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Prevenção é a palavra de ordem nesta época de incêndios, diz CODIS de Viseu

 

Miguel Ângelo David

Comandante operacional distrital de Viseu da Proteção Civil


 

Miguel Ângelo David diz que a segurança de pessoas e de operacionais é outro dos grandes objetivos da Proteção Civil para esta época crítica de incêndios


 

Miguel Ângelo David adianta que o dispositivo distrital para o combate às chamas foi este ano aumentado em termos operacionais


 

Miguel Ângelo David fala sobre o reforço dos meios terrestres


15-05-2019
 

O Comandante Operacional Distrital (CODIS) de Viseu, Miguel Ângelo David, diz que a prevenção é a palavra de ordem nesta época de incêndios que arranca esta quarta-feira (15 de maio).

No dia em que também o dispositivo é reforçado na região para fazer face aos fogos, o responsável sublinha que é fundamental reduzir o número de ocorrências.

“Os nossos princípios de atuação baseiam-se na prevenção de comportamentos de risco e na vigilância, deteção e alerta na fase mais precoce possível de forma a poder permitir o combate com rapidez e segurança, mas estamos fortemente empenhados e é isso o que temos de manter todos enquanto cidadãos”, defende em declarações ao Jornal do Centro.

Miguel Ângelo David refere que um dos objetivos passa pela redução do número de ignições e que isso passa por um maior foco na prevenção. “Não podemos estar focados na questão do combate, mas sim na prevenção, seja com todo o trabalho efetuado a nível das limpezas seja com o trabalho no âmbito dos comportamentos de risco”, enfatiza.

A segurança de pessoas e de operacionais é outro dos grandes objetivos da Proteção Civil para esta época crítica de incêndios. O comandante garante que “estamos comprometidos com este desígnio”, mas sublinha que o trabalho deve ser feito em conjunto pelos agentes da Proteção Civil e por todos os cidadãos.

Miguel Ângelo David adianta ainda que o dispositivo distrital para o combate às chamas foi este ano aumentado em termos operacionais. “Nesta segunda fase, que se prolonga até 31 de maio, vamos ter 624 operacionais oriundos dos corpos de bombeiros, da GNR, das equipas de sapadores florestais, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e da PSP”, revela.

Em junho, o dispositivo continua a ser reforçado, passando a ser composto por 772 operacionais. “Depois, entramos no nível de maior empenhamento, entre 1 de julho e 30 de setembro, com 841 operacionais, voltando depois ao nível 2, entre 1 e 15 de outubro, com 723 operacionais. Temos mais em comparação com o ano passado”, frisa.

Os meios aéreos mantêm-se na região, sendo que continua estacionado em Viseu a partir desta quarta-feira o avião que vai fazer o reconhecimento dos fogos a nível nacional. Já os veículos terrestres sofreram um reforço face ao último ano.





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