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Turismo: Viseu, Lamego e Tabuaço são os concelhos mais visitados

por Redação

09 de Agosto de 2020, 08:30

Foto Arquivo Jornal do Centro

A gastronomia, os vinhos, o património e a cultura são as áreas mais valorizadas pelos turistas e visitantes no distrito de Viseu

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Países do norte da europa são os mercado mais presente no turismo da região das beiras. De acordo com os dados estatísticos mais recentes, existe também a forte presença de visitantes e excursionistas no turismo da região de Dão-Lafões que elegem os concelhos de Viseu, Lamego e Tabuaço, como destinos com mais procura.

A análise incide nos indicadores relativos ao número de hóspedes e estadias realizadas nos concelhos do distrito de Viseu, à sua permanência média e à nacionalidade dos turistas.

A presença de uma vasta e diversificada riqueza em recursos de natureza e a oferta de património cultural são fatores que possibilitam a prática de vários tipos de turismo, com maior procura pelo enoturismo.

Na hora de fazer o roteiro e conhecer Viseu, os turistas dão cada vez mais importância ao turismo rural. A Quinta do Pégo, localizada numa zona vinhateira, em Valença do Douro, concelho de Tabuaço, é uma das ofertas de estadia que alia um conjunto de atividades e de experiências e que é procurada pelo mercado estrangeiro.

Como refere Filipe Jesus, diretor do Hotel Rural Quinta do Pégo, “este ano, devido ao covid-19 estamos com maior afluência do mercado nacional, mas isso também é bom e vai trazer benefícios a curto/médio prazo. Se não fosse esta situação, os mercados onde se sente que há efetivamente maior procura para o tipo de turismo praticado são os do norte da Europa, nomeadamente pessoas que chegam da Dinamarca e da Alemanha. Mas há uma boa representação também do mercado da Holanda, Bélgica e Suíça”. O hotel conta ainda, em menor expressão, com visitantes de outros continentes. “Estados Unidos, Canadá e Brasil, neste momento, não são o nosso mercado devido a situação da pandemia do vírus covid-19, mas também são mercados que costumam chegar até esta zona do Douro, assim como turistas vindos da Rússia ou do continente Africano e também o mercado de maior proximidade, como Espanha ou França, embora estes com menor presença.”

O turismo estrangeiro é, nesta época de covid-19, mais difícil de alcançar devido a todas restrições turísticas, tendo assim direcionado atenções para o mercado nacional, como refere Filipe Jesus. “Num ano normal, nós temos cerca de 80 por cento da taxa de ocupação no mercado estrangeiro. Neste momento, o cenário inverteu-se. Atualmente, temos a ocupação do lado do mercado nacional”.

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