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Covid-19: Laboratório de testes do Hospital de Viseu entra em funcionamento a 2 de novembro

por Redação

23 de outubro de 2020, 07:30

Foto Arquivo Jornal do Centro

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O laboratório para a realização de testes covid-19 do Hospital de Viseu entra em funcionamento a 2 de novembro. Desta forma, a unidade de saúde vai deixar de estar dependente do exterior para ter um diagnóstico aos doentes referenciados com a doença. O novo laboratório vai também servir para o rastreamento de outras doenças infecciosas.

Esta estrutura laboratorial destinando-se à execução de técnicas de biologia molecular e o projeto de adaptação do atual laboratório começou a ser preparado depois da visita, em maio deste ano, de uma técnica em biossegurança, do Instituto Nacional Ricardo Jorge, às instalações. “Constatou-se a necessidade de criação de uma área dedicada a Biologia Molecular e ajustada às novas e futuras exigências, designadamente, uma câmara de segurança biológica de nível 2 com sala de pressão negativa, e a identificação do equipamento necessário”, explicou, na altura, a administração do Centro Hospitalar Tondela Viseu.

O atual laboratório não reunia as condições de segurança e de espaço para a realização deste tipo de testes.

O laboratório entra em funcionamento na mesma altura em que vão começar as obras de ampliação das urgências. A consignação da empreitada está marcada para esta tarde de sexta-feira (23 de outubro), quatro semanas depois das obras terem recebido a luz verde do Tribunal de Contas. Trata-se de um investimento de mais de seis milhões de euros e prevê-se que fique concluído no primeiro trimestre de 2022.

O presidente do conselho de administração do CHTV, Nuno Duarte, lembra que, com estas obras, vão ser criadas “as condições necessárias para responder às necessidades da população, permitindo reduzir os tempos de espera e as assimetrias territoriais, bem como aumentar a disponibilidade de serviços médicos diferenciados”.

Segundo a instituição hospitalar, as novas urgências vão ter “maior capacidade de atendimento em picos de grande afluência e tratar com condições adequadas os doentes mais complexos”.

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