26 fev
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Covid-19: os lares onde o vírus ficou à porta

por Redação

20 de fevereiro de 2021, 08:00

Foto Igor Ferreira

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As instituições de solidariedade social são das mais afetadas pela pandemia por causa do tipo de utentes que têm, mas há casos que são considerados quase como “milagres”, porque lá o vírus não chegou.

É o caso do Lar “Gestos de Mudança”, em Couto de Baixo. Os 47 utentes e 22 funcionários conseguiram, até agora, passar “pelos pingos da chuva”. Nesta instituição, os utentes e os profissionais preparam-se já para receber a segunda dose da vacinação contra a Covid-19.

O proprietário do Lar, Paulo Catalino, médico de profissão, garante que em breve a instituição será um “bunker” impenetrável à Covid-19, graças ao elevado investimento efetuados em equipamentos de proteção individual e à resiliência de todos os profissionais.

O mesmo acontece no lar da Associação de Solidariedade Social As Abelhinhas, em Vila Dum Santo, na freguesia de Côta, também no concelho de Viseu.

Os 60 utentes e os 40 colaboradores desta instituição já tomaram as duas doses da vacina contra o novo coronavírus. A presidente da direção da associação, Goretti Reis, fala de um "trabalho intensivo" que já dura há muitos meses desde que a pandemia surgiu.

Trabalho esse que começou, diz a responsável, com “a preocupação e o desconhecimento do vírus”.

Goretti Reis acrescenta que a instituição também tentou antecipar as medidas de prevenção e “definir algumas regras para gerir o impacto”.

Nos próximos tempos, a responsável da associação As Abelhinhas garante que as medidas vão sendo aliviadas “passo a passo”, mas sem nunca esquecer a vigilância.

No distrito, também há um lar de Nelas que nunca teve nenhum surto ativo de Covid-19. Agora, o Lar Residência de São Domingos está a caminho da imunidade de grupo.

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