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	<title>Jornal do Centro</title>
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	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Tue, 16 Jun 2026 20:04:46 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Jornal do Centro</title>
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		<title>Viseu vai voltar a ter uma feira do livro e um festival literário em outubro</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/viseu-vai-voltar-a-ter-uma-feira-do-livro-e-um-festival-literario-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 20:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Viseu vai voltar a ter uma feira do livro e um festival literário, em outubro, no âmbito de um “percurso consistente de investimento na cultura” do atual executivo, anunciou hoje o presidente da Câmara, João Azevedo. A feira do livro, que não se realizava desde 2014, regressará no dia 02 de outubro e a primeira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Viseu vai voltar a ter uma feira do livro e um festival literário, em outubro, no âmbito de um “percurso consistente de investimento na cultura” do atual executivo, anunciou hoje o presidente da Câmara, João Azevedo.</p>



<p>A feira do livro, que não se realizava desde 2014, regressará no dia 02 de outubro e a primeira edição do Festival Literário Internacional de Viseu (FLIV) arrancará cinco dias depois, sob o mote “Antes que seja tarde”. As duas iniciativas encerrarão no dia 11 do mesmo mês.</p>



<p>João Azevedo disse aos jornalistas que, num tempo “marcado por profundas transformações políticas, sociais, ambientais e tecnológicas, o festival quer promover espaços de reflexão crítica, diálogo cultural e pensamento interdisciplinar”.</p>



<p>“A literatura desempenha, neste contexto, um papel central. Viseu afirma-se como um espaço privilegiado para o encontro entre literatura, pensamento e cidadania”, frisou, acrescentando que “a cidade reúne condições particularmente favoráveis para acolher um evento literário de dimensão nacional e de projeção internacional”.</p>



<p>O autarca socialista falava aos jornalistas no final da reunião do executivo camarário, na qual foi aprovada a equipa de curadoria do festival, que integrará Paulo Alexandre Sousa Santos, que tem “uma larga experiência na programação de festivais literários”, a professora universitária Luísa Antunes Paolinelli e a editora Teresa Adão.</p>



<p>Durante seis anos, Viseu teve um festival literário intitulado Tinto no Branco, numa altura em que era presidente o social-democrata Almeida Henriques (falecido em 2021). A primeira edição realizou-se em 2015, no âmbito do evento vínico e enoturístico Vinhos de Inverno, e a sexta e última em 2020, em formato digital devido às restrições da pandemia da Covid-19.</p>



<p>Segundo João Azevedo, a feira do livro servirá de enquadramento ao festival, em colaboração com a Junta de Freguesia de Viseu.</p>



<p>“O nosso objetivo é usarmos o casco velho da cidade, desde a Sé, à Rua Direita e ao Mercado 2 de Maio, de forma a projetar todo aquele espaço magnífico e histórico neste projeto coletivo”, explicou.</p>



<p>A programação ainda está a ser desenhada, mas já está confirmada a participação de autores de Portugal, Brasil, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Itália e Espanha, e estão previstas “mais de 100 sessões de iniciativas como debates, apresentação e lançamento de livros, oficinas, teatro, concertos, performances de ruas, sessões de poesia e exposições”.</p>



<p>João Azevedo frisou que um dos objetivos é valorizar os autores, escritores e pensadores do concelho de Viseu.</p>



<p>O regresso da feira do livro está a gerar muitas expectativas: “Queremos que contribua para a vinda de pessoas, para a promoção da leitura, para a promoção da reflexão e a relação direta com o ecossistema escolar, com as bibliotecas, com toda a estrutura literária”.</p>



<p>Quer a feira do livro, quer o festival literário, passarão a ser “um marco muito importante” da agenda anual da autarquia, garantiu.</p>



<p>o autarca disse ainda aos jornalistas que “os Estanhos Artísticos de Bodiosa conquistaram a proteção europeia no passado dia 01 de junho, através do registo como Indicação Geográfica Protegida”, após um pedido submetido pela Câmara no dia 15 de dezembro de 2025.</p>



<p>“Estamos a valorizar um produto de excelência do nosso território. Todas estas classificações são importantíssimas para o valor, a importância e o futuro do produto”, considerou.</p>



<p>Hoje foi também anunciado o estudo urbanístico para a reestruturação rodoviária da zona do Colégio da Via Sacra, onde se registam muitos condicionamentos de trânsito.</p>



<p>“Estamos a preparar o projeto para que daqui a 12 meses esteja a obra feita”, afirmou João Azevedo, garantindo que ficará resolvido o problema do acesso ao colégio e ao hospital, “uma ferida rodoviária que tem de ser resolvida”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/viseu-vai-voltar-a-ter-uma-feira-do-livro-e-um-festival-literario-em-outubro/">Viseu vai voltar a ter uma feira do livro e um festival literário em outubro</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>PSD acusa Câmara de Viseu de querer criar “megaestrutura administrativa”</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/psd-acusa-camara-de-viseu-de-querer-criar-megaestrutura-administrativa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 20:03:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A concelhia de Viseu do PSD acusou hoje a Câmara, liderada pelo socialista João Azevedo, de querer criar uma “megaestrutura administrativa” que levará a um “aumento enorme” dos custos com cargos dirigentes. O executivo aprovou hoje, com os votos contra da oposição, uma proposta de alteração das estruturas orgânicas da Câmara e dos Serviços Municipalizados [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A concelhia de Viseu do PSD acusou hoje a Câmara, liderada pelo socialista João Azevedo, de querer criar uma “megaestrutura administrativa” que levará a um “aumento enorme” dos custos com cargos dirigentes.</p>



<p>O executivo aprovou hoje, com os votos contra da oposição, uma proposta de alteração das estruturas orgânicas da Câmara e dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS).</p>



<p>Em comunicado, a concelhia do PSD disse que se trata “de uma das maiores expansões da estrutura dirigente alguma vez propostas” no município, “sem que tenha sido apresentada qualquer fundamentação estratégica, estudo de impacto organizacional ou demonstração objetiva dos benefícios”.</p>



<p>Segundo o PSD, para a Câmara, a proposta prevê o aumento de uma para seis direções municipais, de cinco para 16 direções de departamento e de 23 para 32 divisões municipais. No que respeita aos SMAS, está prevista a criação de um diretor delegado e de duas direções de departamento e o aumento de oito para dez divisões.&nbsp;</p>



<p>“No conjunto das duas estruturas, assiste-se a um crescimento expressivo do número de cargos dirigentes, com inevitáveis consequências ao nível da despesa pública e dos encargos permanentes suportados pelos contribuintes”, criticou.</p>



<p>Para o presidente da Câmara de Viseu, trata-se de “uma reestruturação orgânica corajosa, arrojada, preparada para o futuro e exigente”, uma vez que, nos últimos anos, a autarquia recebeu mais competências em várias áreas, o que implica “um quadro de pessoal completamente diferente”.&nbsp;</p>



<p>Em declarações aos jornalistas, João Azevedo justificou que a Câmara “precisa urgentemente de planear e de executar fundos comunitários” e de deixar de adiar projetos por causa de uma “estrutura desajustada”, sendo necessárias alterações que acompanhem “a complexidade crescente das competências municipais”.</p>



<p>O autarca socialista frisou que as alterações propostas representam apenas 0,5% do orçamento municipal, com o único objetivo de colocar “exigência nas estruturas municipais”.&nbsp;</p>



<p>A vereadora Marta Rodrigues, responsável pelo pelouro da Gestão Organizacional, Recursos Humanos e Modernização Administrativa, explicou aos jornalistas que estão previstos 15 novos lugares de chefia, a juntar aos 60 já existentes.</p>



<p>“Estes 15 novos lugares de chefias que foram criados são para cobrir a totalidade dos serviços municipais”, como cultura, desporto, saúde e educação, e para permitir “um acompanhamento mais próximo relativamente à descentralização de competências”, realçou.</p>



<p>Desta forma, serão supridas necessidades “em áreas consideradas estratégicas para a eficácia e para a eficiência dos serviços” e haverá “uma maior responsabilização” dos serviços e dos próprios trabalhadores.</p>



<p>Segundo Marta Rodrigues, a estrutura atual está “completamente desajustada” face às exigências atuais, sendo “exatamente igual à que havia quando o orçamento do município era de 70 milhões”.</p>



<p>Atualmente, a Câmara de Viseu e os SMAS têm um orçamento superior a 150 milhões de euros e cerca de 1.500 trabalhadores, sendo, por isso, preciso “reforçar a direção estratégica e a coordenação”.</p>



<p>O executivo garantiu que não haverá “uma contratação massiva de dirigentes”, mas sim a valorização dos recursos humanos já existentes.</p>



<p>No entender do PSD, “não foi apresentada qualquer evidência de que esta reorganização permita melhorar a eficiência dos serviços, acelerar processos, reduzir tempos de resposta ou aumentar a qualidade do atendimento prestado aos cidadãos e às empresas”.</p>



<p>O PSD defendeu o adiamento da decisão para que fosse possível “uma reflexão mais aprofundada e uma avaliação rigorosa dos seus impactos”, mas a proposta foi rejeitada pela maioria socialista.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/psd-acusa-camara-de-viseu-de-querer-criar-megaestrutura-administrativa/">PSD acusa Câmara de Viseu de querer criar “megaestrutura administrativa”</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Jardim das Artes e Letras dedica edição a Manuel Alvess e Adília Lopes</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/jardim-das-artes-e-letras-dedica-edicao-a-manuel-alvess-e-adilia-lopes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 20:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A segunda edição do Jardim das Artes e das Letras (JAL) é dedicada aos artistas Manuel Alvess e Adília Lopes e conta com diversas atividades, incluindo cinco concertos, anunciou hoje a organização. “Os artistas em foco são Manuel Alvess e Adília Lopes. Há uma coisa muito portuguesa, e principalmente viseense, é que só damos, muitas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda edição do Jardim das Artes e das Letras (JAL) é dedicada aos artistas Manuel Alvess e Adília Lopes e conta com diversas atividades, incluindo cinco concertos, anunciou hoje a organização.</p>



<p>“Os artistas em foco são Manuel Alvess e Adília Lopes. Há uma coisa muito portuguesa, e principalmente viseense, é que só damos, muitas vezes, valor às pessoas quando elas morrem e nós queremos dar agora”, defendeu a organizadora do JAL, Sandra Oliveira.</p>



<p>A responsável destacou o viseense Manuel Alvess (1939-2009) como sendo “o artista dos artistas, pouco conhecido em termos populares e extremamente conceituado e relevante na comunidade artística”.</p>



<p>Assim como Adília Lopes (que nasceu em Lisboa &#8211; 1960-2024), “uma das maiores poetisas portuguesas, que morreu há pouco tempo” e “foi acusada de ser coloquial no seu discurso, mas as camadas de conhecimento e sensibilidade que tem nos textos são hoje considerados património nacional”</p>



<p>Os dois artistas foram reunidos numa única edição “porque ambos trabalham o quotidiano e banal de uma forma irónica e satírica para a sociedade” e foram “precursores e artistas muito avançados no seu tempo”.</p>



<p>Manuel Alvess e Adília Lopes foram a base para Patrícia Portela, desafiada por Sandra Oliveira, criar uma instalação vídeo e um peddy-paper poético no Parque Aquilino Ribeiro, onde decorre o JAL, entre 25 de junho e 05 de julho.</p>



<p>Assim como a própria Sandra Oliveira terá diariamente no parque da cidade, “após o lusco-fusco” uma instalação audiovisual intitulada “Ode a Alvess e Lopes”.</p>



<p>Durante semana e meia de programação, é possível assistir a cinco concertos: Miguel Berkemeier apresenta “Sinfonia da Natureza”; Pedro Rebelo, Michael Speers e Simon Waters apresentam-se como os Rebelo Speers Waters Trio; Joana Gama e Luís Fernandes sobem ao palco com “Strata”.</p>



<p>Há ainda o concerto de KIK, dupla composta por Jonathan Uliel Saldanha e João Pais Filipe, e os universos sonoros da flauta, do clarinete e da voz de Carmen Villain.</p>



<p>Entre as dezenas de atividades “pensadas para pais e filhos usufruírem juntos” estão também instalações, teatro, performances e “muitas e diversificadas oficinas” desde a carpintaria, com um arquiteto paisagista e um artista belga, a um específico para músicos profissionais.</p>



<p>O parque da cidade tem também “estruturas em permanência” em todo o espaço para usufruir e algumas acolhem iniciativas como uma feira do livro que conta com “as melhoras livrarias do país no que diz respeito à literatura infantil”.</p>



<p>“É um espaço aberto, uma promessa de sensações e de sentidos. Um convite a habitar o presente. Vivemos momentos geopolíticos e sociais dramáticos, numa velocidade extemporânea, quer física, quer digital, que não nos permite apreender a informação e toda esta programação é um convite a essa calma, a estarmos uns com os outros e a podermos pensar e pensar não é uma coisa triste, é necessária para viver melhor”, defendeu.</p>



<p>Esta responsável acrescentou que “pensar e divertir também é possível” e, por isso, a programação deste ano foi também pensada em ser “um contraponto a esta velocidade”.</p>



<p>A fundadora e diretora da associação Pausa Possível, entidade responsável pela organização, disse que o Jardim das Artes e Letras acontece “muito graças aos parceiros”, já que sustentam uma “boa parte” do custo do evento.</p>



<p>O Jardim das Artes e Letras recebe 60 mil euros de financiamento da Direção-geral das Artes e 30 mil da Câmara Municipal de Viseu, “mas o custo real é de quase o triplo do apoio direto” recebido.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/jardim-das-artes-e-letras-dedica-edicao-a-manuel-alvess-e-adilia-lopes/">Jardim das Artes e Letras dedica edição a Manuel Alvess e Adília Lopes</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Prisão preventiva para dupla suspeita de roubos e furtos em aldeias de Aveiro e Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/prisao-preventiva-para-dupla-suspeita-de-roubos-e-furtos-em-aldeias-de-aveiro-e-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 11:25:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois homens, de 47 e 51 anos, detidos por suspeita de roubos e furtos qualificados em aldeias dos distritos de Aveiro e Viseu vão aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, informou hoje a GNR. Em comunicado, a GNR esclareceu que os suspeitos, detidos durante a operação denominada &#8220;Rota Oculta&#8221;, foram presentes na sexta-feira [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois homens, de 47 e 51 anos, detidos por suspeita de roubos e furtos qualificados em aldeias dos distritos de Aveiro e Viseu vão aguardar o desenrolar do processo em prisão preventiva, informou hoje a GNR.</p>



<p>Em comunicado, a GNR esclareceu que os suspeitos, detidos durante a operação denominada &#8220;Rota Oculta&#8221;, foram presentes na sexta-feira no Tribunal Judicial de Santa Maria da Feira, distrito de Aveiro, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação mais gravosa.</p>



<p>&#8220;No âmbito de uma investigação que decorria há cerca de quatro meses, os militares da Guarda apuraram que os suspeitos praticaram diversos roubos e furtos qualificados, nos concelhos de Vale de Cambra, Sever do Vouga, São Pedro do Sul e Oliveira de Frades, tendo como principais alvos juntas de freguesia, igrejas, capelas, associações, residências, anexos agrícolas, instalações industriais e estabelecimentos diversos&#8221;, refere a mesma nota.</p>



<p>Segundo a Guarda, os homens atuavam sobretudo em aldeias e localidades isoladas, maioritariamente habitadas por população idosa, aproveitando a reduzida capacidade de vigilância e defesa das vítimas.</p>



<p>&#8220;Os ilícitos eram praticados através de arrombamento, visando a subtração de dinheiro, metais não preciosos, combustíveis, ferramentas e outros bens de fácil colocação no mercado ilícito&#8221;, adianta a GNR.</p>



<p>Para além dos dois detidos, a GNR constituiu arguida uma mulher, de 40 anos, por suspeita de colaboração na atividade criminosa, bem como três homens, com idades compreendidas entre os 37 e os 58 anos, por suspeitas da prática do crime de recetação.</p>



<p>Durante a operação foram realizadas buscas a quatro residências, um armazém e quatro veículos, que resultaram na apreensão de seis mil euros em dinheiro (alegadamente provenientes de um roubo a idosos),&nbsp;28,81 doses de heroína, três doses de haxixe, diversos objetos em ouro, várias máquinas e ferramentas, cinco armas de fogo, três ciclomotores, uma viatura e diversos componentes de ciclomotores.</p>



<p>A GNR diz que esta operação permitiu desmantelar uma atividade criminosa que vinha afetando diversas comunidades rurais dos distritos de Aveiro e Viseu e acrescenta que as diligências de investigação vão prosseguir com vista à identificação da totalidade dos bens subtraídos e dos respetivos proprietários.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/prisao-preventiva-para-dupla-suspeita-de-roubos-e-furtos-em-aldeias-de-aveiro-e-viseu/">Prisão preventiva para dupla suspeita de roubos e furtos em aldeias de Aveiro e Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Turismo Centro de Portugal admite faltar à BTL em 2027</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/turismo-centro-de-portugal-admite-faltar-a-btl-em-2027/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 11:24:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Turismo Centro de Portugal, Rui Ventura, admitiu hoje que a região poderá não marcar presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) de 2027, numa decisão que poderá ser acompanhada por várias sub-regiões do Centro do país. “Provavelmente, o Centro de Portugal não estará na próxima BTL, em 2027. Não estará e [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/turismo-centro-de-portugal-admite-faltar-a-btl-em-2027/">Turismo Centro de Portugal admite faltar à BTL em 2027</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Turismo Centro de Portugal, Rui Ventura, admitiu hoje que a região poderá não marcar presença na Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL) de 2027, numa decisão que poderá ser acompanhada por várias sub-regiões do Centro do país.</p>



<p>“Provavelmente, o Centro de Portugal não estará na próxima BTL, em 2027. Não estará e não estará com mais algumas sub-regiões, nomeadamente de Coimbra, de Viseu Dão Lafões e, eventualmente, mais duas ou três: nós somos oito sub-regiões”, revelou.</p>



<p>Durante a conferência de imprensa de apresentação da 34.ª da Expofacic – Exposição/Feira Agrícola, Comercial e Industrial de Cantanhede, Rui Ventura defendeu uma mudança de estratégia na promoção turística do território.</p>



<p>“Quem conhece a BTL percebe que é um palco principal do Turismo de Portugal, onde apresentámos já a Expofacic, mas que não pode ser uma feira de vaidades. Nós vamos para a BTL para promover o território, para o vender, para criar riqueza para o território e, portanto, temos que vender o território como um todo”, sustentou.</p>



<p>O atual modelo da BTL não responde às necessidades de promoção do Centro de Portugal, sustentou.</p>



<p>“É preferível não estar dessa forma e nos reinventarmos, como vocês fazem aqui também, e fazermos uma promoção completamente diferente. O território ganha mais com esta união entre todos”, acrescentou.</p>



<p>O antigo presidente da Câmara Municipal de Pinhel (distrito da Guarda) considerou ainda que os recursos atualmente investidos na BTL poderão ser canalizados para outras ações com maior retorno.</p>



<p>“Com aquilo que é o investimento feito por todo o Centro de Portugal numa feira como a BTL, nós temos seguramente, já fizemos esse trabalho de casa, capacidade para estar em outros certames, de outra forma, criando mais riqueza para o território”, concluiu.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/turismo-centro-de-portugal-admite-faltar-a-btl-em-2027/">Turismo Centro de Portugal admite faltar à BTL em 2027</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Violência doméstica: Prisão preventiva para homem que agredia mãe e avós em Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/violencia-domestica-prisao-preventiva-para-homem-que-agredia-mae-e-avos-em-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 11:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um homem de 26 anos ficou em prisão preventiva depois de ter sido detido em flagrante delito a agredir e a exercer pressão psicológica sobre mãe, padrasto e avós, anunciou hoje a Guarda Nacional Republicana (GNR). Numa nota de imprensa, o Comando Territorial de Viseu da GNR indicou que deteve na sexta-feira, “em flagrante delito, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um homem de 26 anos ficou em prisão preventiva depois de ter sido detido em flagrante delito a agredir e a exercer pressão psicológica sobre mãe, padrasto e avós, anunciou hoje a Guarda Nacional Republicana (GNR).</p>



<p>Numa nota de imprensa, o Comando Territorial de Viseu da GNR indicou que deteve na sexta-feira, “em flagrante delito, um homem de 26 anos por violência doméstica”, no concelho de Viseu.</p>



<p>Após ter sido ouvido em Tribunal, ficou em prisão preventiva.</p>



<p>“No âmbito de um pedido de auxílio recebido através do 112, os militares da GNR deslocaram-se ao local e surpreenderam o suspeito a agredir fisicamente o padrasto, tendo procedido à sua detenção”.</p>



<p>A GNR revelou que, no decorrer da ação, “foi ainda possível apurar que o suspeito exercia violência física e psicológica sobre a progenitora, o padrasto e os avós, com quem coabitava e que se encontravam numa situação de especial vulnerabilidade”.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/violencia-domestica-prisao-preventiva-para-homem-que-agredia-mae-e-avos-em-viseu/">Violência doméstica: Prisão preventiva para homem que agredia mãe e avós em Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Festival “Que Jazz É Este?”  com 12 dias de programação e aposta na inclusão cultural</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/festival-que-jazz-e-este-com-12-dias-de-programacao-e-aposta-na-inclusao-cultural/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 15:03:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O festival Que Jazz É Este? regressa a Viseu entre os dias 8 e 19 de julho para a sua 14.ª edição e apresenta uma programação que combina concertos, formação e projetos de inclusão social. Com entrada livre, o evento aposta no “donativo consciente”, reforçando a sua missão de democratizar o acesso à cultura e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O festival Que Jazz É Este? regressa a Viseu entre os dias 8 e 19 de julho para a sua 14.ª edição e apresenta uma programação que combina concertos, formação e projetos de inclusão social. Com entrada livre, o evento aposta no “donativo consciente”, reforçando a sua missão de democratizar o acesso à cultura e à música.</p>



<p>Ana Bento, responsável da associação Gira Sol Azul e programadora do festival, recorda que o projeto nasceu há quase duas décadas a partir do Workshop de Jazz de Viseu para atenuar a falta de formação musical na região. “A nossa identidade construiu-se de forma orgânica, aberta a diferentes linguagens musicais e artísticas”, explica Ana Bento, destacando que o nome do festival surge como uma pergunta que estimula diferentes experiências culturais.</p>



<p>A edição deste ano começa a 8 de julho com o projeto Jazz ao Domicílio, uma iniciativa que leva concertos a públicos com dificuldades de acesso à programação cultural. Estão previstas atuações no Estabelecimento Prisional de Viseu, na ala psiquiátrica do Hospital de Viseu e no internato Dr. Vítor Fontes, da APPACDM.</p>



<p>No dia 14 de julho, o festival passa pela tradicional Feira Semanal, através de uma atuação itinerante dos alunos da Escola Profissional da Serra da Estrela. Entre os dias 15 e 17 decorre o habitual Workshop de Jazz, este ano orientado pela cantora Rita Maria e pelo guitarrista Nuno Costa. A iniciativa reúne alunos de várias escolas, incluindo os conservatórios de Coimbra, Porto e Santa Comba Dão. A programação intensifica-se na reta final: a 17 de julho, os Claustros do Museu Nacional Grão Vasco recebem a cantora e compositora Vera Morais.</p>



<p>As jam sessions regressam também na noite anterior, com a presença do coletivo viseense Batalha da Visa, que apresentará uma performance de hip hop acompanhada por músicos ao vivo, promovendo o encontro entre diferentes gerações e linguagens musicais. Nos dias 18 e 19 de julho, a programação concentra-se no Parque Aquilino Ribeiro. Entre estas atividades encontra-se a atuação de Maria Luísa Jobim, que traz a Viseu um projeto que cruza música popular brasileira e jazz, e o músico Miguel Rodrigues, que apresentará também o novo projeto “Azul Piscina”.</p>



<p>O Que Jazz É Este? conta com o apoio do Município de Viseu e diversas entidades locais. Ao longo dos anos, o festival tem afirmado uma identidade própria, combinando formação, criação artística, inclusão social e internacionalização, provando ser uma das iniciativas culturais mais singulares da região.</p>



<p>*Salomé Barros, aluna do 2.º ano do curso de Comunicação Social da ESEV</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/festival-que-jazz-e-este-com-12-dias-de-programacao-e-aposta-na-inclusao-cultural/">Festival “Que Jazz É Este?”  com 12 dias de programação e aposta na inclusão cultural</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Os canceladores do Estado Novo</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/os-canceladores-do-estado-novo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:52:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Colunistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Abriu esta semana, na Biblioteca Municipal de Mangualde, a exposição&#160;“Este livro de reles estofo” — A censura à literatura durante o Estado Novo, organizada pelo Arquivo Ephemera, com dezenas de relatórios da Censura a proibirem livros ou a autorizarem-nos (com ou sem cortes). São documentos preciosos: evidências do afã administrativo do controlo editorial durante o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Abriu esta semana, na Biblioteca Municipal de Mangualde, a exposição&nbsp;<em><strong>“Este livro de reles estofo” — A censura à literatura durante o Estado Novo</strong></em>, organizada pelo Arquivo Ephemera, com dezenas de relatórios da Censura a proibirem livros ou a autorizarem-nos (com ou sem cortes). São documentos preciosos: evidências do afã administrativo do controlo editorial durante o salazarismo e o marcelismo — os livros que o povo podia ler, os que o povo não podia ler, tudo carimbado, rubricado e deixado à consideração superior.<br>Algumas notas:<br>— ao contrário do que acontecia com os jornais, não havia censura prévia de livros; estes só eram avaliados depois de postos à venda, circunstância que, como é visível em vários despachos, irritava os burocratas;<br>— aqueles funcionários (muitos deles militares) não eram uns analfabrutos: sabiam comparar obras, distinguir correntes, reconhecer influências; simplesmente exerciam outra profissão — não eram leitores, eram porteiros da leitura;<br>— os censores tinham os sensores afinados para o risco: eram agentes sanitários do regime, não críticos literários;<br>— aquelas criaturas proibiam os livros por quatro razões principais:<br>(i)&nbsp;<em>morais-sexuais</em>&nbsp;(“luxúria”, “promiscuidade infrene”, “homossexuais”, “pornográficos”),<br>(ii)&nbsp;<em>políticas</em>&nbsp;(“tendências filo-comunistas”, “ideias subversivas”, “anti-militarismo”),<br>(iii)&nbsp;<em>religiosas</em>&nbsp;(“visão desprimorosa e desrespeitosa do Natal de Cristo”, “a ‘fala’ de Jesus é (…) ofensiva e definidora do espírito ‘achincalhante’ da obra”),<br>(iv)&nbsp;<em>institucionais</em>&nbsp;(“não está em condições” por “constituir um desafio aos Serviços de Censura”);<br>— muitas vezes, o pide bom do início do despacho (“como obra literária não merece reparo”, “perfeita textura literária”, “livro muito bem escrito”) metamorfoseava-se em pide mau (“mandar apreender imediatamente”, “proibido por grave inconveniência política”).<br>Em suma, esta burocracia — que se via a si própria como guardiã da moral, da política, da religião e, até, da língua e da literatura — vivia entrincheirada num bunker mental, convencida de que uma metáfora, uma cena de cama ou um poema sobre a guerra podiam desencadear o colapso da civilização portuguesa.<br>Usava um vocabulário peculiar (“amoral”, “anti-social”, “inconveniente”, “desrespeitoso”, “pernicioso”, “achincalhante”, “dissolvente”), passava um ror de horas a ler boa literatura (Aquilino, Pacheco, Brecht, Sena, Cardoso Pires, Fiama, Natália, …) e produzia crítica literária (má crítica literária, crítica policial disfarçada de crítica literária) que hoje se lê quase como um género involuntário: a vingança da literatura sobre a polícia.<br>Esta exposição, visitável até ao fim do mês, é um bom pretexto para uma visita a Mangualde, com passagem pelos pastéis de feijão do Patronato que, a bem da Nação, não foram, nem vão ser, apreendidos.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/os-canceladores-do-estado-novo/">Os canceladores do Estado Novo</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Planalto Beirão estuda impacto ambiental para criar energia através de resíduos</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/planalto-beirao-estuda-impacto-ambiental-para-criar-energia-atraves-de-residuos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presidente da Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão (AMRPB) anunciou o início de um estudo de impacto ambiental para criar uma unidade energética que absorva os resíduos sólidos da região Centro. “Esta associação já deu início ao processo da definição de proposta de âmbito para o devido estudo de impacto ambiental, tendo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão (AMRPB) anunciou o início de um estudo de impacto ambiental para criar uma unidade energética que absorva os resíduos sólidos da região Centro.</p>



<p>“Esta associação já deu início ao processo da definição de proposta de âmbito para o devido estudo de impacto ambiental, tendo em vista a preparação de uma futura concessão de exploração deste mesmo serviço público e de tratamento de resíduos que contemple a possibilidade da unidade energética e que absorva a totalidade da fração resto do tratamento de resíduos urbanos e não urbanos na região Centro”, afirmou Ricardo Cruz.</p>



<p>Isto, depois de apresentar as necessidades do Planalto Beirão que passam por “expandir a recolha de biorresíduos” e ainda, “encontrar soluções de escala regional, de forma estruturante” para tratar resíduos de “forma mais eficiente e sustentável, gerando valor, reduzindo a dependência dos aterros”.</p>



<p>“Este setor não é apenas estético. É estratégico e é regional. É um setor que garante a saúde pública, proteção ambiental e qualidade de vida. É um setor que exige investimento contínuo e que não pode ser avaliado apenas como um custo imediato, mas que gera valor a longo prazo e para a nossa sociedade”, defendeu.</p>



<p>O anúncio do estudo surgiu depois de destacar que Portugal “continua aquém das metas europeias” em questões de reciclagem e de deposição de resíduos sólidos em aterro, o que “obriga a uma mudança estrutural, de escala e de modelo técnico”.</p>



<p>“Não basta melhorar o sistema é preciso transformá-lo e essa transformação exige três condições fundamentais: investimento contínuo, sustentabilidade económica e um verdadeiro compromisso da tutela e dos reguladores com territórios que asseguram a gestão efetiva dos resíduos no nosso país”, sublinhou.</p>



<p>Isto, porque essas entidades, “estão, hoje, no limite da sua capacidade financeira e operacional”, já que servem “territórios extensos”, neste caso mais de 330 mil utilizadores domésticos e não domésticos numa área de 19 municípios, em três distritos (Viseu, Coimbra e Guarda).</p>



<p>Tudo isso enquanto essas entidades, como é o Planalto Beirão, enfrentam “exigências europeias, cada vez mais ambiciosas, com impacto direto nas tarifas e na sustentabilidade deste sistema” e com os “utilizadores a pagarem taxas de milhões de euros, sem alternativas à vista”.</p>



<p>Ricardo Cruz, que também é presidente da Câmara Municipal de Tábua, no distrito de Coimbra, disse ainda que, hoje, gerir resíduos é complexo, porque abrange várias áreas, inclusive tecnologia e recursos humanos e, “tudo isso num contexto em que os custos aumentam”.</p>



<p>“O setor dos resíduos é um dos mais exigentes no âmbito do serviço público e é também por isso que exige estabilidade, previsibilidade e solidariedade institucional a vários níveis”, defendeu Ricardo Cruz.</p>



<p>Integram o Planalto Beirão 19 municípios: Carregal do Sal, Castro Daire, Mangualde, Mortágua, Nelas, Oliveira de Frades, Penalva do Castelo, Santa Comba Dão, São Pedro do Sul, Sátão, Tondela, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela (distrito de Viseu).</p>



<p>E ainda os municípios de Aguiar da Beira, Gouveia e Seia, do distrito da Guarda, e de Oliveira do Hospital e Tábua, do distrito de Coimbra.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/planalto-beirao-estuda-impacto-ambiental-para-criar-energia-atraves-de-residuos/">Planalto Beirão estuda impacto ambiental para criar energia através de resíduos</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Viseu é o distrito com maior potência eólica instalada em Portugal</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/viseu-e-o-distrito-com-maior-potencia-eolica-instalada-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jun 2026 10:45:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Diário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A energia eólica assegurou 25,4% do consumo de eletricidade em Portugal continental em 2025, mas as metas definidas para 2030 exigem maior ambição e aceleração de novos projetos, segundo um estudo hoje divulgado.&#160; O relatório “Parques Eólicos em Portugal”, elaborado pelo INEGI &#8211; Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial &#8211; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A energia eólica assegurou 25,4% do consumo de eletricidade em Portugal continental em 2025, mas as metas definidas para 2030 exigem maior ambição e aceleração de novos projetos, segundo um estudo hoje divulgado.&nbsp;</p>



<p>O relatório “Parques Eólicos em Portugal”, elaborado pelo INEGI &#8211; Instituto de Ciência e Inovação em Engenharia Mecânica e Engenharia Industrial &#8211; em parceria com a Associação Portuguesa de Energias Renováveis (APREN), divulgado hoje no Dia Mundial do Vento aponta para uma produção eólica de 13,5 terawatts-hora (TWh), face a um consumo total de eletricidade de 53,1 TWh em Portugal continental.</p>



<p>Tendo em conta que o Plano Nacional Energia e Clima 2030 (PNEC 2030) prevê uma capacidade geradora de 10,4 gigawatts (GW) de eólica em terra (‘onshore’) e a concretização de 2 GW de eólica no mar (‘offshore’) até 2030, o estudo considera que este conjunto de metas é “muito ambicioso e exigente”.</p>



<p>Nesse sentido, defende que a sua concretização depende de uma “estreita colaboração entre os agentes públicos e privados&#8221;, que permita acelerar o desenvolvimento de novos projetos.</p>



<p>Em declarações à Lusa, a coordenadora de Políticas e Inteligência de Mercado da APREN, Susana Serôdio, afirmou que “efetivamente nos últimos anos tem havido aqui uma estagnação da energia eólica” e que esta fonte “não tem acompanhado o que seria expectável face ao que está no PNEC2030”.</p>



<p>“O primeiro [fator], claramente, é a questão do licenciamento e a falta de visibilidade de prazos, dificuldades em algumas áreas de avaliação de impacto ambiental, mas também claramente questões das condições do mercado atual e também de rede”, disse.</p>



<p>De acordo com o mesmo estudo, após um período de crescimento, 2025 evidenciou uma “nova estagnação da capacidade adicional instalada em Portugal”.</p>



<p>Em 2025, encontravam-se mapeados 446,8 megawatts (MW) de potência em fase de construção, dos quais cerca de 80% correspondem a novos projetos, incluindo os parques de Tâmega Norte, com 194,4 MW, e Tâmega Sul, com 79,2 MW.</p>



<p>A maioria destes novos projetos está, contudo, associada a hibridizações, isto é, à combinação de um projeto eólico com outro projeto renovável já existente, como hídrico ou solar, aproveitando pontos de rede já disponíveis.</p>



<p>Os projetos de reequipamento (‘repowering’), que consistem na substituição ou modernização de equipamentos existentes por outros mais eficientes, representam 14% da potência em construção, enquanto os restantes 6% dizem respeito a sobreequipamento, ou seja, à instalação de uma potência de geração superior à capacidade de injeção.</p>



<p>Com 6 GW de capacidade instalada acumulada, Portugal mantém-se no ‘top 10’ europeu da capacidade eólica, num ranking liderado pela Alemanha, com 77,7 GW, e por Espanha, com 33,2 GW.</p>



<p>Em termos geográficos, Viseu mantém-se como o distrito com maior potência eólica instalada em território nacional, com 1.231,1 MW ligados à rede, seguido de Coimbra, com 745,7 MW, Vila Real, com 696,3 MW, e Guarda, com 653,2 MW.</p>



<p>Évora continua a ser o único distrito de Portugal continental sem qualquer aerogerador instalado.</p>



<p>As regiões autónomas concentram um total de 106,4 MW operacionais, repartidos entre 63,8 MW na Madeira e 42,6 MW nos Açores.</p>



<p>Questionada sobre o crescimento futuro em terra, Susana Serôdio defendeu que “o futuro passa pelo reequipamento”, mas ressalvou que “existe, efetivamente, ainda margem para crescer em terra”.</p>



<p>A responsável acrescentou que a hibridização com solar está a ganhar relevância, devido à queda dos preços nas horas de maior produção fotovoltaica.</p>



<p>“À hora de produção solar, efetivamente, os preços são muito baixos e a rentabilidade dos projetos começa a ser muito pequena. E, se hibridizarem com o eólico, geram aqui outro potencial ao projeto”, afirmou.</p>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/viseu-e-o-distrito-com-maior-potencia-eolica-instalada-em-portugal/">Viseu é o distrito com maior potência eólica instalada em Portugal</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
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