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Pedro Baila Antunes
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Alfredo Simões
Verão, calor e férias, são habitualmente 3 palavras que se interligam. Quer seja nas atividades lúdicas organizadas durante as férias escolares, quer seja nos passeios em família, é natural que as crianças e jovens estejam sujeitos à exposição solar direta.
Portugal é um dos países europeus vulneráveis às alterações climáticas e aos fenómenos climáticos extremos, tendo em conta a sua localização geográfica. Alguns dados sugerem inclusive que existe uma tendência para o aumento da temperatura média global assim como para o aumento do número de dias por ano com temperaturas elevadas.
No verão ocorrem frequentemente temperaturas extremas em períodos continuados de tempo, podendo existir efeitos graves sobre a saúde, incluindo desidratação e descompensação de doenças crónicas.
Esta é uma preocupação geral das entidades de saúde, pelo que a DGS elabora anualmente o Plano de Contingência Saúde Sazonal – Módulo Verão. Também a Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) tem vindo a desenvolver diversos materiais didáticos com o objetivo de sensibilizar a população, em geral, e as crianças, em particular, para os cuidados a ter com a exposição solar, seja no campo, na praia ou na piscina, seja em atividades lúdicas ou profissionais ao ar livre.
A pele é o maior órgão do corpo humano e a sua função é de proteção contra as agressões externas, sendo que o sol é uma delas.
Sabia que 80% dos raios UV passam através das nuvens e que 20% são refletidos pelo solo e 50% pela água?
Pois é! Mesmo que estejamos à sombra. Daí que seja importante considerar alguns aspetos que nos podem ajudar a aumentar a proteção:
• A exposição solar direta deverá ser evitada entre as 11h e as 17h, mesmo nos dias em que está um pouco enevoado;
• Utilizar sempre protetor solar com fator de proteção igual ou superior a 30, que deverá ser colocado em casa e reaplicado com frequência;
• Utilizar roupa solta e fresca, chapéu de abas largas e óculos de sol com proteção UV (protegem os olhos e as pálpebras, prevenindo o desenvolvimento de alterações como cataratas e, possivelmente, melanomas da retina e degeneração macular relacionada com a idade);
• Reforçar a ingestão de água e optar por refeições ligeiras, pouco condimentadas e evitar consumo de álcool. Lembrar que a sede é uma necessidade fisiológica de água;
• Evitar atividades que exijam maiores esforços físicos no exterior, pelo risco aumentado de desidratação e/ou golpe de calor.
O sol é fundamental à vida e, em doses moderadas, traz inúmeros benefícios para a saúde e bem-estar, nomeadamente a melhoria do humor, qualidade do sono e a síntese de vitamina D (que atua na saúde óssea, crescimento, imunidade, musculatura, metabolismo e em diversos órgãos e sistemas, como o cardiovascular e o sistema nervoso central).
De forma a aproveitar os benefícios do sol, sem correr riscos desnecessários para a saúde, não se esqueça de cumprir as recomendações da DGS, no que diz respeito à Saúde Sazonal, pois:
O sol é todo igual, independentemente do local!
Diana Fernandes
Enfermeira Especialista em Enfermagem de Saúde Infantil e Pediátrica na Unidade de Cuidados na Comunidade Viseense
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Pedro Baila Antunes
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José Junqueiro
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Alfredo Simões
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Clara Gomes - pediatra no Hospital CUF Viseu
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Pedro Escada