os amortecedores podem já não estar a controlar os movimentos da carroçaria. Este comportamento é especialmente perigoso a velocidades mais elevadas ou em travagens de emergência.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A viatura salta e demora a assentar no pavimento</strong></li>
</ul>



<p>Um amortecedor em boas condições absorve os impactos e estabiliza o carro rapidamente. Quando está desgastado, a viatura continua a &#8220;saltitar&#8221; depois de passar por uma lomba ou buraco. Se o carro demorar a assentar, preste atenção.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Os pneus desgastam-se de forma irregular e assimétrica</strong></li>
</ul>



<p>Zonas mais gastas do que outras, especialmente nas bordas, podem indicar um problema de amortecimento. Amortecedores defeituosos não deixam os pneus assentar uniformemente no asfalto, o que acelera o desgaste e reduz a aderência.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pancadas e rangidos surgem ao passar por irregularidades</strong></li>
</ul>



<p>Barulhos de pancada, rangidos ou estalidos ao passar por irregularidades no piso são avisos que não devem ser ignorados. Numa estrada lisa o carro pode parecer normal mas é nas más condições que os problemas se revelam.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Manchas oleosas nas hastes são um aviso claro</strong></li>
</ul>



<p>Observe os amortecedores por baixo do carro. Se as hastes metálicas estiverem cobertas de uma película oleosa ou com manchas escuras, há uma fuga. Amortecedores em bom estado devem estar secos. Uma fuga significa que o fluido interno está a escapar e o componente perdeu eficácia.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como testar os amortecedores em dois minutos, sem ferramentas</strong></h3>



<p>Não precisa de equipamento nem de ir à oficina para fazer uma primeira verificação. O método é simples e qualquer condutor consegue fazê-lo em menos de dois minutos no lugar onde estaciona habitualmente.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="572" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image-1024x572.jpg" alt="" class="wp-image-120633" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image-1024x572.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image-300x168.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image-768x429.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2026/06/image.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Empurre com força para baixo cada canto do carro dianteiro e traseiro, esquerdo e direito. Depois de soltar, o veículo deve voltar à posição normal em apenas uma oscilação. Se continuar a balançar duas ou três vezes, como mostra o resultado &#8220;Problema&#8221; no esquema acima, os amortecedores desse lado já não trabalham como deviam.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quando é hora de substituir e quais marcas valem a pena</strong></h3>



<p>Os especialistas recomendam verificar os amortecedores a partir de aproximadamente 80 000 quilómetros. Se detetar algum dos sinais acima, a substituição não deve ser adiada.</p>



<p>Na hora de escolher, a marca faz diferença. As opções mais recomendadas em 2026:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>#</strong></td><td><strong>Marca e modelo</strong></td><td><strong>Perfil ideal</strong></td></tr><tr><td><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f947.png" alt="🥇" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></td><td><strong>BILSTEIN B4</strong></td><td>Uso diário com máxima fiabilidade</td></tr><tr><td><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f948.png" alt="🥈" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></td><td><strong>SACHS 318 202</strong></td><td>Maior durabilidade, regiões com mau tempo</td></tr><tr><td><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/16.0.1/72x72/1f949.png" alt="🥉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></td><td><strong>MONROE C2516S</strong></td><td>Veículos VAG com suspensão adaptativa</td></tr><tr><td>4</td><td><strong>MEYLE 126 725 0024</strong></td><td>Qualidade OEM, exigência de oficina</td></tr><tr><td>5</td><td><strong>RIDEX 854S0086</strong></td><td>Melhor relação qualidade-preço</td></tr><tr><td>6</td><td><strong>KONI 8705-1332</strong></td><td>Carrinhas e veículos comerciais</td></tr></tbody></table></figure>



<p>A BILSTEIN lidera pela tecnologia de pressão a gás e amortecimento consistente. A SACHS, do Grupo ZF, é instalada de fábrica em muitos veículos europeus e destaca-se pela longevidade. Para orçamentos mais contidos, a RIDEX oferece desempenho sólido no dia a dia com vedantes em PTFE de boa resistência ao desgaste.</p>



<p>A substituição deve ser sempre feita por eixo os dois amortecedores ao mesmo tempo. Após a montagem, um alinhamento de direção preserva os pneus e a geometria da suspensão.</p>



<p>Para quem procura peças de qualidade sem sair de casa, o AUTODOC MARKETPLACE expandiu-se recentemente para Portugal, oferecendo uma seleção alargada de amortecedores das principais marcas do mercado. A plataforma está disponível tanto no site como na app da AUTODOC, com acesso a milhões de referências para as mais diversas marcas e modelos.</p>



<p>Cuidar dos amortecedores é cuidar da sua segurança e da de quem viaja consigo.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/amortecedores-dianteiros-e-traseiros-desgastados-tem-estes-sinais-e-a-maioria-dos-condutores-ignora-os/">Amortecedores dianteiros e traseiros desgastados têm estes sinais e a maioria dos condutores ignora-os</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Porque é que tantas casas na Região Centro são geladas no inverno e um forno no verão?</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/porque-e-que-tantas-casas-na-regiao-centro-sao-geladas-no-inverno-e-um-forno-no-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:06:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=120259</guid>

					<description><![CDATA[<p>Há casas na Região Centro onde o conforto muda radicalmente com as estações: no inverno, parecem nunca aquecer o suficiente; no verão, acumulam calor durante horas e tornam-se difíceis de arrefecer. Mas esta realidade não tem de ser inevitável. Hoje, existem soluções técnicas de caixilharia e vidro que permitem melhorar de forma significativa o conforto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há casas na Região Centro onde o conforto muda radicalmente com as estações: no inverno, parecem nunca aquecer o suficiente; no verão, acumulam calor durante horas e tornam-se difíceis de arrefecer. Mas esta realidade não tem de ser inevitável.</p>



<p>Hoje, existem soluções técnicas de caixilharia e vidro que permitem melhorar de forma significativa o conforto térmico e acústico de uma habitação. A escolha certa de janelas, perfis, vidros, ferragens e instalação pode transformar a forma como uma casa responde ao frio, ao calor, ao ruído e até à humidade.</p>



<p>Mais do que gastar energia para tentar compensar o desconforto, a prioridade deve ser simples:&nbsp;<strong>preparar a casa para conservar melhor a temperatura interior</strong>. É aqui que as janelas eficientes ganham importância, sobretudo quando falamos de soluções modernas em&nbsp;<a href="https://caixilhopvc.pt/janelas-pvc/"><u>janelas em PVC</u></a>, vidro duplo ou vidro triplo, com boa vedação e instalação profissional.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>O conforto começa na qualidade da envolvente da casa</strong></h2>



<p>Uma casa confortável não depende apenas do aquecimento no inverno ou do ar condicionado no verão. Depende, acima de tudo, da capacidade da habitação para manter uma temperatura interior mais estável.</p>



<p>Quando uma&nbsp;<strong>janela isola bem, ajuda a reduzir as perdas de calor nos meses frios e contribui para limitar a entrada excessiva de calor nos meses quentes</strong>. A Energy Saving Trust, organização independente britânica especializada em eficiência energética, explica que o vidro duplo ajuda a manter o ar quente dentro de casa no inverno e também a manter o ar quente no exterior durante períodos mais quentes.</p>



<p>Isto significa que uma boa janela não é apenas uma solução “para o inverno”. É uma melhoria de conforto para todo o ano.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>O que distingue uma boa caixilharia?</strong></h2>



<p>Nem todas as janelas oferecem o mesmo desempenho. Uma boa caixilharia deve ser avaliada por vários fatores técnicos, e não apenas pelo aspeto visual ou pelo preço.</p>



<p>Entre os aspetos mais importantes estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>qualidade do perfil;</li>



<li>número de câmaras internas do perfil;</li>



<li>capacidade de vedação;</li>



<li>tipo de vidro;</li>



<li>ferragens;</li>



<li>espaçadores entre vidros;</li>



<li>instalação;</li>



<li>compatibilidade com a exposição solar da casa;</li>



<li>desempenho térmico e acústico.</li>
</ul>



<p>Nos sistemas modernos de PVC, os perfis multicâmara ajudam a criar barreiras internas que dificultam a passagem de frio e calor. Quanto melhor for a conceção do perfil e a qualidade da instalação, maior será a capacidade da janela para contribuir para uma casa mais confortável.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>O valor U: o indicador que ajuda a perceber o isolamento</strong></h2>



<p>Um dos conceitos técnicos mais importantes numa janela é o&nbsp;<strong>valor U</strong>, também conhecido como coeficiente de transmissão térmica.</p>



<p>De forma simples, o valor U indica a quantidade de calor que passa através de um elemento da construção. Quanto mais baixo for este valor, melhor tende a ser o isolamento térmico.</p>



<p>No caso das janelas, podem existir diferentes indicadores:</p>



<p><strong>Uw</strong>&nbsp;— desempenho térmico da janela completa;<br><strong>Ug</strong>&nbsp;— desempenho térmico do vidro;<br><strong>Uf</strong>&nbsp;— desempenho térmico do perfil.</p>



<p>É importante perceber esta diferença porque uma janela não é apenas vidro. É o conjunto formado pelo vidro, perfil, ferragens, vedantes, espaçadores e instalação. Uma boa solução deve equilibrar todos estes elementos.</p>



<p>A ADENE disponibiliza um Guia Técnico para Janelas Eficientes que ajuda os consumidores a compreender estes aspetos técnicos e a tomar decisões mais informadas na escolha de novas janelas para a habitação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Vidro duplo: uma solução equilibrada para muitas casas</strong></h2>



<p>O vidro duplo é uma das soluções mais comuns em projetos de renovação. É composto por duas folhas de vidro separadas por uma caixa de ar ou por gás isolante.</p>



<p>Esta caixa entre os vidros funciona como uma barreira que reduz a transferência de calor. Segundo o Energy Saving Trust, o espaço entre os dois vidros pode ser preenchido com ar ou com um gás inerte, como o árgon, que tem melhor capacidade isolante do que o ar.</p>



<p>Para muitas habitações, o vidro duplo já representa uma melhoria muito significativa face ao vidro simples, sobretudo quando combinado com uma&nbsp;<a href="https://caixilhopvc.pt/"><u>boa caixilharia em PVC</u></a>&nbsp;e uma instalação cuidada.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Argon entre os vidros: pequeno detalhe, grande diferença</strong></h2>



<p>Um dos elementos técnicos mais interessantes numa janela eficiente é o uso de&nbsp;<strong>gás árgon</strong>&nbsp;na caixa entre os vidros.</p>



<p>O árgon é um gás inerte, mais denso do que o ar, utilizado para reduzir a transferência de calor entre os vidros. Na prática, ajuda a melhorar o isolamento térmico da janela, contribuindo para uma temperatura interior mais estável.</p>



<p>Este detalhe é particularmente relevante em vidro duplo e vidro triplo. Quando combinado com vidro baixo emissivo, bons espaçadores e caixilharia de qualidade, o árgon ajuda a aumentar a eficiência global da janela.</p>



<p>Ou seja, quando se compara uma janela com vidro duplo comum com uma janela com vidro duplo baixo emissivo e árgon, a diferença não está apenas no número de vidros. Está na tecnologia usada dentro da própria composição do vidro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Vidro baixo emissivo: conservar melhor o calor sem perder luz natural</strong></h2>



<p>Outro aspeto técnico muito importante é o&nbsp;<strong>vidro baixo emissivo</strong>, também conhecido como vidro Low-E.</p>



<p>Este tipo de vidro tem uma camada fina e praticamente invisível que ajuda a refletir o calor. No inverno, contribui para manter mais calor no interior da casa. No verão, dependendo da composição do vidro e do fator solar escolhido, pode ajudar a controlar a entrada excessiva de calor.</p>



<p>A utilização de vidros baixo emissivos é hoje uma das características associadas a soluções de maior eficiência energética, sobretudo quando combinada com caixas preenchidas com gás inerte, como árgon, e caixilharias bem isoladas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Vidro triplo: quando faz sentido apostar numa solução superior?</strong></h2>



<p>O vidro triplo pode ser uma excelente opção em casas onde se procura desempenho térmico e acústico superior. É composto por três folhas de vidro e duas caixas intermédias, que podem também ser preenchidas com gás isolante.</p>



<p>Esta solução pode fazer sentido em:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>zonas mais frias;</li>



<li>moradias isoladas;</li>



<li>casas expostas a vento;</li>



<li>habitações com grandes áreas envidraçadas;</li>



<li>locais com ruído exterior elevado;</li>



<li>projetos de elevada eficiência energética;</li>



<li>casas onde se procura maior conforto durante todo o ano.</li>
</ul>



<p>Ainda assim, o vidro triplo deve ser escolhido com critério. É mais pesado, exige caixilharia compatível e deve ser adequado à realidade da casa. Não basta escolher “mais vidro”; é necessário garantir que todo o sistema está preparado para esse desempenho.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Espaçadores warm edge: o detalhe que reduz perdas nas extremidades do vidro</strong></h2>



<p>Entre os vidros existe uma peça chamada espaçador. A sua função é manter a distância correta entre as folhas de vidro e garantir a estabilidade da caixa.</p>



<p>Nas janelas mais eficientes, podem ser utilizados&nbsp;<strong>espaçadores warm edge</strong>, ou espaçadores de bordo quente. Estes ajudam a reduzir perdas térmicas na zona periférica do vidro, que é uma área crítica da janela.</p>



<p>Este detalhe também pode contribuir para reduzir o risco de condensação nas extremidades do vidro, melhorando o conforto e a durabilidade do conjunto.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Vedação: uma janela eficiente tem de fechar bem</strong></h2>



<p>Uma janela pode ter um excelente vidro e um bom perfil, mas se a vedação for fraca, o desempenho real fica comprometido.</p>



<p>A vedação é essencial para reduzir infiltrações de ar, entrada de poeiras, ruído e perdas térmicas. Por isso, uma boa janela deve ter juntas de qualidade, bom sistema de fecho e ferragens capazes de garantir pressão uniforme quando a janela está fechada.</p>



<p>Este é um ponto muitas vezes esquecido. No entanto, na utilização diária, é precisamente a vedação que faz com que o morador sinta menos correntes de ar, menos ruído e maior estabilidade térmica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Ferragens de qualidade também contam</strong></h2>



<p>As ferragens não servem apenas para abrir e fechar a janela. Têm impacto na segurança, na durabilidade, na pressão de fecho e na estanquidade.</p>



<p>Boas ferragens ajudam a manter a janela bem ajustada ao longo do tempo. Isto é importante porque uma janela desalinhada pode começar a deixar passar ar, perder capacidade de isolamento e tornar-se menos confortável.</p>



<p>Em projetos de renovação, vale a pena perguntar não apenas “que vidro leva?”, mas também “que ferragens utiliza?”, “como é garantida a vedação?” e “que tipo de instalação será feita?”.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Isolamento acústico: conforto também é silêncio</strong></h2>



<p>O conforto de uma casa não se mede apenas pela temperatura. O ruído exterior também influencia a qualidade de vida.</p>



<p>Uma boa janela pode ajudar a reduzir a entrada de ruído, especialmente quando combina:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>vidro adequado;</li>



<li>espessuras diferentes entre folhas de vidro;</li>



<li>caixa de ar ou gás;</li>



<li>caixilharia com boa vedação;</li>



<li>instalação cuidada.</li>
</ul>



<p>Para quem vive perto de estradas, cafés, escolas, zonas industriais ou ruas movimentadas, o isolamento acústico pode ser tão importante como o isolamento térmico.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Instalação: o ponto que pode fazer ganhar ou perder desempenho</strong></h2>



<p>Uma janela eficiente só funciona bem se for corretamente instalada.</p>



<p>Mesmo a melhor caixilharia pode perder desempenho se houver falhas na montagem, má selagem, folgas, pontes térmicas ou remates mal executados. A instalação deve garantir estanquidade ao ar e à água, bom isolamento no perímetro da janela e alinhamento correto.</p>



<p>Por isso, a escolha da empresa instaladora é tão importante como a escolha do vidro ou do perfil. Uma boa solução técnica precisa de uma instalação profissional para entregar o desempenho esperado.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Como escolher a melhor solução para cada casa?</strong></h2>



<p>Não existe uma janela ideal para todas as casas. A melhor solução depende da localização, exposição solar, ruído exterior, tipo de construção, orçamento e objetivo da intervenção.</p>



<p>Uma casa numa zona fria da Região Centro pode beneficiar de uma solução com maior foco no isolamento térmico. Uma habitação muito exposta ao sol pode precisar de maior controlo solar. Um apartamento junto a uma estrada movimentada pode exigir maior atenção ao isolamento acústico.</p>



<p>É por isso que uma boa avaliação técnica deve considerar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>orientação solar das divisões;</li>



<li>estado das janelas existentes;</li>



<li>tipo de vidro atual;</li>



<li>presença de correntes de ar;</li>



<li>nível de ruído exterior;</li>



<li>problemas de condensação;</li>



<li>dimensão dos vãos;</li>



<li>tipo de utilização da casa.</li>
</ul>



<p>Empresas especializadas em caixilharia eficiente, como a&nbsp;<a href="https://caixilhopvc.pt/"><u>Caixilho PVC</u></a>, podem ajudar a identificar a solução mais adequada para cada caso, seja através de janelas em PVC com vidro duplo, vidro triplo, vidro baixo emissivo, gás árgon ou outras combinações técnicas pensadas para melhorar o conforto da habitação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Uma casa mais confortável é uma casa mais preparada</strong></h2>



<p>Melhorar as janelas não é apenas uma questão estética. É uma forma de preparar a casa para responder melhor às variações de temperatura, ao ruído e às exigências de conforto atuais.</p>



<p>Uma boa caixilharia pode contribuir para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>maior conforto térmico no inverno;</li>



<li>menor entrada de calor no verão;</li>



<li>redução de correntes de ar;</li>



<li>melhor isolamento acústico;</li>



<li>maior sensação de bem-estar;</li>



<li>menor necessidade de recorrer constantemente a aquecimento ou arrefecimento;</li>



<li>valorização do imóvel;</li>



<li>melhor qualidade de vida dentro de casa.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>O verdadeiro objetivo: viver melhor em casa durante todo o ano</strong></h2>



<p>A pergunta não deve ser apenas porque é que tantas casas na Região Centro são frias no inverno e quentes no verão. A pergunta mais importante é:&nbsp;<strong>o que pode ser feito para mudar isso de forma eficaz?</strong></p>



<p>A resposta passa por olhar para a casa como um sistema. As janelas, os vidros, a vedação, os perfis e a instalação têm um papel decisivo no conforto diário.</p>



<p>Com caixilharia em PVC de qualidade, vidro duplo ou triplo adequado, gás árgon entre vidros, vidro baixo emissivo, bons vedantes, ferragens resistentes e instalação profissional, é possível transformar uma casa desconfortável numa habitação mais estável, silenciosa e agradável.</p>



<p>No fim, uma casa eficiente não é apenas uma casa que consome menos. É uma casa onde se vive melhor: com mais conforto no inverno, mais frescura no verão, mais silêncio e maior tranquilidade todos os dias.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/porque-e-que-tantas-casas-na-regiao-centro-sao-geladas-no-inverno-e-um-forno-no-verao/">Porque é que tantas casas na Região Centro são geladas no inverno e um forno no verão?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Viseu: Microempresas dominam tecido empresarial, enquanto serviços continuam a liderar a atividade económica</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/viseu-microempresas-dominam-tecido-empresarial-enquanto-servicos-continuam-a-liderar-a-atividade-economica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 10:04:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=120257</guid>

					<description><![CDATA[<p>O distrito de Viseu registou uma evolução negativa da dinâmica empresarial no primeiro trimestre de 2026, com uma redução de 16% nas constituições de empresas e um aumento de 69% nas insolvências face ao mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados da consultora Iberinforma. Os dados revelam uma maior pressão de saída do mercado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O distrito de Viseu registou uma evolução negativa da dinâmica empresarial no primeiro trimestre de 2026, com uma redução de 16% nas constituições de empresas e um aumento de 69% nas insolvências face ao mesmo período do ano anterior, de acordo com os dados da consultora Iberinforma.</p>



<p>Os dados revelam uma maior pressão de saída do mercado e um ritmo mais lento na criação de novas empresas, num contexto económico ainda marcado pela fragilidade estrutural do tecido empresarial da região.</p>



<p>Apesar deste cenário, o volume de negócios agregado aumentou de 10.195 milhões de euros em 2023 para 10.464 milhões em 2024. A taxa de exportação manteve-se estável nos 31,2%, demonstrando consistência da presença internacional das empresas do distrito.</p>



<p>O perfil empresarial do distrito continua fortemente assente em microempresas, que representam 86% do total. As pequenas empresas correspondem a 13%, enquanto médias e grandes empresas têm uma expressão residual, próxima de 1%.</p>



<p>A distribuição geográfica mostra uma clara concentração empresarial no concelho de&nbsp;Viseu, responsável por 32% das empresas do distrito. Seguem-se&nbsp;Tondela&nbsp;com 7%,&nbsp;Lamego&nbsp;com 6%,&nbsp;Cinfães&nbsp;com 5% e&nbsp;Mangualde&nbsp;com 4%.</p>



<p>Em termos financeiros, o prazo médio de pagamento melhorou ligeiramente, passando de 69 dias em 2023 para 68 dias em 2024. Já o prazo médio de recebimento aumentou de 62 para 63 dias, reduzindo o desfasamento financeiro, embora mantendo pressão sobre a liquidez das empresas.</p>



<p>No que diz respeito ao risco empresarial, 38% das empresas estão classificadas em risco baixo e 40% em risco médio. As empresas em risco elevado representam 21%, enquanto o risco máximo corresponde apenas a 1%.</p>



<p>A análise da antiguidade das empresas mostra um tecido relativamente equilibrado: 31% têm até cinco anos, 20% situam-se entre os 16 e os 25 anos e 17% possuem mais de 25 anos de atividade.</p>



<p>Os serviços continuam a assumir-se como o principal motor económico do distrito, concentrando 40% da atividade empresarial. A indústria representa 13%, a agricultura 7%, os transportes 4% e a construção 2%, enquanto outras atividades somam 26%.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/viseu-microempresas-dominam-tecido-empresarial-enquanto-servicos-continuam-a-liderar-a-atividade-economica/">Viseu: Microempresas dominam tecido empresarial, enquanto serviços continuam a liderar a atividade económica</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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