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Rega suspensa em alguns espaços verdes de Viseu

Seca, distrito de Viseu

2017-10-11

 

A Câmara de Viseu anunciou que intensificou a redução de consumos públicos de água, diminuindo ou suspendendo o funcionamento dos sistemas de rega no concelho, atendendo ao período de seca severa que se vive.

Em comunicado, a autarquia exemplifica com “o desligamento dos dispositivos de rega da Avenida da Europa, das circulares Norte e Sul e das estradas nacionais 231 e 16, que por si só representam 93 mil metros quadrados de área verde”.

“Neste momento e até que o período de seca termine, não está prevista a reabertura destes sistemas”, sublinha.

Segundo a autarquia, “os espaços verdes do concelho, incluindo da cidade, de bairros periféricos e tutelados pelas freguesias, passaram também a ser regados em regime mínimo, na maioria dos casos duas vezes por semana e durante um período não superior a sete minutos”.

“As freguesias estão a ser sensibilizadas e envolvidas neste esforço coletivo”, acrescenta.

A Câmara não rejeita a possibilidade de “adoção de medidas de contenção mais rigorosas nos próximos dias, em função do agravamento da situação de seca, com o objetivo de salvaguardar a prioridade de disponibilidade de água para consumo da população, numa situação de normalidade”.

Paralelamente, está a ser reforçada a campanha de sensibilização “Viseu ajuda a poupar” junto da população e de turistas, por exemplo, através das redes sociais, com dicas práticas para a redução de consumos de água.

O município apela aos munícipes e aos responsáveis dos serviços municipais, das indústrias e comerciantes, das escolas e da hotelaria que se empenhem em fazer “um consumo especialmente racional e consciente da água pública no atual momento”.

O presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, lembra que “a água é hoje, mais do que nunca, um bem escasso e valioso” e que “a sua salvaguarda é uma prioridade que tem de unir todos sem exceção”.

Outra das prioridades da Águas de Viseu é o combate a fugas de água pública, devendo os munícipes informar os serviços quando as detetarem.

Segundo a autarquia, “os níveis de disponibilidade de água na albufeira de Fagilde conhecem atualmente mínimos históricos, na ordem dos 20 por cento da capacidade instalada”.

“Alguns depósitos de água do norte do concelho são já abastecidos através do recurso a cargas de camião-cisterna”, acrescenta.

 





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