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Ministra da Saúde não se compromete com datas para obras no Hospital de Viseu

 

Pedro Alves

Deputado do PSD no Parlamento


 

Pedro Alves confronta a ministra da Saúde sobre o centro oncológico


 

José Rui Cruz

Deputado do PS no Parlamento


 

Marta Temido

Ministra da Saúde


14-01-2020
 

A ministra da Saúde não se compromete com datas sobre as obras nas urgências no Hospital de Viseu e o projeto do centro oncológico. Marta Temido foi confrontada na segunda-feira (13 de janeiro) com estes dois dossiês pelo deputado do PSD, Pedro Alves, no debate parlamentar na especialidade sobre o Orçamento do Estado para 2020.

Pedro Alves começou por confrontar a ministra com os atrasos nas obras nas urgências do S. Teotónio, dizendo que estes não foram justificados aos viseenses. “Um concurso que já estava adjudicado em outubro de 2017 e que, neste momento, é relançado com um agravamento de custos de 800 mil euros. Gostaria de saber para quando os viseenses vão ter uma nova urgência”, disse o parlamentar.

Pedro Alves considerou ainda que o atraso nas obras nas urgências de Viseu levou “à perda da qualidade na prestação de cuidados e a uma desumanização do serviço”.

O social-democrata também não deixou de confrontar a ministra da Saúde sobre o centro oncológico e lamentou que o projeto não esteja comtemplado no Orçamento do Estado. “Nem uma linha no Orçamento. Continua o calvário dos utentes que têm de se deslocar para Coimbra, com esta nova versão do IP3, socialista. O Governo abandonou a construção do centro oncológico?”, questionou.

O deputado do PS, José Rui Cruz, defendeu o Governo no debate, tendo acusado o PSD de nunca se ter preocupado com a necessidade de se fazer obras nas urgências do Hospital de Viseu quando foi governo.

“Este é um problema com muitos anos e, quando assistimos a governos PSD, nunca vimos o PSD preocupado com a ampliação da urgência. O problema tem mais de 20 anos e é um governo PS que vai resolvê-lo. Quanto ao centro oncológico, o PSD também nunca se lembrou e nunca resolveu nada e a decisão política foi tomada por um governo socialista”, disse.

A ministra Marta Temido atribuiu aos empreiteiros as culpas do atraso nas obras das urgências, dizendo que o anterior concurso ficou deserto.

Já quanto ao centro oncológico, a governante não deixou qualquer garantia. “Sei que os trabalhos continuam a prosseguir no sentido de a radioterapia ter resposta de proximidade”, rematou a ministra.





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