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O candidato do CDS à Câmara Municipal de Viseu, Hélder Amaral, acusa PS e PSD de transformarem o setor do turismo em “negociatas partidárias” e critica a ausência de uma estratégia capaz de afirmar a região Viseu Dão Lafões como destino de referência.
Numa intervenção sobre a importância do turismo na economia, o candidato sublinhou que o “Coração Lusitano”, expressão com que se refere a Viseu, está “doente” num setor que considera ser a “locomotiva da economia nacional”. O candidato aponta a atual comissão executiva do Turismo Centro de Portugal como tendo uma atividade “quase inexistente”, marcada, segundo diz, pela “falta de ambição, peso político e visão estratégica”.
Apesar de os números nacionais darem conta de um crescimento do setor, Hélder Amaral afirma que a realidade na região é menos favorável. Em 2024, Portugal registou uma balança turística de 20,9 mil milhões de euros, mais 9,4% face ao ano anterior, colocando-se no terceiro lugar do ranking europeu, atrás de Espanha. No entanto, em Viseu, o crescimento não terá acompanhado o potencial, apesar de o os números também terem aumentado.
“A estadia média é a mais curta do país, apenas 1,75 noites, e mais de metade das dormidas de turistas residentes (50,6%) correspondem a visitas a familiares, o que não constitui verdadeiro turismo”, sublinha o candidato. O crescimento do RevPar — rendimento médio por quarto disponível — foi de 5,7%, mas, segundo Hélder Amaral, “sem impacto relevante na economia local, no emprego ou na valorização da marca regional”.
“O que temos não é aproveitamento turístico, mas sim um simulacro de resultados. É economia que não aproveitamos, é emprego que não geramos, é marca e valor que não potenciamos”, acusa.
Hélder Amaral defende uma nova estratégia para colocar Viseu no mapa turístico “com a relevância que merece” e alerta que a região não pode continuar “com mais do mesmo ou, pior ainda, a mudar para pior do mesmo”.