Man in a white polo kneels beside three tall silver trophies displayed in a glass cabinet.
Two white long-sleeve shirts hanging on a clothesline to dry outdoors, with a tree and fence in the background.
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Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
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Viseu: Mais de uma centena de polícias e guardas reunidos no Rossio pelo aumento salarial

Poster featuring a young woman with bold white text: 'A prevenção começa em si. Prepare-se e proteja-se dos incêndios rurais.' Promotes rural fire safety with logos at the bottom.
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 Tenente do RI14 fala em Viseu sobre ser militar no feminino
10.01.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Tenente do RI14 fala em Viseu sobre ser militar no feminino
10.01.24
Fotografia: Jornal do Centro
Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
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 Viseu: Mais de uma centena de polícias e guardas reunidos no Rossio pelo aumento salarial

Às 20h30 desta terça-feira, mais de uma centena de elementos da Guarda Nacional Republicana (GNR), da Polícia de Segurança Pública e da Guarda Prisional encontravam-se reunidos no Rossio, em Viseu.

A manifestação, que teve expressão um pouco por todo o país, principalmente nos grandes centros urbanos de Lisboa e Porto, teve como objetivo o protesto pela falta de condições financeira. Em causa está a atribuição do suplemento de missão aos elementos da Polícia Judiciária, no valor de cerca de 700 euros. Os profissionais da GNR, da PSP e da Guarda Prisional reclamam para si um valor igual, uma vez que, atualmente, o suplemento de risco destas forças de segurança ronda os 200 euros.

“A atribuição de um subsídio de risco à PJ que não foi atribuído às restantes forças de segurança. Nós somos os que correm o risco em primeiro lugar, somos a primeira linha de resposta e aqueles que enfrentam as situações, e acho que devíamos ser todos contemplados com o mesmo suplemento de missão”, afirmou Rui Sousa, coordenador do Centro da Associação dos Profissionais da Guarda. “O ministro [da Administração Interna] continua a dizer que às outras forças de segurança também foi atribuída uma valorização salarial, mas essa valorização salarial não foi para as forças de segurança, foi para a Função Pública no geral, que são 52 euros, e foi isso que nos foi contemplado”, disse ainda.

Junto da porta principal da Câmara Municipal de Viseu, quatro velas tinham sido acesas. Representavam, segundo explicou o militar da GNR que as acendeu, os “quatro anos que faltam para chegar à reforma”. “Neste momento temos recursos muito escassos na GNR. Temos uma frota envelhecida e falta de condições para conseguirmos desempenhar as nossas funções de forma correta e eficaz”, afirmou ainda um militar que optou por manter o anonimato.

No Rossio, foram vários os postos que estiveram presentes na sessão de vigília. Do lado da PSP, estiveram presentes elementos de Viseu e de Lamego. Do lado da GNR, marcaram presença membros não apenas de Viseu, como também de Lamego, Sernancelhe, Vila Nova de Paiva, Cinfães, Resende, Tarouca, Moimenta da Beira, Santa Comba Dão, Tondela, Mangualde e Mortágua.

“A nossa missão trata-se de salvaguardar a segurança das pessoas em todas as vertentes e somos esquecidos pelo poder político. A PJ recebeu agora um suplemento considerado elevado e tem um suplemento de risco superior ao nosso, que continuamos a ser esquecidos. Nós somos o garante da segurança da sociedade portuguesa” explicou aos jornalistas João Nunes, do Sindicato Nacional da Polícia. “A nossa missão, PSP e GNR, é idêntica em todo o contexto da segurança. Diferimos da PJ, que trata só e exclusivamente o crime. Nós tratamos o crime, a segurança rodoviária, o trânsito, a fiscalização de estabelecimentos, armamento, agora também aeroportos e fronteiras, com a extinção do SEF. Temos, portanto, um leque de serviços em que temos de estar sempre presentes. Temos de ser tratados pelo menos de igual modo do que a Polícia Judiciária. Continuamos com salários extremamente baixos numa altura em que tudo sobe com a inflação”, concluiu o sindicalista da Polícia de Segurança Pública.

Na internet, uma petição pública que exige a igualdade dos suplementos da GNR e da PSP aos da Polícia Judiciária, intitulada “Por um tratamento condigno e paritário da PSP, da GNR e do CGP”, conta já com mais de 20 mil assinaturas.

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