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Marcha e petição para levar Académico de Viseu à Primeira Liga

Académico de Viseu, marcha, petição, Primeira Liga, Santa Clara
15-05-2018
 

Está agendada para este sábado, dia 19, pelas 15h00, uma marcha do Rossio ao Fontelo, em Viseu, com o objetivo de alertar para a “verdade desportiva” e pela subida do Académico de Viseu à Primeira Liga.
A iniciativa foi criada na rede social Facebook, por um grupo viseense, “De Viseu ao Mundo”, e convoca para que “todos se juntem aos que querem ver o clube viseense na Primeira”. Segundo os autores, “através de uma iniciativa simbólica, uma marcha pacifica, queremos demonstrar a força de Viseu e aos dirigentes, quer da Federação quer da Liga, mostrar que Viseu está atenta. Os regulamentos são para cumprir e esta é uma decisão que pode colocar Viseu na Primeira Liga, o que poderá trazer muitas coisas boas para a região, não só na questão desportiva”, referem.
A este movimento também se juntou o grupo "Juntos pelo Académico" que em comunicado sublinhou "condenar toda e qualquer infração aos regulamentos desportivos cometida por clubes, SAD’s ou qualquer outros agentes desportivos", demontrando "o seu protesto para com a situação". O grupo de viseenses pede uma "célere justiça e reposição da verdade desportiva".
Também nas redes sociais está a ser partilhada uma petição, que conta já com mais de 350 assinaturas, e que também apela “à verdade desportiva”, como explicou Pedro Escada, o autor da petição. “Quero que haja justiça, que ela seja célere e que esteja imune a pressões que não sejam as leis. A verdade desportiva só acontece se a justiça for célere e imune a pressões”, sublinhou.
Em causa estão as alegadas irregularidades cometidas pelo Santa Clara que, a ser punido, perde o lugar que lhe deu acesso à subida de divisão. A acontecer quem toma o seu lugar é o Académico de Viseu, que terminou o campeonato em terceiro lugar.
As denuncias contra a equipa açoriana referem-se à ausência do treinador principal no banco de suplentes – Carlos Pires, que entretanto abandonou o comando técnico, não tem o grau necessário para aparecer como técnico principal e por isso o nome que constava era o de Luís Pires que nunca se sentou no banco de suplentes – e ainda a ausência de jogadores sub-23 na convocatória de alguns jogos.





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