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Muita maçã e de qualidade se não vier o vento e o granizo

Edição de 16 de agosto de 2019
18-08-2019
 

A campanha da maçã vai iniciar-se dentro de dias e os produtores esperam que “nenhuma calamidade” estrague aquele que, até agora, está a ser um bom ano na produção. João Silva, da Cooperativa Agrícola do Távora, com sede em Moimenta da Beira, diz que tudo vai depender do clima. “Enquanto as maçãs não estiverem na nossa estrutura não podemos ficar descansados”, frisa, lembrando que no ano passado, precisamente no primeiro dia de colheita, o granizo que caiu estragou cerca de duas mil toneladas do fruto.

“Se não houver uma intempérie ou algo que contrarie a situação como, por exemplo, rajadas de vento ou granizo, este vai ser um ano excecional quer na qualidade quer na produção que vai ser abundante”, reforça.

Mas os receios estão presentes nos agricultores desta zona do Távora que abrange, além de Moimenta da Beira, os concelhos de Armamar, Tarouca e Lamego. “Ainda recentemente alguém me contava que o granizo caiu durante meia hora na Suiça e a vinha ficou toda estragada. O nosso medo é que aconteça o mesmo, nunca sabemos”, sustenta.

No ano passado, à Cooperativa Agrícola do Távora chegaram seis mil toneladas de maçãs. Se S. Pedro ajudar, o valor deverá aumentar no final da campanha deste ano.

“O mesmo se pode dizer do vinho. A produção está boa. Espera-se um ano normal, talvez um bocadinho acima da média do ano passado. Claro, tudo isto se não vier uma calamidade”, conclui João Silva. 





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