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Presidente da República: “Se não chover, seca atingirá populações de uma forma mais séria”

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05.08.22
fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Presidente da República: “Se não chover, seca atingirá populações de uma forma mais séria”

Os fogos e a seca são os dois problemas que preocupam o Presidente da República que antevê situações complicadas se não chover entre agosto e outubro. Marcelo Rebelo de Sousa, que esteve na noite de quinta-feira em Viseu para a inauguração da Feira de S. Mateus, falou em duas prioridades para o país.
“Confesso que ainda estou preocupado com os fogos, diga-mos que há prioridades. Diria que os fogos, por um lado, e, depois, logo a seguir o facto de haver áreas do país em seca extrema, por enquanto pontuais mas que se podem alargar. Se não chover entre agosto e outubro, aí terão uma seca que atingirá as populações de uma forma mais direta e mais séria”, disse.
O distrito de Viseu é uma das regiões que está em seca severa e muitos municípios estão a adotar medidas para mitigar problemas futuros. As regas nos espaços públicos acabaram e há concelhos onde a água pode vir a ser desligada à noite. Para combater desperdícios, há autarquias que avançam com multas pesadas para quem regar ou usar a água para encher piscinas e tanques ou lavar viaturas.

Em Penalva do Castelo não falta água, o que falta é água tratada e, para isso, a autarquia diz que precisa de construir a Estação de Tratamento no rio Coja.
Segundo Francisco Carvalho, presidente da Câmara, o concelho não corre o risco de ficar sem água como está a acontecer em outros municípios, numa altura em que o território está em seca severa. “No nosso caso é só uma questão de logística”, refere o autarca que explica que o rio Dão tem caudal suficiente e que, em último caso, retira a água do Dão, com recurso a camiões cisterna, para colocar no Coja.
O autarca recorda ainda que foram recuperados quatro açudes no Rio Coja e cinco açudes no Rio Dão.

E numa altura em que alternativas procuram-se para combater a escassez da água, há medidas que também já têm vindo a ser adotadas. Uma delas é o uso de águas residuais de Estações de Tratamento. Da ETAR Viseu Sul, por exemplo, já saem águas para uso de empresas, nomeadamente de Nelas. “Aquilo que é defendida pelos especialistas de que não temos outro remédio além de usar a água que é tratada de águas residuais nós já estamos a fazê-lo”, avança Fernando Ruas, presidente da Câmara de Viseu.

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