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O Teatro Viriato, em Viseu, vai ser ‘invadido’ por nove pequenos espetáculos de nove minutos cada este domingo (25 de junho), no “Nove – Novos tempos, novas dramaturgias”, um projeto da companhia Cem Palcos.
As performances dão a conhecer o trabalho de nove dramaturgos que criaram os espetáculos para serem assistidos nove vezes e para um público de nove espetadores de cada vez num projeto que quer ser “intimista, mas seguro, concebido e apresentado num formato híbrido”, como explica o Teatro Viriato.
Neste laboratório, as artes de teatro, dança e música dão corpo a reflexões sobre as metamorfoses modernas. A pensar neste tema, a Cem Palcos convidou nove dramaturgos e nove artistas destas três áreas a criarem performances originais que vão ocupar nove locais do edifício do Teatro Viriato e que estão habitualmente fechados ao público.
As nove performances contam com a participação de diferentes duplas de dramaturgos e criadores como Inês Barahona e Ana Vargas (“E então acontece-me isto”), Gabriel Gomes e Patrick Murys (“(In)satisfaction”), Carlos Clara Gomes e César Prata (“Encruzilhada das Almas”) e Sandro William Junqueira e Sónia Barbosa (“A imprevisibilidade é o demónio disfarçado de palavra comprida”).
Também participam Abel Neves e Romulus Neagu (“O Repouso é uma ilusão”), Jorge Palinhos e Graeme Pulleyn (“Água Límpida”), Guilherme Gomes e Sofia Moura (“Milésima Primeira Noite”), Fernando Giestas e Catarina Moura (“Alguma coisa se há-de ver”) e Lígia Soares e Joana Martins (“Beber até ao fim”).
Estas performances podem ser vistas a partir das 18h00, numa proposta de aproximadamente duas horas que revela o talento de quem cria e de quem se lança perante os olhares do público que o assiste.