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Escola Superior de Tecnologia de Lamego inaugura centro de apoio a migrantes

por Redação

15 de outubro de 2020, 12:47

Foto Arquivo Jornal do Centro

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O Instituto Politécnico de Viseu (IPV) vai inaugurar, esta sexta-feira (16 de outubro), o novo Centro Local de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM) de Lamego com a presença da ministra do Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva.

A nova valência vai estar situada na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego. A inauguração está marcada para as 11h00 e surge mais de um ano depois da inauguração do espaço homólogo de Viseu, com o objetivo de responder às necessidades dos estudantes estrangeiros desta instituição de ensino superior.

“A missão central dos CLAIM é a de criar pontes culturais e linguísticas de modo a facilitar os processos de integração dos migrantes, tendo como missão ir além da informação, apoiando em todo o processo de acolhimento e integração dos migrantes, articulando com as diversas estruturas locais e nacionais, e promovendo a interculturalidade a nível local”, explica o IPV.

Na cerimónia, será assinado um novo protocolo de cooperação entre o Politécnico de Viseu e o Alto Comissariado para as Migrações. No final, será realizada uma visita às instalações onde funcionará o CLAIM IPV Lamego.

O IPV realça que esta colaboração com o Alto Comissariado para as Migrações é uma das faces da “política de acolhimento” adotada pela atual presidência da instituição, lembrando a participação em projetos como a Rede de Ensino Superior para a Mediação Intercultural, o Programa Mentores para Migrantes e a Integração na Rede de Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes.

Inaugurado a 9 de agosto de 2019, o CLAIM Viseu foi o primeiro centro do género a funcionar numa instituição nacional de ensino superior politécnico. Um ano depois da sua abertura, foram feitos mais de 150 atendimentos, nomeadamente junto de pessoas residentes em Viseu e Lamego.

Segundo o IPV, o CLAIM Viseu também teve procura de pessoas de outras localidades, inclusivamente de fora do distrito. Foram atendidas pessoas de 12 nacionalidades, com destaque para o Brasil, com 69 pessoas, seguido de Angola, com 31. Apenas um terço dos utentes pertencem à comunidade académica do Politécnico, sendo também prestado apoio ao público em geral e a instituições da região. 

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