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	<title>Negócios - Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Sep 2026 08:42:01 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Negócios - Jornal do Centro</title>
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		<title>Nas serras do Centro, são as estradas de montanha que mais exigem da embraiagem</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/nas-serras-do-centro-sao-as-estradas-de-montanha-que-mais-exigem-da-embraiagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 08:33:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem vive nas serras do Centro de Portugal conhece bem o desenho das estradas locais, marcado por curvas fechadas, subidas prolongadas, descidas técnicas e troços onde o piso muda de traçado a cada poucas centenas de metros. Trata-se de uma paisagem apreciada por quem conduz, mas também exigente para o automóvel, nomeadamente para componentes que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quem vive nas serras do Centro de Portugal conhece bem o desenho das estradas locais, marcado por curvas fechadas, subidas prolongadas, descidas técnicas e troços onde o piso muda de traçado a cada poucas centenas de metros. Trata-se de uma paisagem apreciada por quem conduz, mas também exigente para o automóvel, nomeadamente para componentes que operam de forma discreta até apresentarem os primeiros sinais de desgaste, como é o caso da embraiagem.</p>



<p>Antes do outono e do inverno se instalarem, justifica-se incluir a embraiagem na lista de verificações do veículo, um componente cujo desgaste é frequentemente negligenciado por ser gradual.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Estradas de montanha pedem mais da embraiagem</h2>



<p>Em terreno de serra, o condutor raramente mantém uma velocidade constante durante muitos quilómetros. As curvas obrigam a reduções frequentes, as subidas exigem arranques repetidos com o veículo parado ou quase parado, e os cruzamentos e acessos a povoações multiplicam as situações em que é necessário engrenar e desengrenar a<a href="https://www.auto-doc.pt/pecas-sobresselentes/jogo-de-embraiagem-10151"> embraiagem</a> em pouco espaço.</p>



<p>Isto não significa que a embraiagem se desgaste de forma mais acentuada apenas por se residir numa zona serrana, uma vez que o desgaste depende sobretudo do estilo de condução. É contudo verdade que este tipo de traçado tende a multiplicar o número de acionamentos por trajeto, sobretudo para quem realiza o mesmo percurso diariamente para o trabalho ou para a escola.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que as subidas e as mudanças frequentes fazem diferença</h2>



<p>O mecanismo técnico é relativamente simples. Quando a embraiagem está totalmente engatada, não ocorre atrito significativo, uma vez que o disco gira solidário com o volante do motor. O desgaste surge sobretudo nos momentos de acoplamento parcial, quando o disco ainda desliza ligeiramente até atingir a velocidade do motor, como sucede num arranque em subida ou numa manobra apertada numa curva fechada.</p>



<p>Por esta razão, os arranques repetidos em rampa, mais do que a simples sinuosidade da estrada, tendem a constituir o fator com maior peso no desgaste ao longo do tempo. Uma condução que evite manter o pedal a meio curso sem necessidade, arrancando de forma decidida e sem prolongar o acoplamento, contribui para limitar este efeito, mesmo em terreno mais exigente.</p>



<p>Quanto à chuva e à humidade, características desta época do ano nas zonas de maior altitude, não provocam desgaste direto da embraiagem, uma vez que o disco se encontra protegido dentro da caixa de velocidades. Constituem sobretudo um contexto sazonal que justifica uma condução mais cautelosa e a inclusão da transmissão numa revisão geral antes do inverno.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que sinais podem indicar desgaste da embraiagem</h2>



<p>O desgaste da embraiagem costuma manifestar-se de forma progressiva. Entre os sinais que podem justificar uma verificação incluem-se os seguintes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Ponto de embraiagem mais alto do que o habitual, exigindo soltar mais o pedal para o veículo iniciar a marcha;</li>



<li>Cheiro a queimado ligeiro após subidas longas ou arranques repetidos em rampa;</li>



<li>Sensação de patinagem ao acelerar em subida, sem correspondência no aumento de velocidade;</li>



<li>Dificuldade ocasional em engrenar mudanças, sobretudo a frio.</li>
</ul>



<p>Estes sintomas não identificam, por si só, a peça responsável. Problemas no acionamento, na caixa de velocidades ou noutros componentes da transmissão podem produzir sinais semelhantes, pelo que o diagnóstico deve ser confirmado numa oficina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando faz sentido mandar verificar a embraiagem</h2>



<p>Quem percorre regularmente estradas de serra, sobretudo em trajetos diários com muitas subidas e arranques, tem uma razão adicional para não adiar a verificação assim que surge algum dos sinais anteriormente descritos, em vez de aguardar por um intervalo genérico de quilometragem. Um diagnóstico atempado permite distinguir com clareza se o problema reside efetivamente na embraiagem ou tem outra origem, evitando que um desgaste inicial evolua para uma avaria mais extensa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a revisão aponta para substituição</h2>



<p>Caso o diagnóstico confirme a necessidade de substituição, a oficina poderá determinar quais os componentes do conjunto que devem ser trocados, normalmente o disco de fricção, o prato de pressão e o rolamento, uma vez que trabalham em conjunto e se desgastam a ritmos semelhantes.</p>



<p>Para quem procura repor o sistema com um jogo de embraiagem compatível com o modelo do veículo, é recomendável confirmar previamente as especificações técnicas junto do mecânico ou do livrete, dado que o diâmetro do disco e o tipo de prato de pressão variam consoante a motorização.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/nas-serras-do-centro-sao-as-estradas-de-montanha-que-mais-exigem-da-embraiagem/">Nas serras do Centro, são as estradas de montanha que mais exigem da embraiagem</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Antes do frio chegar a Viseu: o teste de 5 minutos que revela se a sua casa está a perder dinheiro pelas janelas</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/antes-do-frio-chegar-a-viseu-o-teste-de-5-minutos-que-revela-se-a-sua-casa-esta-a-perder-dinheiro-pelas-janelas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 09:41:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As primeiras noites frias trazem um ritual conhecido a muitas casas da região de Viseu: fecham-se as janelas, liga-se o aquecimento e espera-se que a divisão fique confortável. Mas, em algumas habitações, a temperatura demora a subir e desaparece rapidamente assim que o aparelho é desligado. Antes de culpar o aquecedor ou aumentar a temperatura, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>As primeiras noites frias trazem um ritual conhecido a muitas casas da região de Viseu: fecham-se as janelas, liga-se o aquecimento e espera-se que a divisão fique confortável. Mas, em algumas habitações, a temperatura demora a subir e desaparece rapidamente assim que o aparelho é desligado.</p>



<p>Antes de culpar o aquecedor ou aumentar a temperatura, vale a pena saber se as janelas isolam bem &#8211; sejam antigas caixilharias de madeira,&nbsp;<a href="https://windowslux.pt/aluminios/"><u>janelas de alumínio</u></a>&nbsp;ou soluções noutros materiais. Uma janela desafinada ou mal vedada pode deixar entrar ar frio e dificultar a conservação da temperatura interior.</p>



<p>Em Viseu, esta verificação ganha especial importância. Segundo as normais climatológicas de 1991-2020 do IPMA, a temperatura mínima média de janeiro é de 3,9 graus e registam-se, em média, 9,2 dias por ano com temperaturas mínimas inferiores a zero. Quando uma casa não consegue conservar o calor, o desconforto torna-se rapidamente evidente.</p>



<p>Isso não significa que todas as janelas tenham de ser substituídas. Em muitos casos, o problema pode estar nos vedantes, nas ferragens, na selagem em redor do caixilho ou até na caixa de estore.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Como saber se as janelas isolam bem em cinco minutos</h1>



<p>O teste seguinte não exige equipamentos especiais. Deve ser realizado com segurança, de preferência num dia frio ou com algum vento, quando as diferenças entre o interior e o exterior são mais fáceis de sentir.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Primeiro minuto: faça o teste da folha de papel</strong></h2>



<p>Abra uma janela de batente ou oscilobatente e coloque uma folha de papel entre a parte móvel e o caixilho. Feche e tranque normalmente.</p>



<p>Depois, tente retirar a folha.</p>



<p>Se sair sem qualquer resistência, a pressão exercida sobre os vedantes pode ser insuficiente naquele ponto. Repita o teste na parte superior, inferior e lateral da janela, porque uma folha pode estar bem ajustada numa zona e desalinhada noutra.</p>



<p>O resultado não constitui um diagnóstico definitivo. Pode indicar um vedante gasto, ferragens que necessitam de afinação ou uma deformação que merece ser avaliada. Nas janelas de correr, onde o sistema de fecho funciona de maneira diferente, este teste não produz uma leitura tão útil.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Segundo minuto: procure correntes de ar</strong></h2>



<p>Com a janela fechada, passe lentamente as costas da mão em redor do caixilho, sobretudo junto às uniões, aos cantos e à zona inferior.</p>



<p>Num dia frio ou com vento será mais fácil sentir uma corrente de ar. Também pode aproximar um lenço de papel leve e observar se este se movimenta. Não utilize velas, fósforos ou qualquer chama.</p>



<p>Sentir frio junto ao vidro não prova, por si só, que existe uma fuga. Uma superfície envidraçada fria pode causar desconforto mesmo sem passagem direta de ar. O sinal mais relevante é a existência de movimento localizado junto às juntas ou entre o caixilho e a parede.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Terceiro minuto: observe onde aparece a condensação</strong></h2>



<p>A presença de água nas janelas deve ser interpretada com cuidado.</p>



<p>Quando a condensação aparece na superfície interior do vidro, pode estar relacionada com humidade elevada, ventilação insuficiente e uma superfície muito fria. Cozinhar, tomar banho, secar roupa dentro de casa e manter as divisões fechadas durante muitas horas pode contribuir para o problema.</p>



<p>Se a humidade surgir entre os dois vidros de uma unidade de vidro duplo, poderá existir uma falha na selagem do conjunto. Manchas persistentes junto às paredes ou ao contorno do caixilho podem justificar a verificação da instalação e da existência de pontes térmicas ou infiltrações.</p>



<p>Trocar uma janela sem considerar a ventilação da habitação pode não resolver todos os problemas de condensação. O Guia Técnico para Janelas Eficientes do sistema CLASSE+ recorda que a escolha deve considerar os vários parâmetros que afetam o desempenho da janela.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quarto minuto: escute a janela</strong></h2>



<p>Durante alguns segundos, desligue a televisão e outros equipamentos e preste atenção ao ruído exterior.</p>



<p>O som parece entrar sobretudo por uma determinada janela? Torna-se mais intenso junto à caixa de estore? Existem vibrações quando passa um veículo pesado ou quando sopra vento?</p>



<p>O isolamento acústico depende da composição do vidro, do perfil, das juntas, do sistema de abertura, da caixa de estore e da qualidade da instalação. Colocar um vidro mais espesso numa estrutura com folgas poderá produzir um resultado muito inferior ao esperado.</p>



<p>Observe também se as cortinas se movimentam com a janela fechada, se entra luz por alguma união ou se existem vestígios de poeira e água junto ao perímetro.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quinto minuto: verifique o fecho e a caixa de estore</strong></h2>



<p>Abra e feche a janela lentamente. O puxador oferece resistência anormal? É necessário levantar ou empurrar a folha para conseguir trancar? A janela raspa no caixilho ou não encosta de maneira uniforme?</p>



<p>Estes sinais podem apontar para ferragens desafinadas, desgaste ou desalinhamento.</p>



<p>Faça ainda uma verificação à caixa de estore. Em muitas habitações, a sensação de corrente de ar atribuída à janela vem, na realidade, de uma caixa pouco isolada ou mal vedada. Passe a mão junto à tampa e às zonas de passagem da fita do estore, procurando diferenças evidentes.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Como interpretar o resultado do teste</h1>



<p>O número de sinais encontrados não substitui uma avaliação técnica, mas ajuda a decidir o passo seguinte.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><td><strong>Resultado observado</strong></td><td><strong>Próximo passo recomendado</strong></td></tr></thead><tbody><tr><td><strong>Nenhum sinal evidente</strong></td><td>Repetir a verificação num dia mais frio ou com vento</td></tr><tr><td><strong>Um problema localizado</strong></td><td>Verificar vedantes, ferragens ou selagem</td></tr><tr><td><strong>Vários problemas na mesma janela</strong></td><td>Solicitar uma avaliação profissional</td></tr><tr><td><strong>Condensação entre os vidros</strong></td><td>Verificar a unidade de vidro e a respetiva selagem</td></tr><tr><td><strong>Entrada de água ou deformação</strong></td><td>Pedir uma inspeção antes do agravamento do problema</td></tr><tr><td><strong>Problemas em várias divisões</strong></td><td>Avaliar as janelas e o comportamento térmico global da casa</td></tr></tbody></table></figure>



<p>Uma estimativa séria da possível poupança tem de considerar o estado do imóvel, a área envidraçada, a orientação solar, o sistema de climatização e os hábitos dos moradores. O teste identifica indícios; não determina sozinho quantos euros poderão ser poupados.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Reparar ou substituir as janelas</h1>



<p>A substituição completa não deve ser a resposta automática.</p>



<p>Uma janela estruturalmente saudável poderá recuperar parte do seu desempenho através da manutenção, afinação das ferragens, renovação dos vedantes ou correção da selagem. Pelo contrário, trocar apenas o vidro poderá ser insuficiente quando o perfil, as juntas ou a ligação à parede continuam a permitir infiltrações de ar.</p>



<p>A janela deve ser avaliada como um sistema formado pelo perfil, vidro, ferragens, vedantes, tipo de abertura, caixa de estore e instalação.</p>



<p>É esta leitura conjunta que empresas especializadas como a&nbsp;<a href="https://windowslux.pt/">WindowsLux</a>&nbsp;aplicam na análise de cada projeto. A empresa portuguesa fabrica soluções por medida e trabalha com diferentes configurações de vidro, perfis e sistemas de abertura.</p>



<p>A escolha entre&nbsp;<a href="https://windowslux.pt/pvc/"><u>janelas em PVC</u></a>&nbsp;e alumínio também não deve ser reduzida a uma resposta universal. O PVC pode oferecer uma relação interessante entre isolamento térmico e manutenção, enquanto o alumínio com rutura térmica pode ser adequado a grandes vãos e projetos que procuram perfis mais esbeltos. O resultado depende sempre da janela completa e da qualidade da instalação.</p>



<h1 class="wp-block-heading">O que verificar antes de pedir um orçamento</h1>



<p>Quem estiver a ponderar uma intervenção deve reunir algumas informações básicas:</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;Fotografias das janelas e dos respetivos vãos</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;Medidas aproximadas</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;Número de janelas e portas</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;Tipo de abertura pretendido</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;Existência de estores</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;Principais problemas sentidos</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;Orientação das fachadas</p>



<p>•&nbsp;&nbsp;Localização do imóvel</p>



<p>Ao comparar propostas, é importante confirmar se incluem a composição do vidro, a referência do perfil, o tipo de ferragens, a remoção das janelas antigas, a instalação, a selagem, os remates e as condições de garantia.</p>



<p>A etiqueta energética CLASSE+, promovida pela ADENE, classifica o desempenho energético das janelas numa escala de F a A+. Contudo, mesmo uma janela com bom desempenho declarado só consegue cumprir adequadamente a sua função quando é instalada de forma correta.</p>



<h1 class="wp-block-heading">Cinco minutos que podem evitar mais um inverno desconfortável</h1>



<p>O teste não substitui uma auditoria energética nem uma visita técnica, mas ajuda a transformar uma sensação vaga &#8211; a casa nunca aquece &#8211; num conjunto de sinais concretos.</p>



<p>Se a folha de papel sair facilmente, houver correntes de ar, o fecho estiver desalinhado ou a caixa de estore deixar passar frio, já existe informação útil para decidir o passo seguinte.</p>



<p>Antes de aumentar o aquecimento e aceitar mais um inverno desconfortável, talvez valha a pena descobrir primeiro se o calor está simplesmente a encontrar uma saída.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/antes-do-frio-chegar-a-viseu-o-teste-de-5-minutos-que-revela-se-a-sua-casa-esta-a-perder-dinheiro-pelas-janelas/">Antes do frio chegar a Viseu: o teste de 5 minutos que revela se a sua casa está a perder dinheiro pelas janelas</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Como os viseenses gerem o orçamento do lazer</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/como-os-viseenses-gerem-o-orcamento-do-lazer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 08:27:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao fim de um dia de trabalho, muita gente em Viseu faz o mesmo cálculo mental. A prestação da casa subiu, o supermercado não perdoa e, ainda assim, ninguém quer abdicar de um bocadinho de descontração. Um jantar no centro histórico, um bilhete para ver o Académico de Viseu no Fontelo, uma corrida popular no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao fim de um dia de trabalho, muita gente em Viseu faz o mesmo cálculo mental. A prestação da casa subiu, o supermercado não perdoa e, ainda assim, ninguém quer abdicar de um bocadinho de descontração. Um jantar no centro histórico, um bilhete para ver o Académico de Viseu no Fontelo, uma corrida popular no fim de semana ou simplesmente uma noite no sofá com o telemóvel na mão. O lazer entrou definitivamente na folha de contas das famílias da região, disputando espaço com despesas que, essas sim, não param de crescer.</p>



<p>E é precisamente aí, entre o essencial e o supérfluo, que o entretenimento digital ganhou terreno. Entre as opções que hoje competem pela atenção dos adultos da Região Centro estão os <a href="https://www.gameshub.com/pt/casinos-online/estrangeiros/">casinos online estrangeiros</a>, guias que reúnem recomendações como Spinboss, LolaJack ou Millioner e que ajudam quem procura este tipo de passatempo a comparar aquilo que realmente interessa: a variedade de jogos, desde slots a mesas ao vivo, os métodos de pagamento disponíveis, os programas VIP e as ferramentas de jogo responsável. Para o adulto viseense que reserva uma verba mensal para diversão, perceber estas diferenças antes de gastar é tão prático como comparar preços de ginásios ou de serviços de streaming — trata-se de saber onde o dinheiro do lazer rende mais e em que condições.</p>



<p><strong>A pressão da habitação sobre o resto das contas</strong></p>



<p>Não é segredo para ninguém que acompanha o mercado imobiliário local: comprar ou arrendar em Viseu ficou substancialmente mais caro nos últimos anos. As zonas mais procuradas da cidade viram os valores por metro quadrado subir, e mesmo quem opta pelas freguesias limítrofes sente o aperto. Quando a habitação absorve uma fatia maior do salário, todo o resto fica sob escrutínio.</p>



<p>O resultado é um exercício de equilíbrio que se repete em milhares de casas. A conta do lazer não desaparece — porque ninguém aguenta viver só de trabalho e prestações —, mas passa a ser gerida com mais atenção. Em vez de gastos avulsos e impulsivos, cresce a tendência para definir um limite mensal claro para o divertimento, seja ele qual for.</p>



<p><strong>Do bilhete de futebol ao serão em casa</strong></p>



<p>O leque de escolhas é vasto e adapta-se a cada carteira. Há quem prefira o lazer de rua: um concerto na Feira de São Mateus, uma visita às Aldeias com História espalhadas pelo distrito, uma tarde de trilhos na Serra do Caramulo. São experiências que, muitas vezes, custam pouco ou nada e que continuam a ser a espinha dorsal do tempo livre na região.</p>



<p>Mas há também um movimento evidente para dentro de portas. O serão em casa tornou-se uma escolha económica e confortável, sobretudo nos meses mais frios, quando o vento cortante de Viseu não convida a saídas. Nesse cenário, o entretenimento digital multiplicou-se: séries, videojogos, redes sociais e, para o público adulto, os jogos de sorte online, que ocupam hoje um lugar que antes pertencia quase em exclusivo às raspadinhas do quiosque ou ao Euromilhões de sexta-feira.</p>



<p><strong>Áudio, informação e novos hábitos de consumo</strong></p>



<p>Esta mudança de comportamentos não se limita ao vídeo ou ao jogo. O consumo de conteúdos áudio, por exemplo, cresceu de forma notável entre os adultos mais jovens, que aproveitam trajetos de carro ou momentos de pausa para ouvir informação e entretenimento. Um <a href="https://impactum-journals.uc.pt/mj/article/view/14136">estudo sobre jovens ouvintes</a> mostra como o podcast se afirmou como alternativa de acesso à informação para estudantes e recém-licenciados, um perfil bem presente numa cidade universitária como Viseu.</p>



<p>Este dado ajuda a entender o quadro maior. O tempo livre dos viseenses fragmentou-se em muitas microescolhas digitais, quase todas gratuitas ou de baixo custo à entrada. A questão orçamental deixa de ser apenas &#8220;quanto custa&#8221; e passa a ser &#8220;quanto tempo e quanto dinheiro dedicar a cada coisa&#8221; — uma gestão que exige alguma disciplina para não desequilibrar as contas ao fim do mês.</p>



<p><strong>O peso económico de uma indústria em crescimento</strong></p>



<p>Vale a pena olhar para os números por trás destes hábitos. O setor do áudio e do entretenimento digital em Portugal movimenta valores que já não são desprezáveis, com implicações para a publicidade, a criação de conteúdos e o emprego. Uma análise sobre a <a href="https://www.obercom.pt/podcasting-producao-distribuicao-e-consumo-em-portugal/">produção e distribuição em Portugal</a> revela como este mercado amadureceu e ganhou músculo económico, sinal de que o lazer digital é hoje uma verdadeira fatia da economia — também na Região Centro.</p>



<p>Para o consumidor, esta maturidade traz vantagens. Mais oferta significa mais concorrência e, portanto, melhores condições. Seja num serviço de streaming, seja numa proposta de jogo online, quem compara antes de decidir tende a aproveitar melhor cada euro do orçamento de lazer.</p>



<p><strong>Definir limites sem abdicar da diversão</strong></p>



<p>O denominador comum de todos estes hábitos é a necessidade de gerir. Os especialistas em finanças pessoais recomendam, precisamente, tratar o lazer como uma categoria própria do orçamento, com um teto definido à partida. Quem transforma o divertimento numa despesa planeada — e não numa fuga imprevisível — mantém o controlo mesmo com a habitação a pesar tanto.</p>



<p>No caso específico do jogo online, esse princípio ganha ainda mais relevância. As ferramentas de jogo responsável, hoje presentes nos guias mais completos, permitem estabelecer limites de gasto e de tempo, ajudando a manter a atividade dentro da fronteira do entretenimento. É a mesma lógica de quem estipula um valor máximo para restaurantes ou para saídas culturais: divertir-se, sim, mas sem comprometer o essencial.</p>



<p>No fundo, o retrato do lazer em Viseu é o retrato de uma cidade que aprendeu a fazer contas. Entre a subida da habitação e a vontade legítima de aproveitar o tempo livre, os residentes encontram um equilíbrio pessoal, misturando o que a região oferece ao ar livre com o conforto e a variedade do entretenimento digital. E, como em tudo o resto, quem planeia com cabeça é quem melhor desfruta.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/como-os-viseenses-gerem-o-orcamento-do-lazer/">Como os viseenses gerem o orçamento do lazer</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>No distrito de Viseu, Armamar lidera procura por casas para arrendar e Sátão para comprar</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/no-distrito-de-viseu-armamar-lidera-procura-por-casas-para-arrendar-e-satao-para-comprar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Armamar é o município do distrito de Viseu com maior procura para arrendamento, com uma renda mediana de 650 euros por mês, enquanto Sátão lidera a procura para compra, com um preço mediano de 127.081 euros, segundo uma análise do idealista relativa ao segundo trimestre de 2026. O estudo analisou os municípios mais procurados para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Armamar é o município do distrito de Viseu com maior procura para arrendamento, com uma renda mediana de 650 euros por mês, enquanto Sátão lidera a procura para compra, com um preço mediano de 127.081 euros, segundo uma análise do idealista relativa ao segundo trimestre de 2026.</p>



<p>O estudo analisou os municípios mais procurados para arrendamento e compra de habitação nos 18 distritos de Portugal Continental e nas regiões autónomas, comparando também os preços praticados nos concelhos com maior procura.</p>



<p>No mercado de arrendamento, Armamar surge entre os municípios do interior com preços mais baixos, com uma renda mediana de 650 euros mensais. O valor é idêntico ao registado em Pinhel, no distrito da Guarda, e Paredes de Coura, em Viana do Castelo.</p>



<p>No distrito de Viseu, o município mais procurado para arrendar é Armamar, enquanto no mercado de compra Sátão apresenta o maior nível de procura, com um preço mediano de 127.081 euros.</p>



<p>A análise revela diferenças significativas entre os preços praticados nos vários municípios do país. Albufeira, no distrito de Faro, apresenta a renda mediana mais elevada entre os municípios mais procurados, com 1.822 euros mensais, seguida da Amadora, com 1.148 euros, e de Ponta Delgada, com 1.075 euros.</p>



<p>Na compra, Sobral de Monte Agraço, no distrito de Lisboa, regista o preço mediano mais elevado entre os municípios com maior procura, com 404.362 euros, seguido de Santo Tirso, no Porto, com 371.414 euros, e Vila Nova de Famalicão, no distrito de Braga, com 325.169 euros.</p>



<p>No extremo oposto, Barrancos, no distrito de Beja, apresenta o preço mediano de compra mais baixo da análise, com 55.000 euros. Penacova, em Coimbra, com 82.508 euros, Miranda do Douro, em Bragança, com 82.312 euros, e Melgaço, em Viana do Castelo, com 86.006 euros, surgem também abaixo dos 100 mil euros.</p>



<p>Entre os municípios mais procurados para arrendamento, os valores mais baixos são registados em Campo Maior, no distrito de Portalegre, com 462 euros mensais, seguindo-se Vila Pouca de Aguiar, em Vila Real, com 515,50 euros.</p>



<p>A análise identifica ainda três municípios que figuram entre os mais procurados simultaneamente nos mercados de arrendamento e compra: Vila Viçosa, no distrito de Évora, Marinha Grande, em Leiria, e Moita, em Setúbal.</p>



<p>Na Marinha Grande, a renda mediana é de 700 euros mensais e o preço mediano de compra ascende a 270.565 euros, enquanto na Moita os valores são de 1.021 euros e 273.894 euros, respetivamente. Em Vila Viçosa, a renda mediana é de 500 euros e o preço de compra de 123 mil euros.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/no-distrito-de-viseu-armamar-lidera-procura-por-casas-para-arrendar-e-satao-para-comprar/">No distrito de Viseu, Armamar lidera procura por casas para arrendar e Sátão para comprar</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Gerir custos operacionais numa PME: por onde começar quando cada euro conta</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/gerir-custos-operacionais-numa-pme-por-onde-comecar-quando-cada-euro-conta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2026 09:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Gerir uma pequena ou média empresa em Portugal significa, na prática, tomar dezenas de decisões financeiras por semana com informação incompleta. Ao contrário das grandes corporações, que têm departamentos inteiros dedicados a controlo de gestão, o dono de uma PME acumula funções: é ele quem negoceia com fornecedores, aprova despesas, resolve imprevistos e ainda tenta [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Gerir uma pequena ou média empresa em Portugal significa, na prática, tomar dezenas de decisões financeiras por semana com informação incompleta. Ao contrário das grandes corporações, que têm departamentos inteiros dedicados a controlo de gestão, o dono de uma PME acumula funções: é ele quem negoceia com fornecedores, aprova despesas, resolve imprevistos e ainda tenta olhar para o futuro do negócio. Nesse contexto, controlar os custos operacionais deixa de ser uma tarefa contabilística e passa a ser uma questão de sobrevivência e de margem.</em></p>



<p>Gerir uma pequena ou média empresa em Portugal significa, na prática, tomar dezenas de decisões financeiras por semana com informação incompleta. Ao contrário das grandes corporações, que têm departamentos inteiros dedicados a controlo de gestão, o dono de uma PME acumula funções: é ele quem negoceia com fornecedores, aprova despesas, resolve imprevistos e ainda tenta olhar para o futuro do negócio. Nesse contexto, controlar os custos operacionais deixa de ser uma tarefa contabilística e passa a ser uma questão de sobrevivência e de margem.</p>



<p>O primeiro passo, embora pareça óbvio, é muitas vezes ignorado: perceber para onde vai o dinheiro. Sem visibilidade sobre os custos, qualquer tentativa de poupança é adivinhação. Vale a pena separar as despesas em categorias claras recursos humanos, renda e instalações, tecnologia, marketing, logística e mobilidade e acompanhar cada uma ao longo do tempo. É este acompanhamento que revela padrões: um fornecedor que subiu preços sem aviso, uma subscrição de software que já ninguém usa, ou uma rota de entrega que consome mais do que devia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">A diferença entre cortar custos e otimizar custos</h3>



<p>Há uma distinção importante que separa gestores experientes dos que estão a começar. Cortar custos é reduzir despesa de forma indiscriminada, e quase sempre traz consequências: menos qualidade, equipas desmotivadas, clientes insatisfeitos. Otimizar custos é diferente é obter o mesmo resultado, ou melhor, gastando menos. Renegociar um contrato de fornecimento, automatizar uma tarefa repetitiva ou consolidar pagamentos são exemplos de otimização que não sacrificam a operação.</p>



<p>A tecnologia tornou-se uma aliada natural nesta batalha. Ferramentas de faturação eletrónica, plataformas de gestão de tesouraria e sistemas que centralizam informação permitem hoje a uma empresa de cinco pessoas ter um nível de controlo que há uma década estava reservado a grandes grupos. O segredo está em escolher soluções que reduzam trabalho administrativo em vez de acrescentar complexidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading">O combustível: um custo que pesa mais do que parece</h3>



<p>Para qualquer negócio que dependa de veículos desde o eletricista que se desloca a casa dos clientes até à empresa de distribuição com dezenas de carrinhas o combustível é frequentemente uma das maiores fatias de custo variável, e também uma das mais difíceis de controlar. Os preços oscilam semanalmente, seguindo as cotações internacionais e o câmbio, e a carga fiscal em Portugal é significativa: o país fica sistematicamente acima da média da União Europeia na tributação do gasóleo, o que reduz a competitividade logística face a vizinhos como Espanha. Segundo dados da Confederação Empresarial de Portugal, a maioria das empresas industriais e logísticas aponta a subida dos custos de combustível como principal fator de erosão das margens.</p>



<p>É aqui que instrumentos de gestão fazem a diferença. Um&nbsp;<a href="https://www.radius.com/pt-pt/cartoes-de-combustivel/"><u>cartão de combustível</u></a>&nbsp;permite consolidar todos os abastecimentos numa fatura semanal detalhada, definir limites de gasto por condutor, monitorizar consumos anómalos e reduzir o risco de utilização indevida. Em vez de acumular talões e reembolsos avulsos, o gestor passa a ter uma visão única de quanto gasta, onde e por quem dados que, sozinhos, já justificam a poupança administrativa. Para frotas que operam entre Portugal e Espanha, soluções multimarca que funcionam nas várias redes evitam desvios de rota só para abastecer no posto certo, o que se traduz em menos quilómetros e menos tempo perdido. Quem quiser acompanhar a evolução dos preços pode consultar os&nbsp;<a href="https://www.dgeg.gov.pt/"><u>dados oficiais da DGEG</u></a>, que publica os valores de referência semanais.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Pessoas e processos valem tanto quanto os números</h3>



<p>Reduzir custos operacionais não é apenas uma questão de contratos e ferramentas. Muito do desperdício numa PME nasce de processos mal desenhados: tarefas duplicadas, aprovações que demoram dias, informação que se perde entre emails. Mapear como o trabalho realmente acontece e não como se imagina que acontece costuma revelar oportunidades de melhoria que não custam nada a implementar.</p>



<p>Da mesma forma, uma equipa que compreende o porquê das medidas de contenção colabora muito mais do que uma equipa que apenas recebe ordens. Explicar que a poupança em combustível ou em fornecedores protege postos de trabalho e permite investir no crescimento muda a relação com o esforço pedido.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Um plano simples para começar já</h3>



<p>Para quem sente que os custos estão a fugir ao controlo, o caminho não precisa de ser complicado. Comece por reunir três meses de despesas e identificar as cinco maiores rubricas. Escolha uma delas normalmente combustível, fornecedores ou tecnologia e concentre esforços aí, porque é onde uma pequena percentagem de poupança tem maior impacto absoluto. Renegoceie, automatize ou substitua, e meça o resultado ao fim de um trimestre.</p>



<p>A gestão de&nbsp;<a href="https://www.gov.pt/servicos/criar-uma-empresa-online"><u>custos numa PME</u></a>&nbsp;é um exercício contínuo, não um evento único. As empresas que prosperam não são necessariamente as que faturam mais, mas as que sabem exatamente o que gastam e porquê. Num mercado onde as margens são apertadas e cada euro conta, essa clareza é, muitas vezes, a verdadeira vantagem competitiva.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/gerir-custos-operacionais-numa-pme-por-onde-comecar-quando-cada-euro-conta/">Gerir custos operacionais numa PME: por onde começar quando cada euro conta</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fábrica da Stellantis em Mangualde atinge marco de dois milhões de veículos produzidos</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/fabrica-da-stellantis-em-mangualde-atinge-marco-de-dois-milhoes-de-veiculos-produzidos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 13:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fábrica da Stellantis em Mangualde atingiu na quarta-feira o marco histórico de dois milhões de veículos produzidos, numa unidade que emprega diretamente cerca de 900 pessoas e representa 27% da produção automóvel nacional, anunciou a empresa. O veículo que assinalou a produção dos dois milhões foi um Citroën ë-Berlingo Van, de cor cinzenta e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A fábrica da Stellantis em Mangualde atingiu na quarta-feira o marco histórico de dois milhões de veículos produzidos, numa unidade que emprega diretamente cerca de 900 pessoas e representa 27% da produção automóvel nacional, anunciou a empresa.</p>



<p>O veículo que assinalou a produção dos dois milhões foi um Citroën ë-Berlingo Van, de cor cinzenta e edição especial “Berlingo 30 anos”, destinado a um cliente nacional da região de Leiria.</p>



<p>“Atingir o marco dos dois milhões de veículos produzidos é um testemunho vivo do rigor, da paixão e do empenho de várias gerações de colaboradores em Mangualde”, afirmou o diretor do Centro de Produção de Mangualde da Stellantis, Múcio Brasileiro.</p>



<p>Para o responsável, o marco “demonstra o papel fulcral que esta fábrica desempenha no ecossistema industrial da Stellantis e no tecido económico de Portugal”, acrescentando que a unidade continuará focada na transição para a mobilidade elétrica, aliando tradição, inovação e sustentabilidade.</p>



<p>Fundada em 1962, sob a designação de Citroën Lusitânia, a unidade iniciou a produção em 1964, com o Citroën 2CV AZL.</p>



<p>Ao longo das mais de seis décadas de atividade, a fábrica produziu modelos como o Citroën DS, Méhari, AX e Saxo, tendo também ficado ligada à história do 2CV ao fabricar, em 27 de julho de 1990, a última unidade mundial daquele modelo.</p>



<p>Em 1998, com o início da produção do Citroën Berlingo e do Peugeot Partner, a unidade de Mangualde entrou numa nova fase, especializando-se na produção de veículos comerciais ligeiros e versões de passageiros.</p>



<p>Atualmente, a fábrica produz modelos térmicos e elétricos de quatro marcas do Grupo Stellantis: Peugeot, com o Partner e Rifter, Citroën, com o Berlingo e Berlingo Van, Opel, com o Combo e Combo Life, e Fiat, com o Qubo e Doblò.</p>



<p>A unidade emprega diretamente cerca de 900 trabalhadores e gera mais de mil empregos indiretos, segundo a empresa.</p>



<p>Em 2025, alcançou o seu recorde histórico de produção, com 91.670 veículos, e atualmente produz 372 veículos por dia, distribuídos por três turnos.</p>



<p>Cerca de 95% da produção é destinada à exportação, enquanto a unidade representa 27% do total de veículos produzidos em Portugal, de acordo com dados referentes a 2025.</p>



<p><strong>Primeira fábrica portuguesa a produzir elétricos em grande série</strong></p>



<p>A fábrica de Mangualde foi a primeira unidade em Portugal a produzir, em grande série, veículos de passageiros e comerciais ligeiros totalmente elétricos a bateria, assumindo-se como uma das unidades industriais do grupo na transição para a mobilidade elétrica.</p>



<p>A empresa destaca a aposta contínua na descarbonização e na produção de veículos destinados a uma mobilidade considerada mais segura, acessível e ambientalmente responsável.</p>



<p>A competitividade da unidade é também reforçada com a produção da nova “Smart Compact Van”, apresentada em junho pela Stellantis Pro One.</p>



<p>A gama inclui o Citroën Berlingo FIRST, Fiat Doblò EASYPRO, Opel Combo START e Peugeot Partner ACTIVE, destinados a consolidar a presença do grupo no segmento dos furgões compactos.</p>



<p>A fábrica dispõe ainda do “CustomFit Center”, uma área dedicada à transformação e personalização de frotas diretamente na linha de produção, permitindo adaptar os veículos às necessidades dos clientes e, segundo a empresa, assegurar padrões de qualidade e segurança e prazos de entrega mais competitivos.</p>



<p>O marco dos dois milhões de veículos produzidos reforça, segundo a Stellantis, o peso estratégico da unidade de Mangualde no tecido industrial português e no desenvolvimento socioeconómico da região Centro, bem como a importância da aquisição de produção nacional para a competitividade da indústria e criação de riqueza no país.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/fabrica-da-stellantis-em-mangualde-atinge-marco-de-dois-milhoes-de-veiculos-produzidos/">Fábrica da Stellantis em Mangualde atinge marco de dois milhões de veículos produzidos</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Aldeia envelhecida em Oliveira de Frades recebe investimento privado de três milhões de euros</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/aldeia-envelhecida-em-oliveira-de-frades-recebe-investimento-privado-de-tres-milhoes-de-euros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 12:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo hotel junto ao rio Vouga, em Oliveira de Frades, tem as suítes suspensas, situa-se na aldeia envelhecida de Virela e resulta de um investimento de três milhões de euros (3 ME), disse hoje à agência Lusa o proprietário. Fernando Almeida é natural de Oliveira de Frades e há 20 anos mudou-se para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo hotel junto ao rio Vouga, em Oliveira de Frades, tem as suítes suspensas, situa-se na aldeia envelhecida de Virela e resulta de um investimento de três milhões de euros (3 ME), disse hoje à agência Lusa o proprietário.</p>



<p>Fernando Almeida é natural de Oliveira de Frades e há 20 anos mudou-se para a costa alentejana, onde investiu numa unidade hoteleira em Vila Nova de Milfontes, em Odemira, Beja, mas manteve “sempre o desejo de regressar e investir” na sua terra.</p>



<p>“Achei que Oliveira de Frades estava sem grande oferta turística e escolhi aquele local bonito do meu concelho, junto ao rio Vouga e à barragem de Ribeiradio, para proporcionar um espaço diferenciado” a quem visitar o Vale do Éden.</p>



<p>O novo ‘resort’, que abre no dia 28, situa-se em Virela, “uma aldeia envelhecida na freguesia de Arcozelo das Maias”, no concelho de Oliveira de Frades, no distrito de Viseu, e resulta de um investimento da sua empresa familiar de 3 ME.</p>



<p>“À semelhança do que acontece no Alentejo, com a Herdade do Amarelo, é um turismo diferenciador, porque resulta de uma ideia que projeto, enquanto hóspede, no espaço que tenho”, disse o proprietário à agência Lusa.</p>



<p>O empreendimento é constituído por uma vila, que tem duas suítes, e depois mais 12 suítes, “todas elas com jacúzi e lareira, com grandes áreas e muito amplas, mais do que é normal” encontrar, disse.</p>



<p>Segundo o proprietário, há 10 suítes, as panorâmicas, que “têm a particularidade de estarem suspensas em pilares, algumas elevadas a seis metros, para proporcionarem uma vista diferenciada sobre o vale encantado, o rio Vouga e as serras”.</p>



<p>“Foi o que me apaixonou naquele sítio que não é a minha aldeia natal, mas achámos que era o local ideal para o que queríamos”, admitiu Fernando Almeida, que também aproveitou construção existente, “mas que estava abandonada”, para fazer a vila e o salão das refeições, “aproveitando e enquadrando” elementos como pedra e madeira.</p>



<p>Fernando Almeida reconheceu que ali, “não há, nem é, um polo de destino turístico, mas o objetivo é cativar pessoas para o local e dinamizar também a aldeia e o concelho”, assim como a sua economia.</p>



<p>“A nossa ideia é usar produtos locais, principalmente na cozinha. Também falámos com as pessoas de Virela, que continuam a trabalhar na agricultura, apesar da idade, para haver a disponibilidade de venderem os seus produtos de qualidade aos hóspedes”, adiantou.</p>



<p>Com esta construção, Virela e “toda a envolvente ganham novos acessos, porque antes havia arruamentos de terra batida e, agora, a Câmara de Oliveira de Frades está a terminar a obra numa estrada de acesso à aldeia, de forma a ficar transitável”.</p>



<p>“Outra coisa que já se nota é que Virela, que estava tão abandonada e envelhecida, já tem as casas valorizadas e o turismo ainda não abriu. A edificação proporcionou outra procura no local e até a reabilitação das casas existentes”, adiantou.</p>



<p>O Vale do Éden Natura e SPA tem ainda passadiços em madeira, em cerca de um quilómetro, “construídos com o propósito de embelezar, enquadrar e permitir melhor acesso” ao rio Vouga.</p>



<p>“A ideia é ser o mais natural e na natureza possível, mas com todas as comodidades possíveis”, afirmou Fernando Almeida que indicou a título de exemplo o parque para veículos elétricos existente, inclusive para “o carro de serviço, também ele elétrico”.</p>



<p>Para este empresário, “hoje não faz sentido de outra forma, tem que se ser sustentável” e isso também passa pelo aproveitamento de águas “das várias minas ali existentes e que ia parar ao rio, agora, vai na mesma, mas primeiro rega os jardins”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/aldeia-envelhecida-em-oliveira-de-frades-recebe-investimento-privado-de-tres-milhoes-de-euros/">Aldeia envelhecida em Oliveira de Frades recebe investimento privado de três milhões de euros</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Nearing Visabeira compra Carter Electric e reforça presença nos EUA</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/nearing-visabeira-compra-carter-electric-e-reforca-presenca-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 14:40:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nearing Visabeira, subsidiária da Visabeira e participada pela Goldman Sachs Alternatives, comprou a norte-americana Carter Eletric, empresa de instalações elétricas, por um valor não revelado, reforçando a sua presença nos EUA, foi hoje divulgado. A aquisição foi feita através da subsidiária Sargent Eletric, de acordo com o grupo Visabeira, que adianta que a Carter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Nearing Visabeira, subsidiária da Visabeira e participada pela Goldman Sachs Alternatives, comprou a norte-americana Carter Eletric, empresa de instalações elétricas, por um valor não revelado, reforçando a sua presença nos EUA, foi hoje divulgado.</p>



<p>A aquisição foi feita através da subsidiária Sargent Eletric, de acordo com o grupo Visabeira, que adianta que a Carter Electric Inc, sediada na Flórida, tem receitas previstas para este ano superiores a 50 milhões de dólares (mais de 43 milhões de euros, à taxa de câmbio atual) e mais de 300 colaboradores.&nbsp;</p>



<p>A Nearing Visabeira opera na área de serviços de engenharia e construção para os setores da energia e das telecomunicações.</p>



<p>&#8220;Esta aquisição representa mais um passo na estratégia de expansão da Nearing Visabeira nos EUA, atualmente um dos principais motores de crescimento do grupo, reforçando a sua posição num dos mercados de infraestruturas de energia e eletrificação mais dinâmicos do mundo&#8221;, refere a empresa, em comunicado.&nbsp;</p>



<p>Esta operação, &#8220;amplia a plataforma operacional da Nearing Visabeira na Flórida e cria novas oportunidades para os clientes da Carter Electric beneficiarem de uma oferta mais abrangente de serviços e da experiência do grupo na execução de projetos de elevada complexidade e âmbito nacional&#8221;.</p>



<p>Atualmente, &#8220;a Carter Electric desempenha um papel particularmente relevante na prestação de serviços de infraestruturas de baixa e média tensão em toda a região da Flórida Central, incluindo a Universal Studios e a Space Coast, para clientes de referência como a SpaceX e a Blue Origin&#8221;, lê-se no comunicado.</p>



<p>Em conjunto com outras empresas do Grupo Nearing Visabeira, &#8220;nomeadamente a Sargent Electric, a JF Edwards Construction Company e a Verità, a Carter Electric passará a beneficiar de um conjunto significativamente mais alargado de competências, reforçando a sua capacidade para servir novos setores de atividade e expandir a sua presença junto de novos clientes na crescente economia da Flórida&#8221;.</p>



<p>A oferta inclui áreas como &#8220;a produção de energia, sistemas de armazenamento de energia em baterias, transporte e distribuição de energia elétrica e infraestruturas de telecomunicações, serviços que a Nearing Visabeira já presta a clientes estratégicos em todo o território norte-americano&#8221;.</p>



<p>A Nearing Visabeira &#8220;tem vindo a reforçar de forma consistente a sua presença no mercado dos &#8216;data centers&#8217;, capitalizando a experiência adquirida na execução de projetos de elevada dimensão, complexidade técnica e ritmo de execução acelerado&#8221;.&nbsp;</p>



<p>Esta compra &#8220;reforça igualmente a capacidade do grupo para acompanhar o forte ciclo de investimento associado à eletrificação da economia, ao crescimento dos data centers e ao desenvolvimento da inteligência artificial [IA] nos EUA&#8221;.</p>



<p>A atual equipa de gestão da Carter Electric, liderada por Doug Carter, continuará à frente da empresa.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Esta parceria estratégica permitirá acelerar ainda mais o nosso crescimento, disponibilizando serviços e competências adicionais aos nossos clientes atuais e dando igualmente a conhecer a Carter Electric aos clientes da Nearing Visabeira&#8221;, afirma o presidente executivo (CEO) da Carter Eletric, Doug Carter, citado em comunicado.&nbsp;</p>



<p>Esta aquisição permitirá às operações da Nearing Visabeira ultrapassar os mil milhões de dólares de receitas anuais&#8221; nos EUA e &#8220;atingir cerca de 2,5 mil milhões de euros de volume de negócios a nível global&#8221;.</p>



<p>Os EUA &#8220;assumem hoje um papel central na estratégia de crescimento da Nearing Visabeira e esta aquisição reforça de forma muito significativa a nossa presença num dos mercados mais atrativos e dinâmicos do setor&#8221;, afirma Nuno Marques, CEO da Nearing Visabeira, citado em comunicado.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/nearing-visabeira-compra-carter-electric-e-reforca-presenca-nos-eua/">Nearing Visabeira compra Carter Electric e reforça presença nos EUA</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Resultados da Visabeira são reflexo do trabalho das equipas e da estratégia, assume CEO</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/resultados-da-visabeira-sao-reflexo-do-trabalho-das-equipas-e-da-estrategia-assume-ceo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jul 2026 12:23:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Negócios]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=121415</guid>

					<description><![CDATA[<p>O presidente executivo (CEO) do grupo Visabeira considera que os resultados alcançados no primeiro semestre, em que lucro subiu 50% para 50,3 milhões de euros, são reflexo do trabalho das equipas e da execução consistente da estratégia implementada. &#8220;Os resultados alcançados no primeiro semestre de 2026 são, acima de tudo, o reflexo do extraordinário trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente executivo (CEO) do grupo Visabeira considera que os resultados alcançados no primeiro semestre, em que lucro subiu 50% para 50,3 milhões de euros, são reflexo do trabalho das equipas e da execução consistente da estratégia implementada.</p>



<p>&#8220;Os resultados alcançados no primeiro semestre de 2026 são, acima de tudo, o reflexo do extraordinário trabalho das nossas equipas e da execução consistente da estratégia que temos vindo a implementar&#8221;, refere Nuno Terras Marques, citado em comunicado.&nbsp;</p>



<p>&#8220;Voltar a superar os níveis de atividade e rentabilidade de anos anteriores, demonstra a capacidade do grupo Visabeira para continuar a crescer organicamente de forma sustentável, mesmo num contexto global exigente e imprevisível&#8221;, prossegue o gestor.</p>



<p>A confiança &#8220;que os nossos clientes continuam a depositar no grupo Visabeira resulta da consistência, qualidade e rigor com que desenvolvemos a nossa atividade em todos os mercados onde estamos presentes&#8221; e &#8220;esta abordagem tem permitido reforçar, de forma contínua, o nosso desempenho operacional e traduzir-se numa evolução sustentada dos principais indicadores económicos e financeiros&#8221;, salienta o CEO.</p>



<p>Quanto ao futuro, este é encarado &#8220;com confiança&#8221;, suportado &#8220;por uma carteira de encomendas em níveis historicamente elevados, que nos proporciona elevada visibilidade sobre a atividade futura e cria as condições necessárias para prosseguirmos uma estratégia de crescimento sólido, rentável e sustentável&#8221;, conclui.</p>



<p>&#8220;O resultado líquido semestral do grupo Visabeira voltou a ter um resultado positivo de 50,3 milhões de euros, um incremento significativo relativamente aos 33,6 milhões de euros contabilizados no primeiro semestre do ano anterior&#8221;, refere a empresa, em comunicado.</p>



<p>Os primeiros seis meses de 2026 &#8220;reforçaram o crescimento sustentado do grupo Visabeira, ao alcançar um volume de negócios consolidado pró-forma de 1.443 milhões de euros&#8221;, o que corresponde a um aumento de 8% que se traduziu &#8220;num valor superior a cerca de 112 milhões de euros&#8221;, adianta o grupo.&nbsp;</p>



<p>O resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações (EBITDA) teve um desempenho positivo, &#8220;ultrapassando os 179 milhões de euros, face aos 157 milhões de euros apurados no período homólogo&#8221;. Ou seja, um aumento homólogo de 14%.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/resultados-da-visabeira-sao-reflexo-do-trabalho-das-equipas-e-da-estrategia-assume-ceo/">Resultados da Visabeira são reflexo do trabalho das equipas e da estratégia, assume CEO</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Cristiano Ronaldo despede-se dos Mundiais após o Mundial de 2026</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/cristiano-ronaldo-despede-se-dos-mundiais-apos-o-mundial-de-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 13:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Campeonato do Mundo de 2026 marcou o fim de uma era no futebol. Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo disputou aquele que foi oficialmente o último Mundial da sua carreira, encerrando um percurso que atravessou mais de duas décadas ao serviço da seleção portuguesa. Mesmo sem conquistar o título, o número 7 voltou a ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Campeonato do Mundo de 2026 marcou o fim de uma era no futebol. Aos 41 anos, Cristiano Ronaldo disputou aquele que foi oficialmente o último Mundial da sua carreira, encerrando um percurso que atravessou mais de duas décadas ao serviço da seleção portuguesa. Mesmo sem conquistar o título, o número 7 voltou a ser um dos protagonistas do torneio e ajudou Portugal a alcançar mais uma campanha de destaque.</p>



<p>A despedida do melhor marcador da história das seleções nacionais encerra um capítulo importante do futebol mundial e reforça o legado construído por um dos atletas mais longevos da história do desporto.</p>



<p>Para quem pretende acompanhar as probabilidades dos jogos de Cristiano Ronaldo nas competições em que participa, existem&nbsp;<a href="https://oddsscanner.com/pt"><u>informações adicionais disponíveis</u></a>&nbsp;no Odds Scanner, plataforma dedicada à comparação de cotações de casas de apostas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Cristiano Ronaldo confirma despedida dos Mundiais</strong></h2>



<p>Após a eliminação de Portugal no Campeonato do Mundo de 2026, Cristiano Ronaldo confirmou que não disputará outra edição do torneio. O avançado termina a sua participação em Mundiais após seis Campeonatos do Mundo consecutivos, consolidando uma das carreiras mais longas do futebol internacional.</p>



<p>A despedida acontece num momento em que diversas lendas do desporto também deixaram o principal palco do futebol mundial, tornando a edição de 2026 um marco de transição para uma nova geração de jogadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Uma carreira marcada por recordes</strong></h2>



<p>Mesmo antes do Mundial de 2026,&nbsp;<a href="https://www.jornaldocentro.pt/acionista-da-visabeira-entusiasmado-com-entrada-de-cristiano-ronaldo-na-vista-alegre/"><u>Cristiano Ronaldo</u></a>&nbsp;já acumulava marcas históricas. Com a participação na competição, reforçou ainda mais um currículo que inclui recordes de internacionalizações, golos por seleções e participações em grandes torneios.</p>



<p>Ao longo da carreira, tornou-se o primeiro jogador a marcar em cinco edições diferentes do Campeonato do Mundo e encerra o seu percurso como um dos atletas que mais vezes disputaram o torneio.</p>



<p>Além dos números pela seleção portuguesa, Ronaldo segue entre os maiores goleadores da história do futebol profissional, mantendo uma longevidade raramente vista entre atletas de elite.</p>



<p>O percurso de Cristiano Ronaldo desperta interesse não apenas entre os adeptos, mas também entre quem acompanha o desempenho das seleções em competições internacionais e o mercado de apostas desportivas. Para consultar probabilidades, estatísticas e cotações atualizadas dos jogos internacionais, existem plataformas especializadas na comparação entre operadores licenciados.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>Portugal assina uma campanha consistente</strong></h2>



<p>Portugal voltou a demonstrar a força da sua geração durante o Mundial de 2026. A equipa contou com jogadores experientes e jovens que já jogam entre os principais clubes da Europa, mantendo um plantel competitivo durante toda a competição.</p>



<p>Cristiano Ronaldo dividiu o protagonismo com atletas como Bernardo Silva, Bruno Fernandes, Vitinha, João Neves, Nuno Mendes e Rúben Dias, mostrando que a seleção portuguesa vive um processo de renovação sem perder competitividade.</p>



<p>Apesar da eliminação antes da final, Portugal encerrou o torneio entre as seleções de maior destaque da competição.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>O Mundial de 2026 entrou para a história</strong></h2>



<p>O Mundial realizado nos Estados Unidos, Canadá e México foi histórico por diversos motivos. Além de ser a primeira edição com&nbsp;<strong>48 seleções</strong>, a competição registou novos recordes de jogos, golos e público.</p>



<p>O alargamento do formato trouxe mais jogos e permitiu que diversas seleções alcançassem campanhas inéditas, tornando o torneio um dos mais marcantes da história da FIFA.</p>



<p>Também foi um Campeonato do Mundo marcado pelas despedidas de alguns dos maiores nomes da geração que dominou o futebol nas últimas duas décadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>A última dança de uma geração</strong></h2>



<p>Cristiano Ronaldo fez parte do grupo de jogadores que utilizaram o Mundial de 2026 como despedida da principal competição do futebol. Ao lado de outros veteranos, o português encerrou a sua participação em Mundiais, deixando um legado assente em títulos, recordes e exibições decisivas.</p>



<p>A edição ficou marcada justamente pela transição entre gerações, abrindo espaço para novos protagonistas enquanto ídolos históricos encerravam os seus ciclos em seleções nacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><a></a><strong>O legado de Cristiano Ronaldo</strong></h2>



<p>Mais do que os números, Cristiano Ronaldo deixa como herança uma carreira construída com regularidade, profissionalismo e capacidade de adaptação ao longo de diferentes fases do futebol mundial.</p>



<p>A sua permanência ao mais alto nível até aos 41 anos reforça a importância da preparação física, da disciplina e da evolução constante ao longo da carreira.</p>



<p>Embora o&nbsp;<a href="https://www.fifa.com/en/tournaments/mens/worldcup/canadamexicousa2026"><u>Mundial de 2026</u></a>&nbsp;tenha representado a sua despedida da competição, o legado de Cristiano Ronaldo permanece entre os maiores da história do desporto. Os seus recordes dificilmente serão igualados no curto prazo, e a sua influência continuará a servir de referência para futuras gerações de jogadores portugueses e do futebol internacional.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/cristiano-ronaldo-despede-se-dos-mundiais-apos-o-mundial-de-2026/">Cristiano Ronaldo despede-se dos Mundiais após o Mundial de 2026</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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