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Páscoa volta a ser celebrada pelos fiéis, mas não há visita pascal nem saída da cruz

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 Páscoa volta a ser celebrada pelos fiéis, mas não há visita pascal nem saída da cruz - Jornal do Centro
19.03.21
fotografia: Jornal do Centro
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 Páscoa volta a ser celebrada pelos fiéis, mas não há visita pascal nem saída da cruz - Jornal do Centro
19.03.21
Fotografia: Jornal do Centro
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 Páscoa volta a ser celebrada pelos fiéis, mas não há visita pascal nem saída da cruz - Jornal do Centro

As celebrações da Páscoa vão ser diferentes este ano. Se a morte e a ressurreição de Cristo foram celebradas em confinamento no ano passado, agora a Páscoa pode ser comemorada presencialmente nas igrejas depois da retoma das missas presenciais no início desta semana.

Ainda assim, as visitas pascais e a saída da cruz estão proibidas. A decisão foi tomada pelo Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa e será seguida pela Diocese de Viseu. O bispo de Viseu, D. António Luciano, lembra que em causa está a saúde pública e o risco de contágio pela Covid-19.

“Devem-se evitar nesta fase as expressões de piedade populares, como as visitas pascais e a saída simbólica da cruz, de modo a evitar riscos para a saúde pública. Tudo isso pode provocar ajuntamentos de pessoas”, afirma.

A Páscoa irá seguir o seu calendário habitual de celebrações, mas com algumas adaptações face à atual pandemia.

Segundo garante D. António Luciano, os fiéis podem levar o ramo de oliveira à igreja no Domingo de Ramos, que este ano acontece a 28 de março. “A celebração faz-se de uma forma simples, dentro da igreja. As pessoas devem levar os seus ramos de oliveira e não haver sobreposição de ramos como às vezes acontecia”, refere.

Já a partir da Quinta-Feira Santa (1 de abril), as celebrações pascais na igreja terão o seu percurso normal. O bispo de Viseu explica que, neste dia e durante a manhã, “temos a missa crismal na Sé para os sacerdotes, cumprindo todas as regras”. “A eucaristia vespertina da Ceia do Senhor será celebrada com o rito habitual, sem o lava-pés”, acrescenta.

Na Sexta-Feira Santa (2 de abril), “haverá a celebração da Paixão como é habitual e a adoração da cruz será feita só pelo sacerdote”. “A vigília pascal será celebrada segundo o rito, mas a bênção do lume novo será feita dentro da igreja”, refere. O Domingo de Páscoa será este ano a 4 de abril.

D. António Luciano apela aos fiéis para que celebrem a Páscoa, respeitando sempre as regras da Direção Geral da Saúde, e lembra que eles podem ir à igreja ao contrário do ano passado, onde a Páscoa foi celebrada em confinamento.

“Há coisas que nós não podemos celebrar este ano, mas estivemos mais impedidos no ano passado porque a Páscoa foi celebrada confinada e à porta fechada. Este ano, já pode haver participação dos fiéis e já é muito diferente. Os fiéis podem celebrar comunitariamente a Páscoa e é bom que façam sem receio nem medo, mas cumprindo todas as orientações da Direção-Geral da Saúde e da Conferência Episcopal Portuguesa”, remata o bispo de Viseu.

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 Páscoa volta a ser celebrada pelos fiéis, mas não há visita pascal nem saída da cruz - Jornal do Centro

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