<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Infografias - Jornal do Centro</title>
	<atom:link href="https://www.jornaldocentro.pt/noticias/infografias/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.jornaldocentro.pt</link>
	<description>Notícias de Viseu e da Região Centro</description>
	<lastBuildDate>Fri, 09 May 2025 18:12:22 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/07/fav-icon.png</url>
	<title>Infografias - Jornal do Centro</title>
	<link>https://www.jornaldocentro.pt</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Casas de Viseu consomem mais eletricidade do que a média nacional</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/casas-de-viseu-consomem-mais-eletricidade-do-que-a-media-nacional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2025 12:08:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=104361</guid>

					<description><![CDATA[<p>O consumo de energia elétrica no concelho de Viseu registou um crescimento expressivo, como não poderia deixar de ser, nas últimas décadas, destacando-se pelo recente aumento no setor doméstico. Os dados, analisados pela Regional Economics, revelam mudanças significativas nos padrões de consumo de eletricidade no município. Segundo os números disponíveis, entre 1995 e 2023, o [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/casas-de-viseu-consomem-mais-eletricidade-do-que-a-media-nacional/">Casas de Viseu consomem mais eletricidade do que a média nacional</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O consumo de energia elétrica no concelho de Viseu registou um crescimento expressivo, como não poderia deixar de ser, nas últimas décadas, destacando-se pelo recente aumento no setor doméstico. Os dados, analisados pela Regional Economics, revelam mudanças significativas nos padrões de consumo de eletricidade no município.</p>



<p>Segundo os números disponíveis, entre 1995 e 2023, o consumo total de energia elétrica em Viseu praticamente triplicou, com um crescimento mais acentuado até 2010. Este aumento foi impulsionado sobretudo pelo setor Não Doméstico, que inclui comércio, serviços e equipamentos públicos, refletindo o dinamismo da atividade económica local.</p>



<p>O setor Doméstico também acompanhou esta evolução, com um crescimento contínuo até 2010 e uma ligeira estabilização desde então. Já o consumo associado à Indústria e à Iluminação Pública e Edifícios do Estado manteve-se relativamente estável ao longo dos últimos anos.</p>



<p>Por outro lado, a análise comparativa do consumo doméstico de energia elétrica por habitante revela que Viseu ultrapassou, em 2023, a média nacional neste indicador. Com 1 371 kWh por habitante, o concelho superou a média portuguesa de 1 378 kWh, posicionando-se acima de regiões como Aveiro e Guarda e muito próximo de Coimbra e Leiria.</p>



<p>Este crescimento poderá estar associado à melhoria das condições habitacionais, ao aumento do rendimento disponível e a um maior recurso a equipamentos elétricos e soluções de climatização residencial, além da possível adesão à mobilidade elétrica.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/05/Pub-51-Maio-2025-Consumo-de-energia-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-104365" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/05/Pub-51-Maio-2025-Consumo-de-energia-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/05/Pub-51-Maio-2025-Consumo-de-energia-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/05/Pub-51-Maio-2025-Consumo-de-energia-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/05/Pub-51-Maio-2025-Consumo-de-energia-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/05/Pub-51-Maio-2025-Consumo-de-energia-600x600.jpg 600w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/05/Pub-51-Maio-2025-Consumo-de-energia-100x100.jpg 100w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/05/Pub-51-Maio-2025-Consumo-de-energia.JPG 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/casas-de-viseu-consomem-mais-eletricidade-do-que-a-media-nacional/">Casas de Viseu consomem mais eletricidade do que a média nacional</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Saúde: óbitos na população jovem no Município de Viseu diminuiu 68% entre 1991 e 2022</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/saude-obitos-na-populacao-jovem-no-municipio-de-viseu-diminuiu-68-entre-1991-e-2022/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=100057</guid>

					<description><![CDATA[<p>A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e Comissão Europeia (CE), referem que a “escassez de força de trabalho compromete os cuidados oncológicos em diferentes fases”, apontando o caso específico dos médicos de família. Os especialistas em medicina geral e familiar “são fundamentais para os cuidados oncológicos, intermediando o acesso aos cuidados médicos [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/saude-obitos-na-populacao-jovem-no-municipio-de-viseu-diminuiu-68-entre-1991-e-2022/">Saúde: óbitos na população jovem no Município de Viseu diminuiu 68% entre 1991 e 2022</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="218" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Banner_MundiEmpresarial_Final-1024x218.jpg" alt="" class="wp-image-100066" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Banner_MundiEmpresarial_Final-1024x218.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Banner_MundiEmpresarial_Final-300x64.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Banner_MundiEmpresarial_Final-768x163.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Banner_MundiEmpresarial_Final-600x128.jpg 600w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Banner_MundiEmpresarial_Final.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e Comissão Europeia (CE), referem que a “escassez de força de trabalho compromete os cuidados oncológicos em diferentes fases”, apontando o caso específico dos médicos de família.</p>



<p>Os especialistas em medicina geral e familiar “são fundamentais para os cuidados oncológicos, intermediando o acesso aos cuidados médicos especializados”, avança o estudo, que adianta que estes médicos estão envolvidos nos programas de rastreio, dão consultas de acompanhamento pós-rastreio, referenciam doentes para outros especialistas e participam na gestão das licenças por doença e no apoio aos doentes.&nbsp;</p>



<p>“No entanto, em abril de 2024, mais de 1,5 milhões de pessoas (15 % da população) não tinham médico de família, dificultando a deteção precoce e o tratamento atempado” dos casos oncológicos, alerta o perfil.</p>



<p>A OCDE e a CE indicam ainda que o sistema de saúde português conta com 1.169 enfermeiros profissionalmente ativos por cada 1.000 novos casos de cancro, uma taxa inferior à média da União Europeia (UE) de 1.376 por 1.000 novos casos.&nbsp;</p>



<p>Portugal tinha também 889 médicos autorizados a exercer por 1.000 novos casos de cancro, mas o número estimado de médicos em exercício é 30% inferior àqueles autorizados, o que coloca o país abaixo da média da UE de 679 médicos em exercício por 1.000 casos, aponta o estudo.</p>



<p>O perfil agora divulgado avança que o número de médicos especialistas em áreas fundamentais dos cuidados oncológicos no SNS tem vindo a aumentar entre 2017 e 2023, exemplificando com o número de oncologistas que passou de 164 para 285, o que representa um acréscimo de 74% nesse período.</p>



<p>“Embora quase todos os hospitais públicos disponham de médicos oncologistas, o SNS conta apenas com 11 centros de radioterapia, o que resulta em disparidades geográficas na distribuição de radioterapeutas”, salientam a OCDE e CE.</p>



<p>O documenta avança ainda que, em 2021, as despesas de Portugal com cuidados preventivos corresponderam a metade da média da UE, mas o país destaca-se no que toca à prevenção de determinados fatores de risco, registando elevadas taxas de vacinação contra o VPH e a hepatite B.</p>



<p>Sobre os rastreios para os cancros da mama, o estudo adianta que em 2022 estes programas recuperaram fortemente do declínio relacionado durante a pandemia, mas o rastreio do cancro colorretal apresenta grandes disparidades regionais, tendo atingido uma taxa reduzida de apenas 14%.</p>



<p>O estudo estima também que em Portugal, entre 2023 e 2050, 4,2 % do total das despesas em saúde seja devido ao ónus do cancro, o que equivale a uma média de 117 euros por pessoa, por ano, valor fica muito abaixo da média da UE-19 de 242 euros.&nbsp;</p>



<p>De um modo geral, as despesas de saúde ‘per capita’ com cuidados oncológicos deverão aumentar 58% em Portugal até 2050, face a um aumento de 59% na União, refere o perfil.</p>



<p>Fique a conhecer alguns dados reunidos pela <a href="https://www.regionaleconomics.pt" title="">Regional Economics </a></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Pub-42-Abril-2025-Saude-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-100062" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Pub-42-Abril-2025-Saude-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Pub-42-Abril-2025-Saude-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Pub-42-Abril-2025-Saude-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Pub-42-Abril-2025-Saude-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Pub-42-Abril-2025-Saude-600x600.jpg 600w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Pub-42-Abril-2025-Saude-100x100.jpg 100w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/04/Pub-42-Abril-2025-Saude.jpg 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/saude-obitos-na-populacao-jovem-no-municipio-de-viseu-diminuiu-68-entre-1991-e-2022/">Saúde: óbitos na população jovem no Município de Viseu diminuiu 68% entre 1991 e 2022</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Uma região marcada por uma forte diversificação das atividades económicas </title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/uma-regiao-marcada-por-uma-forte-diversificacao-das-atividades-economicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Feb 2025 13:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=93261</guid>

					<description><![CDATA[<p>Viseu Dão Lafões, tratando-se de uma região que abrange vários municípios é, inevitavelmente, uma região muito heterogénea, sendo esta heterogeneidade percetível tanto ao nível das características da população, população residente, densidades populacionais, nível da estrutura etária e nível de escolaridade, assim como ao nível dos perfis que caracterizam a região, na relação rural – urbano.A [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/uma-regiao-marcada-por-uma-forte-diversificacao-das-atividades-economicas/">Uma região marcada por uma forte diversificação das atividades económicas </a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Viseu Dão Lafões, tratando-se de uma região que abrange vários municípios é, inevitavelmente, uma região muito heterogénea, sendo esta heterogeneidade percetível tanto ao nível das características da população, população residente, densidades populacionais, nível da estrutura etária e nível de escolaridade, assim como ao nível dos perfis que caracterizam a região, na relação rural – urbano.<br>A região tem um perfil e potencialidade económica marcada por uma&nbsp;forte diversificação das atividades económicas existentes.</p>



<p>A região tem um perfil e potencialidade económica marcada por uma&nbsp;forte diversificação das atividades económicas existentes.<br>Se, por um lado, esta diversificação tende a limitar a generalização de relações intersectoriais e outras sinergias, é também verdade que existem alguns domínios que evidenciam complementaridades entre si e que têm dado origem a alguns portfólios de atividades relacionadas, ancoradas territorialmente (e.g. atividades metalomecânica, fornecedores de componentes e equipamentos industriais especializados; produção de madeiras, mobiliário e habitat e de soluções bioquímicas para as indústrias agroalimentares).<br>Foi nestes domínios que se verificou, nas ultimas décadas, um maior aumento&nbsp;do pessoal ao serviço e volume de vendas, bem como a emergência de start-ups e spin-offs mais qualificadas e promissoras.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-24-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93266" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-24-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-24-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-24-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-24-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-24-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-21-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93262" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-21-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-21-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-21-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-21-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-21-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-22-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93263" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-22-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-22-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-22-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-22-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-22-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-23-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93264" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-23-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-23-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-23-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-23-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2025/01/Pub-23-Fevereiro-2025-Perfil-Economico-e-Empresarial-de-Viseu-Dao-Lafoes.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Nota Explicativa</p>



<p>O&nbsp;quociente de localização&nbsp;compara o peso do emprego num setor em Viseu Dão Lafões com o peso do emprego desse mesmo setor no total do emprego nacional. Por exemplo, o setor da Construção (F) representa 12,6% do emprego na região de Viseu Dão Lafões, enquanto a nível nacional esse peso é de 9,1%. Assim, o seu quociente de localização é aproximadamente 138, calculado da seguinte forma:&nbsp;&nbsp;.</p>



<p>Quando o quociente de localização de um setor é superior a 100, considera-se que a região possuí&nbsp;especialização produtiva&nbsp;nesse setor. Desta forma, Viseu Dão Lafões apresenta especialização produtiva nos seguintes setores:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Agricultura, produção animal, floresta e pesca (A)</li>



<li>Indústrias extrativas (B)</li>



<li>Indústrias transformadoras (C)</li>



<li>Construção (F)</li>



<li>Transportes e armazenagem (H)</li>



<li>Educação (O)</li>



<li>Atividades de saúde humana e apoio social (P)</li>



<li>Outras atividades de serviços (R)</li>
</ul><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/uma-regiao-marcada-por-uma-forte-diversificacao-das-atividades-economicas/">Uma região marcada por uma forte diversificação das atividades económicas </a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Economia zona euro: Como se posicionou a região Viseu Dão Lafões?</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/economia-zona-euro-como-se-posicionou-a-regiao-viseu-dao-lafoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Dec 2024 11:25:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=87105</guid>

					<description><![CDATA[<p>A economia da Zona Euro vai crescer 0,8% este ano e 1,3% no próximo, projeta a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no relatório agora divulgado divulgado. A estimativa para este ano foi revista em alta, face aos 0,7% projetados no relatório interino de setembro, mas a do próximo mantém-se inalterada. &#8220;Prevê-se que [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/economia-zona-euro-como-se-posicionou-a-regiao-viseu-dao-lafoes/">Economia zona euro: Como se posicionou a região Viseu Dão Lafões?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia da Zona Euro vai crescer 0,8% este ano e 1,3% no próximo, projeta a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), no relatório agora divulgado divulgado.</p>



<p>A estimativa para este ano foi revista em alta, face aos 0,7% projetados no relatório interino de setembro, mas a do próximo mantém-se inalterada.</p>



<p>&#8220;Prevê-se que o crescimento na área do euro aumente de 0,8% este ano para 1,3% em 2025 e 1,5% em 2026, com a capacidade não utilizada eventualmente sendo eliminada até o final de 2026&#8221;, lê-se nas perspetivas económicas.&nbsp;</p>



<p>A OCDE considera que os juros mais baixos e os gastos contínuos dos fundos do Mecanismo de Recuperação e Resiliência vão apoiar o investimento, enquanto o crescimento do consumo privado vai beneficiar de mercados de trabalho restritivos e de maior desinflação.&nbsp;</p>



<p>&#8220;As medidas no sentido de uma orientação orçamental mais restritiva irão, no entanto, atenuar o crescimento em alguns Estados-membros&#8221;, alerta a organização.</p>



<p>Dentro da Zona Euro, destaca-se a Alemanha, cuja economia deverá estagnar em 2024 e crescer 0,7% em 2025 e 1,2% em 2026.</p>



<p>A inflação na Zona Euro, medida pelo índice harmonizado de preços, deverá abrandar para 2,4% em 2024, 2,1% em 2025 e 2,0% em 2026, segundo as projeções da organização.</p>



<p>A política orçamental &#8220;será mais rigorosa em 2025 e 2026, à medida que as medidas de apoio à energia e à inflação forem retiradas e os países adotam medidas de consolidação ao abrigo das novas regras orçamentais&#8221;, aponta a OCDE.</p>



<p>É de salientar que, apesar destes apelos da OCDE, feitos também pela Comissão Europeia, de retirada dos apoios à energia, o Governo português já sinalizou que não tem intenção de mexer nos benefícios no ISP.</p>



<p>A OCDE deixa ainda recomendações para que sejam feitas reformas estruturais para promover o investimento e responder à escassez de mão-de-obra, o que levaria a um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) potencial.</p>



<p>Neste ponto, a organização destaca até que Grécia, Portugal e Espanha estão &#8220;entre os poucos países da OCDE com revisões positivas no crescimento potencial per capita (e ainda maiores desde o período pós-crise financeira global)&#8221;, o que &#8220;sugere que as reformas estruturais acumulam benefícios ao longo do tempo, uma vez que estes países estão entre aqueles que mais reformaram nas últimas duas décadas&#8221;.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-681-Convergencia-de-Viseu-Dao-Lafoes-com-a-Uniao-Europeia-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-87106" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-681-Convergencia-de-Viseu-Dao-Lafoes-com-a-Uniao-Europeia-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-681-Convergencia-de-Viseu-Dao-Lafoes-com-a-Uniao-Europeia-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-681-Convergencia-de-Viseu-Dao-Lafoes-com-a-Uniao-Europeia-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-681-Convergencia-de-Viseu-Dao-Lafoes-com-a-Uniao-Europeia-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-681-Convergencia-de-Viseu-Dao-Lafoes-com-a-Uniao-Europeia.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/economia-zona-euro-como-se-posicionou-a-regiao-viseu-dao-lafoes/">Economia zona euro: Como se posicionou a região Viseu Dão Lafões?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Verão e festas ajudam economia e criam atração em Viseu</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/verao-e-festas-ajudam-economia-e-criam-atracao-em-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=86091</guid>

					<description><![CDATA[<p>A economia do concelho de Viseu tem demonstrado sinais positivos de recuperação ao longo dos últimos meses, impulsionada por eventos sazonais e iniciativas locais que reforçaram o consumo e o turismo, como se vê nesta infografia da Regional Economics. Festividades como a Páscoa, o verão e a preparação para o Natal têm sido determinantes para [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/verao-e-festas-ajudam-economia-e-criam-atracao-em-viseu/">Verão e festas ajudam economia e criam atração em Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia do concelho de Viseu tem demonstrado sinais positivos de recuperação ao longo dos últimos meses, impulsionada por eventos sazonais e iniciativas locais que reforçaram o consumo e o turismo, como se vê nesta infografia da<a href="https://www.regionaleconomics.pt" title=""> Regional Economics</a>. Festividades como a Páscoa, o verão e a preparação para o Natal têm sido determinantes para este desempenho.</p>



<p>Agosto, tradicionalmente associado ao turismo e às férias, destacou-se como um dos melhores meses do ano, com um aumento significativo no fluxo de visitantes e uma dinamização dos setores de hotelaria, restauração e comércio local.&nbsp;</p>



<p>A Páscoa, outro momento marcante, impulsionou as vendas no comércio, especialmente nos setores de produtos tradicionais, como a doçaria e o artesanato, além de gerar maior movimento nos serviços de restauração.</p>



<p>Com a chegada do período natalício, as expectativas voltam a ser altas. As iniciativas de iluminação pública, mercados de Natal e eventos temáticos já em curso prometem fomentar o comércio local e criar um ambiente propício ao consumo. Os lojistas, por sua vez, estão otimistas, esperando um incremento nas vendas graças à aposta em campanhas e promoções para atrair os consumidores.</p>



<p>“Este cenário demonstra a importância de estratégias sazonais e a colaboração entre os setores público e privado para alavancar a economia local. O concelho de Viseu reafirma-se assim como um destino atrativo, capaz de unir tradição e inovação para estimular o desenvolvimento económico”, destacam os empresários.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-672-A-Economia-de-Viseu-em-2024-Janeiro-a-Setembro-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-86092" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-672-A-Economia-de-Viseu-em-2024-Janeiro-a-Setembro-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-672-A-Economia-de-Viseu-em-2024-Janeiro-a-Setembro-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-672-A-Economia-de-Viseu-em-2024-Janeiro-a-Setembro-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-672-A-Economia-de-Viseu-em-2024-Janeiro-a-Setembro-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/12/Pub-672-A-Economia-de-Viseu-em-2024-Janeiro-a-Setembro.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/verao-e-festas-ajudam-economia-e-criam-atracao-em-viseu/">Verão e festas ajudam economia e criam atração em Viseu</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Quanto vale a economia natalícia em Viseu?</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/quanto-vale-a-economia-natalicia-em-viseu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Dec 2024 12:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=85239</guid>

					<description><![CDATA[<p>Estamos em dezembro e com este mês o espírito natalício invade o dia-a-dia. Mas não é só de luzes e canções que se faz o Natal e esta é uma das épocas mais apreciadas pelos comerciantes que vêm aqui, muitas das vezes, uma “tábua de salvação”. Uma das iniciativas que tem sido levada a cabo [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/quanto-vale-a-economia-natalicia-em-viseu/">Quanto vale a economia natalícia em Viseu?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos em dezembro e com este mês o espírito natalício invade o dia-a-dia. Mas não é só de luzes e canções que se faz o Natal e esta é uma das épocas mais apreciadas pelos comerciantes que vêm aqui, muitas das vezes, uma “tábua de salvação”. Uma das iniciativas que tem sido levada a cabo pelos municípios envolve campanhas para que as pessoas possam comprar no mercado local. São campanhas que surgem como um convite para que a população valorize o comércio local, gerando impacto positivo direto na economia de cada território.</p>



<p>Ao optar por fazer as compras em lojas, mercados e feiras tradicionais, o consumidor adquire não só produtos e serviços personalizados, mas também contribui para o crescimento económico de pequenas e médias empresas, muitas delas geridas por famílias ou empreendedores locais. Cada compra realizada fortalece um ciclo: gera empregos, aumenta a circulação de dinheiro na região e fomenta o desenvolvimento sustentável.</p>



<p>O impacto é significativo. Estudos mostram que para cada euro gasto num negócio local, uma fatia maior do valor permanece na economia da própria região em comparação com compras realizadas em grandes redes ou no comércio eletrónico.&nbsp;</p>



<p>De acordo com o<a href="https://www.regionaleconomics.pt" title=""> gráfico aqui representado</a>, verifica-se o retorno, neste caso para o município de Viseu, da chamada economia natalícia e que supera a barreira dos 100 milhões de euros. Estamos a falar do montante despendido no concelho, desde aquisição de produtos a levantamentos nas caixas multibanco. </p>



<p>Apesar da quebra de 2022 (ano de retoma depois da Covid) para 2023, as expetativas são positrivas para este ano.&nbsp;</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/quanto-vale-a-economia-natalicia-em-viseu/">Quanto vale a economia natalícia em Viseu?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Viseu com 1 172 euros de ganho médio mensal</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/viseu-com-1-172-euros-de-ganho-medio-mensal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Nov 2024 14:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=84297</guid>

					<description><![CDATA[<p>O salário médio anual ajustado a tempo inteiro dos trabalhadores na União Europeia teve, em 2023, um aumento homólogo de 6,5% para os 37.900 euros, com Portugal no 18.º lugar, com 22.933 euros, divulgou o Eurostat.&#160; Fique aqui a conhecer qual o salário médio mensal no concelho de Viseu e o posicionamento com o país [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/viseu-com-1-172-euros-de-ganho-medio-mensal/">Viseu com 1 172 euros de ganho médio mensal</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O salário médio anual ajustado a tempo inteiro dos trabalhadores na União Europeia teve, em 2023, um aumento homólogo de 6,5% para os 37.900 euros, com Portugal no 18.º lugar, com 22.933 euros, divulgou o Eurostat.&nbsp;</p>



<p>Fique aqui a conhecer qual o salário médio mensal no concelho de Viseu e o posicionamento com o país em mais uma infografia <a href="https://www.regionaleconomics.pt" title="">Regional Economics</a>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-652-Ganho-Medio-Mensal-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-84299" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-652-Ganho-Medio-Mensal-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-652-Ganho-Medio-Mensal-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-652-Ganho-Medio-Mensal-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-652-Ganho-Medio-Mensal-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-652-Ganho-Medio-Mensal.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>De acordo com os dados publicados pelo serviço estatístico da UE, os salários médios anuais ajustados a tempo inteiro mais elevados foram apresentados pelo Luxemburgo (81.100 euros), seguido pela Dinamarca (67.600) e a Irlanda (58.700).</p>



<p>No extremo oposto, com os menores salários, estão a Bulgária (13.500 euros), a Hungria (16.900 euros) e a Grécia (17.000 euros).</p>



<p>Portugal está no 18.º lugar entre os 27 Estados-membros com um salário médio anual ajustado a tempo inteiro de 22.933, que se compara com os 21.131 apresentado em 2022.</p>



<p>E em Portugal, a&nbsp;CGTP apontou que “muitas empresas e serviços” continuam a discriminar mulheres e homens no salário para funções semelhantes, apesar da lei, e alertou que a subvalorização do trabalho das mulheres reflete-se na reforma, perpetuando as desigualdades.</p>



<p>A Comissão para a Igualdade entre Mulheres e Homens (CIMH) da CGTP-IN realçou, em comunicado, que “a lei existe, mas não é respeitada por muitas empresas e serviços que preferem manter uma cultura de discriminação ao pagar salários diferentes a homens e mulheres que desempenham funções profissionais equivalentes”.</p>



<p>A confederação destacou que, segundo os dados oficiais, a remuneração base média das mulheres é inferior à dos homens em mais de 13%.</p>



<p>Já quando se compara o ganho médio mensal (remuneração base, prémios e subsídios regulares) a diferença ultrapassa os 16%.</p>



<p>“A subvalorização do trabalho das mulheres e a discriminação salarial refletem-se no baixo valor das pensões de reforma, perpetuando as desigualdades e o empobrecimento ao longo da vida”, alertou aquela estrutura.</p>



<p>Segundo a CIMH/CGTP-IN, ainda persistem os baixos salários nas atividades e profissões maioritariamente desempenhadas por mulheres, bem como as desigualdades de tratamento e de oportunidades no acesso e na evolução da carreira profissional e as discriminações com origem em estereótipos, incluindo os relacionados com a maternidade.&nbsp;</p>



<p>“A precariedade generaliza-se, com salários inferiores, afetando, particularmente as jovens trabalhadoras”, vincou.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/viseu-com-1-172-euros-de-ganho-medio-mensal/">Viseu com 1 172 euros de ganho médio mensal</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Número de fogos mais baixo da década, mas área ardida foi terceira maior</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/numero-de-fogos-mais-baixo-da-decada-mas-area-ardida-foi-terceira-maior/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Nov 2024 13:19:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=83366</guid>

					<description><![CDATA[<p>O número de incêndios rurais registou em 2024 o valor mais baixo da década, enquanto a área ardia foi a terceira maior, totalizando este ano 135.058 hectares, a maioria consumida pelos fogos de setembro. O distrito de Viseu é o mais afetado pelos incêndios florestais desde o início do ano, no que diz respeito à área ardida. [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/numero-de-fogos-mais-baixo-da-decada-mas-area-ardida-foi-terceira-maior/">Número de fogos mais baixo da década, mas área ardida foi terceira maior</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de incêndios rurais registou em 2024 o valor mais baixo da década, enquanto a área ardia foi a terceira maior, totalizando este ano 135.058 hectares, a maioria consumida pelos fogos de setembro. O distrito de Viseu é o mais afetado pelos incêndios florestais desde o início do ano, no que diz respeito à área ardida. Até 7 de outubro, as chamas consumiram quase 50 mil hectares na região. Veja mais informações com a infografia da <a href="https://www.regionaleconomics.pt" title="">Regional Economics.</a> </p>



<p>O Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) avança num relatório publicado que entre 01 de janeiro e 30 de setembro de 2024 deflagram 6.319 incêndios rurais que resultaram em 135.058 hectares (ha) de área ardida, entre povoamentos (79.111 ha), matos (42.349 ha) e agricultura (13.598 ha).&nbsp;</p>



<p>“Comparando os valores do ano de 2024 com o histórico dos 10 anos anteriores, assinala-se que se registaram menos 43% de incêndios rurais e mais 65% de área ardida relativamente à média anual”, indicam os dados provisórios do ICNF, frisando que “o ano de 2024 apresenta, até ao dia 30 de setembro, o valor mais reduzido em número de incêndios e o terceiro valor mais elevado de área ardida, desde 2014”.</p>



<p>O documento destaca que setembro é o mês com maior número de incêndios, com um total de 2.048 incêndios, o que corresponde a 32% dos fogos registados este ano.</p>



<p>Também foi em setembro que as chamas consumiram a maior área ardida, 124.739 ha, correspondendo a 92% do total de área ardida do ano, segundo os dados provisórios do ICNF.</p>



<p>Apesar de o relatório não focar especificamente os incêndios da terceira semana de setembro, foi entre 16 e 20 desse mês que se registaram nas regiões norte e centro do país o maior número de fogos e área ardida, além de terem provocado nove mortes, queimado casas e destruídos terrenos agrícolas.</p>



<p>Nessa semana de setembro, o país passou dos melhores valores de área ardida da década para o terceiro pior desde 2014, sendo apenas ultrapassado em 2017 (563.000 hectares) e 2016 (165.000).</p>



<p>O ICNF dá conta que o maior incêndio do ano deflagrou em 16 de setembro no concelho de Castro Daire (Viseu) e consumiu 18.369 hectares, seguido do fogo no concelho de Vila Nova de Paiva (Viseu), que também começou em 16 de setembro e totalizou 14.327 hectares.</p>



<p>Nos terceiro e quarto lugares dos maiores incêndios estão os dois fogos que se registaram no concelho de Sever do Vouga, com 15.186 hectares de área ardida, estando também em destaque os incêndios em Penalva do Castelo (Viseu), que consumiu 7.071 hectares, em Nelas (Viseu), com 6828 hectares, em Baião (Porto), com 6.503 ha, e Oliveira de Azeméis (Aveiro), com 6.170 ha.</p>



<p>“Da análise por distrito, destacam-se com maior número de incêndios, e por ordem decrescente, os distritos de Porto (1.413), Braga (676) e Viana do Castelo (601). Em qualquer dos casos, os incêndios são maioritariamente de reduzida dimensão”, lê-se no relatório.</p>



<p>O ICNF sublinha que o distrito mais afetado em área ardida é Viseu com 49.163 hectares, cerca de 36% da área total ardida, seguido de Aveiro com 28.079 hectares (21% do total) e do Porto com 20.255 hectares (15% do total).</p>



<p>O ICNF indica também que cerca de um terço dos incêndios teve como causa este ano o “incendiarismo – imputáveis” e 26% queimas e queimadas.</p>



<p>Do total de 6.319 incêndios rurais verificados este ano, 4.438 foram investigados e têm o processo de averiguação de causas concluído, tendo a investigação permitido a atribuição de uma causa a 3.246, de acordo com o relatório.</p>



<p>O INCF indica ainda que 30% dos incêndios deste ano corresponderam aos níveis de severidade meteorológica elevada, ou sejam dias tendencialmente com temperaturas elevadas, vento forte, ausência de precipitação e humidade relativa baixa.</p>



<p>Os dados do ICNF são diferentes dos avançados pelo sistema europeu Copernicus, que indicam que os incêndios florestais de setembro consumiram cerca de 135.000 hectares em seis dias, totalizando este ano a área ardida em Portugal quase 147.000 hectares.</p>



<p>Este ano a época de fogos ficou ainda marcada pela queda, em 30 de agosto, de um helicóptero de combate a incêndios no rio Douro, que provocou a morte a cinco militares da GNR que faziam parte da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-641-Incendios-Rurais-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-83367" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-641-Incendios-Rurais-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-641-Incendios-Rurais-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-641-Incendios-Rurais-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-641-Incendios-Rurais-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-641-Incendios-Rurais.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/numero-de-fogos-mais-baixo-da-decada-mas-area-ardida-foi-terceira-maior/">Número de fogos mais baixo da década, mas área ardida foi terceira maior</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Onde as casas são mais caras e qual a evolução do mercado?</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/onde-as-casas-sao-mais-caras-e-qual-a-evolucao-do-mercado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Nov 2024 15:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=82496</guid>

					<description><![CDATA[<p>O preço mediano da habitação na região Viseu Dão Lafões é de 794 euros por metro quadrado (euros/m2), com Viseu (1.198 euros) a ser o concelho onde a habitação é mais cara, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) e referentes ao primeiro trimestre de 2024. Tabuaço (226 euros) é onde o preço por [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/onde-as-casas-sao-mais-caras-e-qual-a-evolucao-do-mercado/">Onde as casas são mais caras e qual a evolução do mercado?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><br>O preço mediano da habitação na região Viseu Dão Lafões é de 794 euros por metro quadrado (euros/m2), com Viseu (1.198 euros) a ser o concelho onde a habitação é mais cara, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE)  e referentes ao primeiro trimestre de 2024. Tabuaço (226 euros) é onde o preço por metro quadrado nos alojamentos familiares é mais barato. Na região do Douro, a mediana é de 648 euros. </p>



<p>A seguir a Viseu, nos valores mais elevados, aparece S. Pedro do Sul (755 euros), Lamego (738 euros) e Tarouca (688 euros).&nbsp;</p>



<p>Veja como tem evoluído o mercado com a <a href="https://www.regionaleconomics.pt" title="">Regional Economics</a>. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-full"><a href="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-634-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1200" height="1200" data-id="82502" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-634-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar.jpg" alt="" class="wp-image-82502" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-634-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar.jpg 1200w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-634-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-634-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-634-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-634-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1200px) 100vw, 1200px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-633-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="82501" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-633-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-82501" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-633-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-633-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-633-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-633-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-633-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-632-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" data-id="82500" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-632-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-82500" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-632-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-632-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-632-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-632-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/11/Pub-632-Vendas-e-Arrendamento-de-Habitacao-Familiar.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</figure>



<p></p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/onde-as-casas-sao-mais-caras-e-qual-a-evolucao-do-mercado/">Onde as casas são mais caras e qual a evolução do mercado?</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Região de Viseu com mais de 12 mil desempregados em setembro</title>
		<link>https://www.jornaldocentro.pt/regiao-de-viseu-com-mais-de-12-mil-desempregados-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sandra Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Nov 2024 13:04:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Infografias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.jornaldocentro.pt/?p=81652</guid>

					<description><![CDATA[<p>A 30 de setembro deste ano, na região de Viseu havia 12 123 pessoas desempregadas, a maioria com um ano de inscrição no Instituto de Emprego e Formação Profissional, um número mais elevado quando comparado a igual período de 2023, em que a população desempregada era de 11 841.&#160; Viseu é o concelho com mais [&#8230;]</p>
<p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/regiao-de-viseu-com-mais-de-12-mil-desempregados-em-setembro/">Região de Viseu com mais de 12 mil desempregados em setembro</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 30 de setembro deste ano, na região de Viseu havia 12 123 pessoas desempregadas, a maioria com um ano de inscrição no Instituto de Emprego e Formação Profissional, um número mais elevado quando comparado a igual período de 2023, em que a população desempregada era de 11 841.&nbsp;</p>



<p>Viseu é o concelho com mais desempregados, seguido de Lamego– os dois municípios mais populosos – e Cinfães.  Veja o valor dos subsídios  com as infografias da<a href="https://www.regionaleconomics.pt" title=""> Regional Economics</a>. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/10/Pub-621-Desemprego-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-81655" srcset="https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/10/Pub-621-Desemprego-1024x1024.jpg 1024w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/10/Pub-621-Desemprego-300x300.jpg 300w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/10/Pub-621-Desemprego-150x150.jpg 150w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/10/Pub-621-Desemprego-768x768.jpg 768w, https://www.jornaldocentro.pt/wp-content/uploads/2024/10/Pub-621-Desemprego.jpg 1200w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>As mais recentes estatísticas dão conta que, a nível nacional, a&nbsp;taxa de desemprego situou-se em 6,4% em setembro, valor idêntico ao de agosto e 0,2 pontos percentuais inferior ao do mesmo mês de 2023, segundo dados provisórios divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).&nbsp;</p>



<p>&#8220;A taxa de desemprego situou-se em 6,4%, valor idêntico ao do mês anterior, mas inferior ao de três meses antes (0,1 pontos percentuais) e ao de um ano antes (0,2 pontos percentuais)”, avança o INE nas Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego.</p>



<p>Segundo detalha o instituto estatístico, em setembro, a população desempregada (351,9 mil) aumentou em relação ao mês anterior (1,7%) e a três meses antes (0,9%), mas diminuiu em relação a um ano antes (1,2%).</p>



<p>“Em setembro de 2024, a taxa de atividade (68,8%) correspondeu ao valor mais elevado desde o início da série iniciada em fevereiro de 1998”, sendo que “a taxa de emprego, situada em 64,3% em setembro de 2024, atingiu também o valor mais elevado desde o início da série”, destaca.</p>



<p>Já a taxa de inatividade situou-se em 31,2%, o valor mais baixo observado desde o início da série.</p>



<p>O INE divulgou também as estimativas definitivas do emprego e desemprego relativas ao mês de agosto, tendo confirmado a anterior previsão de uma taxa de desemprego de 6,4%, valor inferior em 0,1 pontos percentuais ao de julho e igual ao de maio de 2024 e ao de agosto de 2023.</p>



<p>Em setembro, a população ativa (5.459,1 mil) aumentou relativamente ao mês anterior (0,4%), a junho de 2024 (1,1%) e a setembro de 2023 (1,4%).</p>



<p>Já a população empregada (5.107,2 mil) registou um acréscimo em relação aos três períodos de comparação: 0,3%; 1,1% e 1,6%, respetivamente.</p>



<p>Em sentido inverso, a população inativa (2.477,6 mil) diminuiu face ao mês anterior, a três meses antes e a setembro de 2023, respetivamente, 0,7%, 1,6% e 0,3%.</p>



<p>Em setembro, a taxa de subutilização do trabalho situou-se em 10,8%, valor superior em 0,1 pontos percentuais ao de agosto de 2024, mas inferior ao de junho do mesmo ano (0,2 pontos percentuais) e ao de setembro de 2023 (0,9 pontos percentuais).</p>



<p>A subutilização do trabalho abrangeu 605,1 mil pessoas em setembro, “ligeiramente acima” do valor do mês anterior (594,0 mil), que foi o mais baixo registado desde fevereiro de 2011.</p>



<p>De acordo com as estimativas definitivas relativas a agosto, a população empregada (5.090,9 mil) aumentou em relação aos três períodos de comparação: 0,6%; 0,3% e 1,4%, respetivamente.</p>



<p>Por sua vez, a população desempregada (346,0 mil) diminuiu relativamente a julho (0,9%), manteve-se praticamente inalterada em relação a três meses antes e aumentou comparativamente a agosto de 2023 (1,2%).</p>



<p>Já a população ativa (5.436,9 mil pessoas) aumentou em relação ao mês anterior (0,5%), a três meses antes (0,3%) e a um ano antes (1,4%), enquanto a população inativa (2.493,9 mil) diminuiu em relação a julho (0,9%) e ao mesmo mês de 2023 (0,2%), tendo aumentado 0,2% em relação a três meses antes.</p>



<p>Em agosto, a taxa de subutilização do trabalho situou-se em 10,7%, valor inferior aos três períodos de comparação em 0,3 pontos percentuais, 0,2 pontos percentuais e 0,9 pontos percentuais.</p><p>The post <a href="https://www.jornaldocentro.pt/regiao-de-viseu-com-mais-de-12-mil-desempregados-em-setembro/">Região de Viseu com mais de 12 mil desempregados em setembro</a> first appeared on <a href="https://www.jornaldocentro.pt">Jornal do Centro</a>.</p>]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
