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O baile na Serra da Arada e em Carvalhais

01-08-2019
 

A terceira edição do Tradidanças decorre até domingo (4 de agosto) em Carvalhais, S. Pedro do Sul. Celina da Piedade, Omiri, Toques do Caramulo, Charanga, entre muitos outros grupos de bailes e danças fazem parte de um cartaz que envolve concertos na Serra da Arada, na Igreja de Carvalhais, animação de rua, workshops, oficinas e viagens pela natureza.

Este festival, que arranca esta quinta-feira (dia 1), pretende ser um dos eventos mais sustentáveis dos que se fazem do género em Portugal, um objetivo que já lhes valeu o “selo verde” atribuído pelo Ministério do Ambiente pelas medidas ecológicas já implementadas.

Para esta edição, a organização deixa algumas novidades. “Vamos ter sanitários secos, o aquecimento dos duches com luz solar, a reutilização da água do duche em descargas sanitárias e vamos ter também oficinas sustentáveis”, enumerou Filipa Pereira.

Outra novidade deste ano, fruto de uma parceria, é o “autocarro que vai circular quase de porta a porta, para evitar que os carros se concentrem à volta do evento, trabalhando também desta forma a questão ambiental” do festival, defendeu, por outro lado, Filipa Pereira, na apresentação do evento, adiantando que a rota pode começar em qualquer ponto do país, “assim se justifique”.

O festival, que se realiza no campo de futebol de Carvalhais, S. Pedro do Sul, vai “ter a sua área mais alargada, os palcos e tendas estão mais afastados, conseguindo-se desta forma mais espaço e menos interferência de som entre um concerto e outra iniciativa a decorrer”.

“Vamos ter também uma oficina e um espetáculo de dança inclusiva, para as pessoas com necessidades especiais, ou seja, no fundo, estamos a tornar o festival mais inclusivo, porque também sentimos essa necessidade”, justificou a produtora.

Filipa Pereira reconheceu que “o festival está a crescer e a conquistar a confiança, que já existia com o Andanças, que se realizou em Carvalhais durante muitos anos e que terminou em 2011”.

Durante o festival, as tardes são reservadas para as oficinas de dança e momentos de “relaxamento com meditação, por exemplo, ou ‘biodanza’”, para depois, à noite, as pessoas “aplicarem o que aprenderam e/ou assistirem aos concertos no palco principal”. Já as manhãs ficam reservadas para conhecer a região, com passeios organizados a “pontos de interesse, como o Castro da Cárcoda, e a locais e sítios onde é possível conhecer e ter contacto com os produtos e as tradições locais”.





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